Somos Passaros de uma Asamario Quintana
Histeria coletiva na igreja
Unção coletiva, onde muitas pessoas sofrem ao mesmo tempo uma doença de sintomas estranhos, fantasiosas, uma droga da humanidade produzida pela religião que é o maior produto da cultura da humanidade. A religião não produziu mais que seres santos para cultivar a doença da alma pelas suas esquizofrenias e delinquências. Essa onda do neopentecostalismo produz também seres desapiedados, hipócritas, charlatões onde atuam de forma soberana, livre, com a ideia do sagrado, do profano, da liberdade e do livre arbítrio possuídos por um deus criado pelo próprio. Os efeitos são devastadores e corrompe a mente humana como distorção da verdadeira fé do poder de si para a falsa fé transcendental mágica de um deus magnificamente fantasioso.
A. Valim
Deus é uma ideia, um conceito, um parâmetro para distinção do bem e do mal e dos valores morais, uma verdade divina que em geral sobrepõe todas as outras verdades.
Para evitar a minha eterna punição e expulsão do paraíso vou cumprir uma pena conforme julgamento prévio. Ocupar-me de um lugar cadavérico, fúnebre para valer a moral cristianista. Para toda a grandeza do feito um sacerdote me consagrará como manda o ritual das últimas horas. Seria a minha maior oferta de sacrifício oferecida através de uma degeneração desagradável que ninguém almeja para findar uma vida. Nessa teologia neopentecostal da prosperidade não me encaixaria com a perfeição que requerem, pois acredito que descabe o ritual ofegante em plena vida para a remissão dos meus supostos pecados.
A bíblia é uma ferramenta para a manutenção da espiritualidade, nela há uma consciência de culpa, pecado e castigo contra a consciência de libertação do homem.
Geneses: uma fantasiosa forma de criar algo a partir do nada. Se tudo isso for verdade o deusão todo poderoso é muito bom e muito mal mesmo, digo é um criador genocida. Trabalhou seis dias inventando coisas, descansou no sétimo dia, deixou o descanso em uma confusão entre o sábado e o domingo, depois Deus apareceu outras vezes para alguns privilegiados e sumiu, descansa no oásis criado a seu bel prazer, envelheceu e como diz Nietzsche “está morto”. Para o ser humano há uma absurda necessidade de remédio milagroso dado por mãos sagradas de entes mortos para o fim de toda a impertinência. “Deus tiranossauro Rex está morto” ele viveu entre homens de sua época e hoje está sobre o ponto mais elevado que os homens neopentecostais os colocaram.
Deus fez pessoas diversas, um de barro, uma de costela e depois nasceram o bom e o mau. A diversidade perpetuou.
Os dez mandamentos (bíblicos) são uma ética consensual para a moral na religiosidade e para a sociedade, esses mandamentos produzem os vícios da humanidade, são princípios encontrados em livros sagrados e são amplamente debatidos em reuniões semanais redigidos por quaisquer com poder da falácia e o mínimo de liderança sobre indivíduos predispostos e suscetíveis.
A evolução é evidente, mas a escravização da mente é milenar porque há na doutrinação uma norma eclesiástica (hereditária) para a conduta de vida humana.
Há uma impossibilidade de atingi-los uma igualdade entre indivíduos, sendo que a igualdade é inconveniente, tão difícil seja o reconhecimento dessa igualdade no outro.
A TRINDADE (pai, filho e espirito santo) é uma invenção cristianista com a finalidade de captar discípulos atribuindo ao batismo, o OVO é uma esfera com casca, clara e gema...
Deus amaldiçoou todo seu povo porque comeram uma maça, mas entregou um filho para o sacrifício em benefício do mesmo povo.
O espírito é apenas uma capacidade de armazenamento virtual dos anseios, pensamentos, sonhos e angústias.
Para a paz contemporânea da política teocrática, há enorme necessidade de armamento, uma arma acima de Deus.
As religiões provocam uma cegueira que mantém alienado o indivíduo a pertencer obrigatoriamente ao sistema e desse modo o indivíduo se manifesta em favor porque a oposição representa castigo e morte.
Jesus está morto, Deus não! Para tanto o Natal de luzes para simbolizar o nascimento e uma cruz como máxima das simbologias de uma tragédia anunciada. Deus o todo poderoso cheio de dotes colocou o homem sobre um muro em todas as suas peculiaridades para utilizar-se do livre arbítrio, mas conforme o lado em que cair ele usará de seu poder de condenação.
Sobre o nascimento de um salvador ainda requer dúvida na função “salvação da humanidade”, porém a morte desse filho permitida aos olhos do pai é o ápice para as crendices. “Com deus não se brinca”, frase jargão, do tipo religiosamente correta, para fazer valer a máxima em um possível castigo dos deuses. A humanidade não segue religiosamente os ensinamentos de Deus, desde Eva e Adão, então ele já acabou com o mundo em fogo. Não sendo possível melhorar o mundo com o milagroso nascimento de Jesus, Deus permitiu a maior atrocidade já feita a um ser humano, dado ao sacrifício e morte em benefício do mesmo povo já condenado; de nada adiantou!
Faz-se necessária uma nova ideia ou à vinda de um deus todo poderoso raiando sobre nuvens, até mesmo um fogaréu do inferno, por que já se acostumou com essas ideias, acaso enviar mais um filho será de tamanha crueldade e fim, porque nada é superior a ridicularidade e vontade do ridículo homem.
Amauri Valim.
