Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Esse é o mundo onde as pessoas só aceitam o que lhes convêm, mas querem que a gente aceite tudo, até o que para nós não convém...
Chegará o momento de todos nós partirmos, alguns mais cedo, outros mais tarde. Entretanto, o que permanecerá será a lembrança que deixamos àqueles que, de fato, fizeram parte de nossas trajetórias. Assim, é imperativo que amemos e valorizemos os nossos, como se cada dia fosse o último, pois o tempo é efêmero, e no constante fluxo dos segundos, o que é agora, já se foi. Não sabemos o que o futuro nos reserva, mas a forma como nos relacionamos no presente determinará o legado que deixaremos.
A vida do policial constitui um exercício diário de bravura e abnegação. Ele parte para o serviço sem a garantia de retorno, expõe-se a riscos iminentes para resguardar a ordem pública e proteger cidadãos que, muitas vezes, não reconhecem sua atuação. Seu sacrifício opera de forma silenciosa, suas lutas permanecem invisíveis e, por vezes, sua morte é relegada ao esquecimento. Enquanto a sociedade repousa em segurança, ele se mantém vigilante. Quando tomba em serviço, não há grande comoção social, apenas o vazio deixado pelo rádio que não mais responderá. Não por ele, mas por seu substituto, pois, para o Estado e a coletividade, sua identidade se reduz a um número prontamente reposto e, com o tempo, inevitavelmente esquecido.
Cada um faz sua escolha a maneira que deseja ser feliz e ninguém tem o direito de julgar, muito menos o dever em ajudar quando tudo der errado. Isto é, quer ser dono do nariz e não seguir sugestões de como ser bem sucedido na vida, beleza! Mas saiba arcar com as consequências quando estiver rumo ao abismo, pois como diz o velho e conhecido ditado: “Se conselho fosse bom, não dava, vendia.”
“Imagine que seu coração seja igual ao lugar onde guardas os seus documentos mais importantes… e o ódio que sentes pelas pessoas que te magoam compare-se a um rato no mesmo lugar. Será que seus documentos estariam seguros?!”
No vasto campo do Direito Civil, as normas estelares orientam as relações humanas em busca de justiça e harmonia. A liberdade contratual é a dança entre autonomia e responsabilidade. Prescrição e decadência guardam o tempo na justiça. Reparar danos é a lição de humildade diante do impacto de nossas ações. A teoria dos contratos é o jardim da confiança, regado pela boa-fé. A personalidade jurídica protege a unicidade humana. Posse é o abraço do direito à materialidade. O direito de propriedade é a voz da autodeterminação e a sucessão testamentária é o legado da memória.
