Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Se você quer uma pessoa que pense igual a você, então, contente-se com o espelho. Mas, não o quebre se não gostar do que vê.
Durante as eleições, defenda o candidato que você acredita, de fato, que é o melhor. Se eleito, trate-o como um cidadão, que cumpre seu dever de acompanhar e cobrar de seu candidato a retidão que espera dele.
A coisa mais difícil para um advogado é explicar ao cliente a diferença entre o direito e a prestação da justiça.
Os juristas não têm compromisso com egos engomados, com olhares disformes ou com leis sem proporção.
Como se faz para sair dos ciclos, repetições, padrões? Tudo isso é tão complexo e depende de cada um. Seus apegos, manias, vícios, vontade de não se deslocar. Muitos têm vícios na dor, no romance que não ficou, fiéis ao que não deu certo. Muitos têm vícios na falta, na mesma conduta, no errar e magoar. No errar no emprego, nos mesmos erros que o levaram ao nada. Na perda, no dizer a si que não é nada. No se martirizar e se imprimir como fracassado. Muitos não se revigoram nas pequenas conquistas do dia a dia. O que fazer para sair dos ciclos que não nos fortalecem nem amadurecem? Para mim a chave de tudo está dentro! Amadurecer dói, mas a dor de estar acostumado com ela, repetindo a vida toda os mesmos movimentos é uma dor pior! É preciso mudar sempre, evoluir!
"Do ponto de vista do tempo e dos acontecimentos, o passado é irreversível, o presente condicionado e o futuro inatingível. A mente humana é o único lugar que é possível a Coexistência e concorrência simultânea das fases convencionadas do tempo".
Se sente dificuldade em abrir mão do conforto, da sua liberdade, privacidade e daquilo que acredita ser sua maior conquista. Verifique se na verdade, o que está tentando evitar e assumir alguma responsabilidade que lhe compete e que como consequência terá que privar-se daquilo que julga ser mais importante do que qualquer outra coisa ou pessoa.
Só para constar: Machado de Assis não era “dipromado” e, independente disso, ele é e continuará sendo Machado de Assis. E você, com seus “dipromas” e currículo estufado, apesar disso, é e continuará sendo apenas o que sempre foi: um conjunto vazio burocraticamente documentado.
Quando voltamos nossos olhos para o passado, campeando preciosidades entre as produções culturais de antanho que foram paridas nessa terra de desterrados, descobrimos, entre outras coisas, que há obras de valor inestimável que, infelizmente, são sumamente desdenhadas pelos sábios diplomados de agora e que, grande parte dessa produção, esquecida e desdenhada pela soberba modernosa que impera nestas plagas, foi realizada por indivíduos sem “diproma” algum. Pois é...
