Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Esse mundo digital sem fronteiras, de quilômetros vencidos em segundos, de muitas letras e poucas palavras, está cheio de gente só, inserida em um contexto que retira da vida a própria vida.
Aquí parado, esperando, entre tantas caras y voces extrañas, me siento, en parte , extraño también. Quieto, callado, pero no en silencio. Me gustaría encontrar el botón que apaga esta máquina de pensar. En este ruido todo lo que percibo es lo difícil que es estar solo y lo mucho que cuesta convivir con nosotros mismos, por eso nos refugiamos en libros, películas, aplicativos, y tantos otros medios de comunicación que nos impiden esa convivencia intimidatoria.
Depois de muito tempo, ao ler meus textos, se eu não prestar atenção, não os entendo. Sempre culpei as metáforas, mas talvez seja culpa das inúmeras vírgulas que explicam e complicam a compreensão da minha vida a passear entre elas.
O Brasil é mestre em produzir ídolos de barro: estes que foram colocados no poder sem merecimento ou motivos plausíveis. Essas pessoas, além de não acrescentarem absolutamente nada, ainda contribuem para o declínio moral, intelectual e ético do país. Em outras palavras, são seres usados por uma força maior para corromperem os outros e degenerarem os princípios da esperança, tal qual um anjo caído que se dedicou a destruir o palacete que lhe deu origem por conta de uma alucinada e apatetada decisão.
O espelho nunca conseguirá reproduzir a verdadeira face do homem. Ela é um objeto que não pode ser refletido em nenhuma criação humana, visto que mora em um lugar inalcançável aos olhos e absolutamente indetectável as imaginações.
Amo quem me rouba as palavras, provando que as minhas convicções eram apenas certezas que não haviam sido comprovadas.
A moça mais bela da cidade é aquela que passeia na simplicidade de suas palavras, caminhando lindamente na doçura e plenitude de sua meiguíssima voz e navegando formosamente na poça de suas serenizadas e lídimas canções.
Temos que cuidar e preservar as águas de lazer e de consumo de Bertioga. Temos água, fonte da vida e a maior riqueza da humanidade.Temos o petróleo do próximo século.
Esperava pelo tempo que, desconsideradamente, não me esperou. Agora preciso partir, acelerar porque ele me olha com desdenho pelo retrovisor e, apesar de o sentir perto, o vejo sumindo no horizonte.
Eu ando pensando, penso parado também, o que de certa forma me faz um andarilho da mente, um ausente ser presente. Ando, não importa aonde, paro não interessa onde, sempre estou sentindo os meus pensamentos, sempre estou pensando sobre meus sentimentos.
