Esculpindo a fisionomia da vida. Pincelando tinta dando forma singular ao abstrato. Ondas sonoras ecoam entre obstáculos. Atuações compõem o espetáculo.
Desde a traição, ano após ano Cronos vem se alimentando. Devorando seus filhos. Até que Gaia trama um plano e salva um de seus netos. Esse bebê se chama: Zeus!
Não importa se a reflexão é óbvia, o que importa é se ela é eficaz. É necessário relembrar frequentemente o que já sabemos, o exercício gera automatização.
Que eu questione tudo, menos meu direito de questionar tudo. Ou será que estou errado e só deixo a vida me levar? Sabendo de tudo ou não, que diferença faz?