Soneto da Falsidade de Vinicius de Moraes
Clame pelo SENHOR tão alto, que homem algum possa ouvir pois nada eles podem fazer.
Clame o mais alto que puder no íntimo do seu coração, e o Senhor irá ouvir a sua súplica e irá te socorrer.
Você me vê ao se ver em mim
Também me vejo nessa imagem
E nela ficamos bem
Misturamos nossas margens
Deixamos nos levar pelo que vem
Pra só depois, mais tarde, enfim
Sabermos quem é quem
Você me vê, eu sei
Não disfarço bem
Você parece ilusão
Mistério, timidez: não te vejo tão bem
Não conhecemos nosso abraço
Mas nele ficaríamos num laço
Poderia ser nossa toda a eternidade
O infinito e o que ele contém
E depois, viria, então, a vontade
De não ter mais ninguém...
Os enigmas da vida que veio e há de vir, juntamente com minha limitação racional expõe minha pequenez e ignorância para minha consciência.
Com minha nudez combato o orgulho, com a bondade combato a morte, assim como o sangue percorre o corpo e deixa vida em seus caminhos, assim seja meus passos sobre a Terra, carregados de amor e sabedoria de paz, sendo as flores e seus campos verdes o conforto diante o cinza.
Pai, ò Pai, quando me faltar forças, Tu serás cálcio em meus ossos, seja Tu meu pilar, me sustenta e proteja quando a vaidade e a cegueira do poder tentar me assolar, amém!
É tudo uma ilusão.
Faça o bem sem se importar com as circunstâncias de vida de cada um 1️⃣.
Apenas faça o Bem.
A sua recompensa virá de Deus, e nem sempre de quem você ajuda.
Não precisa mostrar-me que é perfeito, ser humano já é o bastante.
Não entregue uma vida cheia de edições e filtros, agindo com coerência já é o suficiente.
Se Deus existe ou não existe, não importa. O que importa é acreditar nele.
Marcelo de Oliveira Pimenta
desde que as coisas mudaram
tenho estado em um eclipse
todos estão perto de mim
mas é como se ninguém me visse
Riz de Ferelas
Livro de poesia Inverno do Coração
aquilo que deixamos de falar um ao outro
ninguém poderá dizer por nós
Riz de Ferelas
Livro de poesia Inverno do Coração
a caneta escreve por si mesma
eu só lhe dou expediente
estou sempre a escrever o poema
que um dia se fará presente
Riz de Ferelas
