Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
A falta de amor no mundo desenvolve a depressão. Pessoa tratada como número, não se valoriza o que está no coração. Afazeres, deveres… e a alma vive abandonada; prazeres, interesses… degraus que desço e subo nessa escada.
Introdução de pensamento, especulação de momento, me faz pensar no que tenho por dentro, me ligo em minha emoções, são várias situações em meio a obrigações, show de atuações, variadas interpretações, condinzente com ocasiões, me permiti reflexões, ações que me afetam analiso agora, escrevo minha própria história, converso com Deus no agora, sou partícula de uma grande verdade, desminto quem disse que sou perfeito, flagrei o meu objetivo…
Amar é se aquecer num dia frio, pura conexão, a água do mar se conecta com a do rio. Ir pra longe da onde veio na esperança de completar seu eu por inteiro. autor dessa peça escreve seu próprio roteiro. Tarefas o dia inteiro, será que a morte é sossego? A vida após a morte é a esperança de justiça dos explorados.
Não sabemos da onde viemos; porque vivemos; pra onde iremos. Perdemos tempo com atividades temporais. Deveríamos nos ocupar com o que é atemporal, o eterno: o fator determinante que impera sobre todas as coisas.
O sorriso forçado abafa o choro espontâneo. Cada dia que passa nos tornamos mais vazios. O amor já não motiva, seremos guiados por alguma doutrina. Quem é que sabe o que encontramos quando acaba a vida?
O espiritismo diz que após a morte iremos para o umbral pagar (ser torturado) por nossas ações. Se for verdade, quero aproveitar meus últimos dias no paraíso sem condenar a alma.
O sistema que criamos para sobreviver é o de servir como engrenagem de uma máquina que produz para o lucro de terceiros.
