Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Só devemos levar para frente o que vale a pena e guardar em nosso interior somente o que nos edifica...
Eu quero ser mágica. Eu quero tocar o coração do mundo e fazê-lo sorrir. Eu quero ser amigo dos elfos e viver em uma árvore. Ou sob uma colina. Eu quero me casar com um raio de lua e ouvir as estrelas cantar. Eu não quero mais fingir a magia. Eu quero ser mágica.
Nem sempre o que vemos é o real. O real vai muito além do que se vê, as vezes é o que não é dito, é o que é ocultado, nós que temos mania de acreditar no parece ser visível.
O mundo de hoje louva, exalta e idolatra a independência de pensamento ao mesmo tempo que, pelas convenções acadêmicas e pelo policiamento da linguagem, torna impossível o seu exercício.
Meus ouvidos são sempre abertos para ouvir o que é bom, meus olhos para enxergar o que é verdadeiro, meu coração para guardar o que vale a pena e minha alma para carregar o símbolo da paz.
É interessante observar a formação dos novos grupos de influência e como a idade biológica se distancia completamente da maturidade. Suas experiências contribuem à subjetividade.
Num julgamento, ninguém é obrigado oferecer prova contra a si mesmo, porém nesse caso o professor o é. Ele elabora provas contra si mesmo; embora na boa intenção, boas questões avaliativas, porém os alunos respondem-nas de qualquer jeito, aferindo os baixos índices de escárnio do professor.
