Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Amai, rapazes! e, principalmente, amai moças lindas e graciosas; elas dão remédio ao mal, aroma ao infecto, trocam a morte pela vida... Amai, rapazes!
"Livrai-me de nada, Senhor: Apenas me mostre o que preciso remover do meu caminho para que eu não seja injusta".
Por hora o homem cabe na palma de uma mão ao dominar o Smartphone como extensão da sua mente, corpo e presença.
Que tipo de encanto é esse que você exerce sobre mim? Quem é você que deixa os meu sentimentos em desalinho ? Quem é você que conhece os meus pensamentos ? Quem é você que amolece o meu coração? Quem é você que faz eu lembrar de tudo que eu quero esquecer? Quem é você que faz eu viver num bate e apanha de emoções? Me devolve o que você conquistou!Devolve o meu coração.Deixa ele bater no curso normal,antes que ele fique mais dependente de Ti."
Jesus foi assassinado por defender um novo paradigma: a felicidade está na felicidade do outro. Proteger os animais transcende esse paradigma porque "o outro" nem é da sua espécie.
Um intelectual é o sujeito que sabe o que está acontecendo e sabe o que é preciso fazer. Um líder é o sujeito que sabe essas duas coisas e sabe uma terceira: sabe obrigar os outros a fazer.
O absurdo começa nisso, você está na reunião e não ter nenhum lugar para sentar-se, cada mestre em uma cadeira, e seus bens folgados na outra.
E no fim das contas somos completos desconhecidos. Não somos bons, maus, luz ou escuridão. Somos o que precisamos ser quando precisamos ser. E os que julgam nos conhecer, são os que menos conhecem de nós.
"A sentença de Hugo von Hofmannsthal – ‘Nada está na realidade política de um país se não estiver primeiro na sua literatura’ – é tão verdadeira e profunda, que pode ser aplicada à análise das situações políticas desde vários ângulos diferentes, sempre rendendo algum conhecimento."
Sorria sempre, mas permita-se chorar de vez em quando. Sorrisos e lágrimas promovem o crescimento da alma!
Antonio Gramsci estava CERTÍSSIMO quando disse que quem faz a revolução são os intelectuais. E Georg Lukacs estava igualmente certo ao dizer que o proletariado em nome do qual os intelectuais falam não é o proletariado existente, mas apenas o 'proletariado possível' que eles mesmos planejam inventar.
Não coloco todas as pessoas do meu convívio no mesmo plano. Seria puxassaquismo demagógico. Amigos foram o Paulo Mercadante, o Bruno Tolentino, o Herberto Sales, o José Mário Pereira… Depois vêm os ALUNOS. Depois deles, os ADMIRADORES. Depois destes, lá longe, a PLATÉIA. Depois dela, quase invisível na distância, só vem o círculo dos fofoqueiros.
