Somos Passaros de uma Asamario Quintana
Eu era feliz e não sabia
Houve um tempo em que eu era feliz
É tão difícil viver sem você
Você me fez conhecer o amor
Sintonia inexplicável
Difícil de ser relatado
Nosso amor sempre prevalecerá
Seus ensinamentos estarão em primeiro lugar
Obrigado por me fazer te amar
Sempre vou lembrar
As memórias entre nós dois
O tempo nunca apagará
Tempo Bom
Queria voltar atrás
Reviver os bons momentos e me admirar
Me lembro do seu jeito, do seu sorriso
Há quem diga, um dia iremos nos reencontrar
O tempo é o melhor autor, sempre encontra um final perfeito
Mas sem você do meu lado me sinto insatisfeito
Só de pensar me dá uma dor no peito
Preciso seguir em frente
Me lembrando das suas lições dia após dia
No reencontro te abraçarei como nunca havia abraçado
Te pedirei desculpa pela minha rebeldia
Como tal serei teu jornal atualizado
Afinal de tudo, tudo que passamos é aprendizado
Agora do seu lado me sinto abrigado
- Thiago Alves (Homenagem ao saudoso Oliver Alves)
O vento que sentimos jamais será o mesmo, assim também o sentimento, como águas de um rio a correr, ou mesmo a chuva que irriga o viver.
O amor humano e o vento tem coisas em comum, chegam repentinamente, se transformam em tempestade ou se reveste em ódio ou rancor. O amor humano não é amor.
NÃO PODEMOS PARAR DE CATIVAR UM AO OUTRO, SENÃO A VIDA PERDE O SENTIDO! SE ME PERDOAR, ENTÃO ME QUER!
Por isso, existem as cicatrizes. Jamais podemos removê-las de nossa vida, senão esqueceremos a dor e deixaremos de desejar a cura.
Qual magnificência dos mistérios, muitos intangíveis ao saber humano, eis a ciência do universo, ante equivocos e enganos.
Há mais de 2000 anos que humanos se ensoberbecem e desdenham do Cristo Salvador, dão por lenda a maior prova de amor.
Talvez o que vivemos seja um holograma, fruto da verdadeira realidade, um reflexo daquilo que realmente existe. Diante disto, onde encontrar segurança? Em Cristo.
Um negócio é gostar de tudo o que é de bom que existe no mundo material fisicamente, presencialmente, sensorialmente, monetariamente. O outro negócio é gostar muito, mas muito mais das imagens e o que elas representam acima de tudo. Mais do que o próprio mundo material em si.
