Somos Ligados pelas nossas Alma
Nada é importante a menos que você queira que seja. A importância de todas as coisas somos nós quem determinamos, eis o motivos de costumes e pessoas ficarem perdidos no tempo que se passou. Ao decorrer de sua vida várias coisas que você não se imaginaria sem deixam de importar tanto assim para você, por exemplo, aqueles amigos inseparáveis que hoje você se quer sabe por onde estão. Nada é tão importante que não passe. Se não foi escolha sua deixar alguém perdido no passado, você foi essa escolha feita por outra pessoa. Só nos cabe aceitar que ciclos se iniciam e se fecham.
Às vezes, nos enganamos quando achamos que somos livres e felizes num mundo sem regras e sem limites; somos iludidos, arrastados e até felizes por um tempo. Até percebemos que a suposta liberdade, na verdade é uma prisão. Uma prisão repleta de medo e vazio, onde as coisas te dominam e as pessoas te sugam.
Não se deixe enganar pelo reluzente. Venha para um lugar seguro, venha para os braços de Deus.
Cada um vive a vida que merece ter, pois tudo que acontece conosco, somos nós quem atraímos. Para mudar o universo de fora é preciso antes mudar o de dentro!
E como feridas que importam e exportam dores e sentimentos. somos na maioria bons seres humanos. Somos carinhosos, temos alguma paciencia – por vezes esgotadas - caminhos desafiadores. Corações ja dedicados, amores ja vividos, rostos expostos a inerts confissões, Sempre, Sempre e Pra Sempre...
Depender demais de si mesmo, não é nada bom. Somos imperfeitos, confusos e às vezes, bem difíceis de lidar e entender. Confie em si mesmo, tenha fé em si mesmo, mas não se acomode nessa situação; por mais sábios e bons que sejamos, a única base perfeita e firme, é Deus.
"Para muitos somos lunáticos, para outros grandes conquistadores. Mas o que somos na verdade é: Artistas e operários, estudantes e esportistas, somos união da juventude socialista."
Nesse mundo somos réfens de medo casas pareçem jaulas criminosos nas ruas e prendem inocentes em casa.
Todos nós somos, ao menos um pouco individualistas quando o que está em jogo é a nossa própria felicidade.
Somos todos dementes, ora em alto ou baixo grau. Só não somos dementes nos instantes que olhamos para nosso interior, oramos com fervor ou estamos em coma.
"Somos capazes de realizar muitas coisas por nós mesmos, que sequer julgamos capazes. Às vezes, precisamos apenas de um empurrãozinho."
"Somos sempre desafiados a procurar caminhos novos e buscar novos conhecimentos no desconhecido. Os tempos de mudança testam a nossa capacidade de ousar, de sair do lugar comum que nos mantém aprisionados e nos impede de conseguir um futuro melhor e diferente."
"Somos como a árvore que, com todos os seus defeitos, julga ter a certeza das coisas e, por se julgar certa, não faz mudanças em sua vida."
Mais atenção
Quando nos relacionamos somos egoístas e queremos total prioridade e atenção. Não pensamos no bem estar do outro, que talvez esteja precisando de muito mais atenção do que nós. Não buscamos sorrir e assim deixamos prevalecer o mau humor numa cara fechada e sem motivos. A alegria que dividimos com o outro nos faz muito bem, além de nos trazer a certeza de estarmos deixando alguém mais feliz com a nossa presença. A beleza de cada ser é externada através de uma alma leve e solidária no relacionamento com o próximo. Pois quando agimos com incoerência maltratamos o outro e a nós mesmos, ficamos ranzinzas e perdemos o prazer da vida. Vejo na alegria e no bom humor a chance de sermos mais felizes e realizados em nossas vidas! Portanto, pense no que é melhor para você e para os que lhe cercam... Daí, sugiro que sempre que puder, faça reflexão do seu comportamento e dos lugares onde anda.
O sentimento e as lembranças que ficam de cada história. Todos nós erramos, julgamos mal, somos bons e somos cruéis, amamos, sofremos, tivemos momentos alegres e outros às vezes tão tristes. E todos um dia não tiveram coragem e hoje se arrependem, ou não. Todos já fizeram uma coisa quando o coração mandava fazer outra. Então qual a moral disso tudo? Vá à luta! Antes que seja tarde! Bola pra frente! Não continue pensando nas suas fraquezas e erros. Daqui por diante, faça um acordo consigo mesmo e lute! Não abaixe a cabeça! Faça tudo que puder pra ser feliz hoje. Releve. Esqueça. Não deite com mágoas no coração. Não durma sem fazer ao menos uma pessoa feliz. E comece com você!
Somos anjos com várias missões,
Somos anjos de amor, de paz, de alegria, contudo cheios de emoção...
Somos anjos vindos de todo lugar...
Somos anjos capazes de amar, de se dar, de se doar...
Somos anjos que respira, que abraça e acaricia...
Somos anjos de ouvir, de falar e também de cantar...
Somos anjos amados, e algumas vezes ignorados...
Somos anjos que as vezes choramos e algumas vezes lamentamos
Somos anjos fortes que por tantas vezes enfrentamos a morte!
Assim, são os anjos da terra criados, amados e fortalecidos no Espirito Santo por Deus.
Estamos em um tempo em que
o que somos, o que pensamos, o que queremos
não faz a mínima diferença.
Talvez por ser mais comudo
fecharmos os olhos para a realidade
a realidade de que somos
dominados por grandes influências
como a mídia, o governo,
enfim a massa poderosa do nosso país.
Somos lixos, lixos reaproveitáveis, que raramente reaproveitam, mas nada mais nem nada menos do que lixos.
Somos amigos
Eu queria um beijo, um abraço de saudades com sinceridade. Externalizar enfim, aquilo que há de abstrato em mim. Sobre você. Temos tão pouco tempo por aqui, hoje tudo é tão moldável. Fluído numa correnteza fria de sentimentos frouxos. Segmentado em classes e posturas onde o vil metal prevalece. Queria, amigo que sou, ser irmão na presença transcendente que não posso aqui explicar, e que distância alguma, esquecimento meu, teu tu terás.
Quando somos reavivados, é como se nosso passado deixasse de existir. O encaramos como algo distante, mas mais do que isso; como se houvesse acontecido em outra vida. E não nos restam traumas nem feridas expostas. Porém, algumas vezes o que sentimos é um Déjà vi: nos deparamos com pessoas cometendo os mesmos erros que já cometemos e nos sentimos mal, como se fosse como cada um de nós, outra vez (...)
