Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
"- Deixei ir embora o meu grande amor e desde então fico loucamente ouvindo blues, jazz, bossa aos gritos para ver se o teu nome sai da minha cabeça."
Pensei em analisar o tempo, os dias, os minutos e os segundos. Pensei em compreender seus efeitos. Aprendi em apenas viver, refletindo e planejando cada passo, ação e atitude. Fiz da vida um eterno aprendizado.
Cansei de ser bonzinho para quem não me valoriza, cansei de ser um idiota querendo ser amigo de todo mundo e todo mundo me esfaqueando pelas costas.
Disseram que o amor tinha cheiro de rosas, mas na verdade é de cloro. E de hospital, e de medo. E raiva. E impotência. Ainda assim, não consigo esquecer tudo que vivemos até aqui.
As pessoas acham que sou desconfiado, mas não é isso. O grande problema é saber em quem confiar depois de tantas decepções.
Eu me sinto como a Sarah Connor em “Exterminador do Futuro 2” tentando convencer as pessoas de que robôs são reais.
O amor assemelha-se a agricultura... você semeia, Deus rega permitindo-lhe ajudar, e a terra desenvolve em frutos para que seja colhido em seu tempo, e não em tempo teu.
O esperto acha que o bobo é bobo, já o bobo, sabe que continuando a ser bobo, o esperto vai ser também um autentico idiota
