Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Alguns usam a filosofia para fins intelectuais, outros para viver uma vida com menos sofrimento, e uns para mudar o mundo.
Na sociedade, o homem é mais um produto. Quando nascemos, nos batizam com um nome, cidade e data de validade; quando vencemos, nos aposentamos, enquanto eles trocam o produto.
Escrevo nas paredes da caverna para que, no futuro, civilizações mais desenvolvidas entendam o porque da sua decadência.
Não espero algo material das pessoas, apenas respeito, mas sem exigir. Quero garimpar pedras preciosas em meio a rocha cinza da cidade.
Naquele abraço enternecido despontavam-se os vívidos cenários de uma felicidade vindoura. O calor corporal e o afago protetor insinuavam, pouco a pouco, promessas de um lar ou de um covil por onde sempre enveredam aqueles que buscam um refúgio.
Se o resultado que almejo está demorando mais tempo do que acreditei que levaria, e daí? Isso é processo que assegura a minha decisão de ser e viver o extraordinário, para mim, questão inegociável, a vida é muito curta para ser pequena; estamos aqui para fazer alguma coisa especial, senão, por que estaríamos? Coloco tudo na ponta do lápis, a minha consciência tranquila por testemunha, repouso a cabeça no travesseiro em paz com os meus passos; aprenderei o quanto for necessário para crescer, e crescerei o quanto for preciso para viver os sonhos de Deus, ei de desfrutar dos resultados que causam orgulho, colado com o melhor presente dos céus na terra, morada do meu coração: Jesus em mim.
"Não viva para agradar os outros ou buscando recompensas externas. Viva de acordo com a sabedoria e os princípios que você respeita. Se você precisar da aprovação de alguém, que seja a sua própria."
