Somos Passaros de uma Asamario Quintana
Recebemos da vida aquilo que somos, aquilo que damos, aquilo que preservamos e aquilo que nos importamos. Se quisermos receber, temos que dar, doar e se empenhar o melhor que podemos ser. A vida é um espelho, o seu reflexo é o que emitimos.
A VIDA NOS DÁ A OPORTUNIDADE
A vida nos dá a oportunidade de ser o que somos. De aprender e desaprender de acordo com as nossas regras e leis, depende apenas de nós. Nada é imposto se não aceitarmos. Viver requer sabedoria de entender e decifrar os sinais emitidos todos os minutos.
Há muitas razões de estarmos onde estamos e de sabermos quando chegou a hora de partir, porque as cortinas se fecharão no momento exato de se retirar de cena.
Quando as cortinas se abrirem novamente será a hora de iniciar uma próxima temporada no teatro da vida e aí, sim será o recomeço de mais um ciclo novo.
Assim é a vida, um palco de emoções onde os artistas somos nós.
Sem legenda, a vida passa e nos mostra o quanto somos perfeitos. Vivemos de passagem e sem bagagem para embarcar na próxima estação.
Às vezes fazemos escolhas duras que nos ferem por não conseguirmos abandonar o que somos, o que sabemos e o que temos. Escolho sempre o conhecimento à ignorância, por mais que esta me prometa paz; ela não se compara à lucidez que tenho — ou que penso ter.
Somos 2 polos pra 3 pontos de vista: para quem conhece só o lado positivo, tu és perfeito,
aos que conhecem o lado negativo de vermos a perfeição,
mas pra quem conhece os dois lados #somos #imperfeitos
Humanismo é o reconhecimento de que somos insignificantes no cosmos, mas também é a decisão heroica de ser significativos uns para os outros.
O niilista diz: "Sem deus, tudo é permitido." O humanista responde: "Sem deus, somos totalmente responsáveis por tudo que permitimos."
A maior fronteira epistemológica não está no espaço sideral, mas na interface entre o que somos e os limites neuroquímicos que moldam aquilo que podemos sentir e compreender. Testar esses limites, ampliá-los, contorná-los ou torná-los conscientes é um dos desafios centrais da filosofia do ser na era tecnológica.
O amor não dói por ser intenso, dói porque revela o quanto somos dependentes do reconhecimento do outro.
O universo é o vômito divino, e nós somos os micróbios tentando encontrar um sentido na digestão alheia.
O niilista diz que sem deus tudo é permitido; o humanista entende que sem deus somos finalmente os únicos responsáveis por tudo o que permitimos.
