Soneto Amor Impossivel
Este é o mistério do amor de Deus: ele é grande, mas está escondido nas coisas pequenas, que os sistemas deste mundo desprezam e consideram sem nenhum valor.
Não era amor, era melhor.
Nota: Trecho de crônica de Martha Medeiros.
O amor é um beijo, dois beijos, três beijos, quatro beijos, cinco beijos... cinco beijos, quatro beijos, três beijos, dois beijos, um beijo... e fim, e pronto. Ninguém morre de amor nos trópicos.
Quer me tratar bem? Amém! Se não quiser, vá com Deus, não me procure mais! Amor incondicional é muito bonito. Mas eu só tenho por mim, pela minha família.
O importante na vida são os sorrisos que vc despertou, a caridade que fez e o amor que plantou por onde passou.O resto é detalhe!!
Quem poderá fazer, aquele amor morrer, se o amor é como um grão. Morre, nasce trigo, Vive, morre pão.
O amor é frágil. E nem sempre sabemos cuidar dele. Procuramos fazer o melhor possível. E esperamos que uma coisa tão frágil como esta sobreviva.
A simplicidade cultivada é senha à prática do desapego e sua expressão maior, ao amor devotado sem cobranças ou expectativas.
Na inoscência de quem nada sabe sobre o amor, eu amei sem saber. Tentei esquecer; Pensei ter conseguido. Ilusão. Um Amor assim não se esquece, fica ali, no coração.
A caridade é a mais bela forma de manifestação de amor. Não se restringe à esmola e à ajuda material aos semelhantes. Deve também ser praticada em pensamentos, preces, palavras e ações concretas, abrangendo todas as relações humanas...
Eu acredito que amor eterno exista. Mas não acredito que a paixão esteja sempre lá em cima. Se você está casado há muito tempo, a paixão diminui, você volta a se apaixonar, depois ela volta a diminuir. Faz parte dos ciclos da vida, por assim dizer. Mas eu acredito em casais que se amam para sempre. Talvez o amor mude da juventude, quando é cheio de paixão, empolgação para a maturidade, quando é mais conforto e familiaridade. Qual deles é melhor? Não há um melhor. Amor é amor, e ele oscila.
Cada um de nós escolhe a hora em nossas vidas que decide matar o amor. Matamos por medo, por proteção, por incompreensão, por descrédito ou até por simples massa de manobra de um desapego na maioria das vezes antilógico. Apesar dessas fechaduras, às vezes compreensíveis, fico esperançoso que não seja tarde para desfibrila-lo.
