Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Pensei em analisar o tempo, os dias, os minutos e os segundos. Pensei em compreender seus efeitos. Aprendi em apenas viver, refletindo e planejando cada passo, ação e atitude. Fiz da vida um eterno aprendizado.
Àquela altura, nós dois já sabíamos que às vezes amar outra pessoa também significa saber renunciar a ela. As renúncias fazem parte do amor, assim como o amor faz parte da vida.
Eu me sinto como a Sarah Connor em “Exterminador do Futuro 2” tentando convencer as pessoas de que robôs são reais.
A sabedoria é a essência da conquista. É iniciada nos sonhos, desenvolvida na coragem, eternizada no tempo.
As pessoas acham que sou desconfiado, mas não é isso. O grande problema é saber em quem confiar depois de tantas decepções.
Amo e sou obcecado em música melancólica, triste e sombria; Hurts, Muse, Lykke Li e Lana Del Rey são minhas devoções. Com o tempo aprendi e vi que a dor é o que mais me encanta em estar vivo. Ela nos faz ver quem realmente somos, o quão desprezíveis estamos e o quão fortes conseguimos ser.
O Brasil não merece o que está acontecendo e sim algo muito melhor.
Antes do tudo vem o nada, depois do nada vem o tudo, mas entre o tudo e o nada e entre o nada e o tudo, existe você, que não existe, porém está presente. O amor não se explica, apenas se sente.
