Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
O fim da era viking terminou com os nórdicos ajoelhados na frente de uma cruz implorando o perdão de Jesus.
Só queria viver sem ter que atuar, me conhecer sem tem que me aturar; a vida é dura com quem é mole, quem é escolhido não escolhe; fronteiras atravessei pra observar do outro lado o que tive deixado de lado; me vendi por alguns trocados; tive sonhos corrompidos, enfraquecidos por fatos do passado; de que vale a glória da história se hoje não há vitória?
distorceram fatos, manipularam atos. Eu estava presente em cada guerra. Me fiz de independente, mas no fim eu dependia dela, aquela que quando ouço seu nome viajo no agora, me valoriza pelo que eu tenho, me ensina, eu querendo um pouco mais de alegria. Frente afazeres e manias, deveres despedidas, me desfiz em situações elementais, tudo é interesse de um único ângulo ocular, quebrei o gatilho pra não disparar, curar meus vacilos, isso nem existe, tudo visão distorcida, quero aproveitar meus últimos dias de vida, fraqueza que me quebra por dentro. Sou meu próprio alimento, o meu próprio sustento. Sustentando o mundo nas costas, assinando contratos, analisando propostas.
O sujeito descobre que é filósofo quando se pergunta: se Deus existe, o que ele esta fazendo agora?
São tantos questionamentos possíveis, que mesmo que o filósofo passe a vida inteira questionando, sempre haverá uma nova pergunta.
Hoje só queria escrever um poema de alegria, mas como fazê-lo sem curar minhas manias? Aquelas que quando tenho me arrependo, quem sabe esse não é o motivo de eu ter crescido em meio ao desempenho. Meu futuro é o que tenho; tudo que vem de fora vai embora e não demora, só resta a história, derrotas e glórias. Já me desfigurei por dentro na esperança do recomeço; me encontro porque sei o endereço; vendo e pago o preço. Trato logo de me inspirar. A vida é desafio e não há tempo pra desânimo: “claro que há”! Surge uma voz respondendo, exclamando. A vida também é tristeza, não posso fugir da correnteza; logo a frente vejo a queda da cachoeira, pra isso me preparei a vida inteira.
Inspirado por poetas, mente alerta, tranquilo sob a maior das castrofes, entre vírgulas e estrofes, simples feito piscar, triste é viver sem amar, hoje eu só quero sonhar, minha vida imaginar.
O que mais tem é “ROBOCOP” defensor de leis injustas, o que precisamos é de quem as questione e reconfigure o sistema.
Verdadeiro feito feto em desenvolvimento, rimas de estadia, meu espaço, meu invento, tomara que eu alcance meu objetivo, sou calmo, intuitivo, alegre e depressivo, ocioso, as vezes, contemplo visões, em meio a multidão reflexões, ultrajante, viajante de um tempo longínquo, prisma de uma face alinhada, flagelos, elos alinhados, momento em si.
"Não é sobre ser o mais forte no início, mas sim sobre ter a determinação e a perseverança necessárias para se tornar o seu EU mais forte."
A evolução na musculação não é medida pelo peso levantado, mas sim pelo esforço e dedicação diários. Tenha paciência e persistência, os resultados virão!
Lancei um grito de socorro através da poesia e todos aplaudiram sem entenderem que eu estava morrendo...
O hoje é o fruto do cultivo do seu passado. Se for bom, cultive igual, se for ruim, cultive bem, para que seu futuro presente, seja bom.
