Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Não importa se a pessoa ficou distante de você no tempo, no espaço ou em ambos, desde que ela esteja próxima do seu coração.
Nós nos tornaremos cavaleiros e depois retornaremos a Jamiel. Irmão, certamente há muitas coisas neste mundo que não conseguimos sequer conceber estando aqui em nosso treino. Ser capaz de novas coisas irá nos fortalecer. Certamente teremos tristezas, mas também alegrias. E, irmão... você não é o tipo de pessoa que nasceu pra ficar confinado em Jamiel! Quero vê-lo sorrir livremente. Quero vê-lo bem, meu irmão. Nós estaremos juntos, para sempre.
O garoto tem bons olhos. São olhos sem nuvens. Olhos que permitem ver muitas coisas. Tanto os mistérios do mundo, quanto os corações das pessoas.
Não fale de desespero dessa forma tão leviana. Já se esqueceu? Do motivo pelo qual eu o trouxe para o Santuário? Não foi para lhe ensinar o desespero em campos de batalha ou em uma vida. Apenas quero que você sobreviva Manigold.
Realmente, não a como um ser humano deter completamente um deus. Desta vez o meu plano não foi completamente perfeito. Manigold, eu não consegui salvar a sua vida... Atena, meu irmão, deixo o resto por conta de vocês...
Idéias soltas, desligadas de todo contexto cultural, histórico e estratégico, são preferências arbitrárias, subjetivas: não podem ser objetos de aprovação ou desaprovação. Só de análise psicológica, ou mesmo psicopatológica. O problema no Brasil é que praticamente todas as propostas políticas circulantes são assim -- e, quanto mais absurdas e inconexas elas são, mais os seus propugnadores cobram aprovação e entendem a simples recusa de aplauso instantâneo como adesão formal à idéia oposta. É mais ou menos assim: se você não é partidário das bananas anglófonas, é cúmplice dos abacaxis triangulares. E não ouse ficar em cima do muro!
