Somos Ligados pelas nossas Alma

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A beleza é superficial e por dentro nós
somos todos iguais.

Recomeço

A verdade é que as vezes somos podados desde sempre, vagarosamente, sem perceber... Um pedacinho de cada vez... Uma folha aqui, uma flor ali... Mas devemos ser justos, nem sempre é uma poda intencional. Fazem pensando no nosso bem. O problema é que um belo dia acordamos e vemos o pouco que nos restou. Ficamos perdidos, não temos identidade, não somos alguém que possamos reconhecer... É nesta hora que devemos buscar ajuda para iniciar um recomeço, cultivar a autoestima, deixar florescer o que somos, manter alguns medos afastados... Existe uma frase que diz: "Viver é construir-se lentamente, até fazer-se". É isso, eu acredito nela. O mais difícil quando temos de nos refazer é descobrir por onde começar... Porém é um dever de amor para conosco tentar este recomeço...

Nosso Jardim é um cemitério clandestino,
Somos dois lírios sem comunhão, fora do ninho.
Se bem quis assim o irrefutável Jardineiro,
Resta-nos chorar o que soa trágico: nosso destino!
Lamentos maiores guardaremos aos dias que virão...

Como não podemos mensurar o espaço, somos obrigados a chamá-lo de infinito.

A conscientização ambiental resultante da percepção de que somos parte de um todo e não meros entes supostamente superiores, alheios e exploradores, modificará nossa relação com a natureza, nosso "próximo" não semelhante.

Algumas pessoas amadurecem, outras apodrecem. Às vezes crescemos, mais nunca mudamos, somos quem somos e isso é imutável.

"Eu não almejo ser eterna,
pois eu já sou imortal!
Somos seres espirituais vivenciando
momentos dentro da eternidade

Joelma Siqueira

Nós somos únicos, porque somos a mistura de vários

Nós não crescemos quando as coisas estão fáceis ; nós crescemos quando somos confrontados com os desafios.

Quando estamos indignados sozinhos, somos apenas um qualquer, mas quando somos muitos e temos ações, mudamos o mundo!

Somos opostos, mais também somos iguais. A moto e o carro são opostos, mais os dois tem rodas. A lua e as estrelas são opostos, mais os dois brilham. Opostos, se combinam.

Somos ponto de vista e sua essência.

Durante dias tentando encontrar respostas para saber o que tínhamos em
comum, parece que somos semelhantes com ausências.

porque somos humanos, não vemos as coisas como realmente são, mas como elas nos parecem ser.

Somos todos donos do nosso destino, escolhendo, a cada momento, uma das infinitas possibilidades que o universo nos oferece para realização de nossas vidas.

Não somos obrigados a gostar de ninguém. Também não devemos desrespeitar, só porque não gostamos. Uma dose de respeito e uma certa distância já é o bastante.

Ora temos nossa oração respondida por Deus, ora somos a resposta de Deus para oração de alguém.

Somos medíocres, frustrados, intolerantes, impacientes, ainda que tentemos controlar todas as angústias e, principalmente, atribuir a culpa a um demônio qualquer. Perdemos a inocência. Substituímos-lha pela malícia. E isso não nos protege de nós mesmos. Não mesmo!

Não somos apenas uma pintura no cenário da vida.

LIMITES...PAIS E FILHOS

LIMITES

Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história.

O grave é que estamos lidando com crianças mais "espertas", ousadas, agressivas e poderosas do que nunca.

Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.

Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos...

Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos.

Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.

E, o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos (às vezes sem escolha...) que nossos filhos nos faltem com o respeito.

À medida em que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical, para o bem e para o mal.

Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens e os tratavam com o devido respeito.

E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. Mas, à medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeitem.

E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver.

E, além disso, que os patrocinem no que necessitarem para tal fim.

Quer dizer; os papéis se inverteram, e agora são os pais quem têm que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado.

Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para ser os melhores amigos e "dar tudo" a seus filhos.

Dizem que os extremos se atraem.

Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.

Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter, e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão.

Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.

Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade.

É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.

Os limites abrigam o indivíduo.

Com amor ilimitado e profundo respeito.

(Monica Monasterio (Madrid-España)