Somos Frutos de uma Geracao
O que você vai deixar para sua geração, amor, alegria, medo, raiva, conquistas, derrotas? Um pouco de tudo, pois tudo isso faz parte da vida!
Se isso servir de experiência para incentivar alguém, você deixou muito!
Questionando o sentido para tantos normais
A geração que aprecia comprimidos para dormir e café para acordar
Onde morrer é melhor que se importar
Você consegue não desistir? Sim
Você está bem? Sim
Você vai continuar neh? Sim
Mas continua recusando todos os motivos para se viver.
GERAÇÃO NERD VELHINHA
Minha vida era um link iluminado
Eu vivia como um nerd desalmado
Palhaço das perdidas conexões
Cheio dos bugs falsos da alegria
Andei cantando a tecnologia
Entre as fibras óticas das paixões
Meu laptop no alto da Paulista
Era do mundo a minha melhor vista
Festa de algoritmos que acabou
E hoje, quando na nuvem olho um ovni
Do meu computador 365 sinto saudade
HD - Cérebro Eletrônico que voou
(Se você escrever a segunda parte, faremos uma bela parceria!)
Eles são da geração sem lei, cujo mundo acabou antes mesmo de começar. Quem sabe do que são capazes?
Nova geração
O mundo não me permite ser criança para sempre, então vou crescer amostrando o meu melhor; para os que me olharem vão ver eu
crescer
e
florescer
E quando eu crescer, eu vou me esforçar para o melhor eu ser, por que
as pessoas do mundo continua a sofrer ao seu envelhecer; e eu quero poder muda-lo, para que laços de famílias não venham mas se romper a cada dia eles venham se fortalecer
A cada fase do meu florescimento eu venha aprender a apagar as mágoas do passado, e viver o presente mesmo se ninguém me amar ou me da carinho que o ódio não venha vir em forma de depressão, mas que eu aprenda a lidar com a solidão mesmo que seja sozinho.
A geração que mais tem acesso à informação é, paradoxalmente, a mais afundada no lamaçal da ignorância.
Chutar o pau da barra é coisa para os fracos da minha geração de acampamento. Hoje, para dialogar com a geração Z, com etaristas, mercantilistas, e geração nem-nem; às vezes, é preciso chutar a coluna do prédio. O problema é quebrar o pé e ter que correr para não morrer soterrado.
No emaranhado virtual, laços se desfazem ao vento,
Nossa geração imatura, em busca de afeto e alento.
Relacionamentos líquidos, como água entre os dedos,
Escorrem por entre as mãos, deixando vazios segredos.
Apressados, esquecemos que o amor pede tempo e cuidado,
Na pressa, sentimentos genuínos são muitas vezes apagados.
Que possamos crescer, florescer em sabedoria e tato,
Construindo relações sólidas, forjadas com afeto exato.
Geração pode ser o conjunto de pessoas que vivem numa mesma época, ou às condições de um ser humano gerar o seu semelhante ou ainda pela física nuclear o conjunto de nêutrons liberados a um só tempo quando se provoca a fissão de um núcleo atômico. UAL! Eu nasci na geração Coca Cola, aprendemos a comer alguns lixos enlatados, mas eram alguns, hoje parece que quase tudo é lixo e aprendemos a valorizar nossos direitos, mas ainda existia respeito. Vamos pensar na geração Android ou Iphone fixados numa tela de celular, vivemos na era digital e tecnológica, em constante transformação, a cada segundo desatualizados, correndo o tempo todo para não ficarmos para trás. Engolimos muito mais que enlatados, engolimos lixo eletrônico, e sobrevivemos de teclar o tempo todo, de cabeça baixa, sem olhar um passo necessário que se tem que dar para frente e almejar novas conquistas, é onde vivemos o perigo de tropeçar no próprio destino e acabamos esquecendo de priorizar o ser orgânico pois somos carne, osso, alma e puro pensamento.
Essa é a geração que mais acredita possuir pensamento crítico, e por isso alcançou a magnificência do pensamento crítico que não critica nada, mas censura tudo o que não for conveniente para sua falta de moralidade.
As pessoas desta geração parecem acreditar que se valorizam quando mostram o corpo e o modificam, mas é o contrário. O corpo é a segunda coisa mais importante que possuímos, sendo primeiramente a nossa alma, o nosso espírito, quem de fato somos, e a segunda é o nosso terreno biológico ou a armadura do nosso espírito, o corpo. Então sendo o corpo tão importante para nossa vida, devemos buscar protegê-lo cuidando para que não apodreça, e não mostrá-lo, principalmente suas partes mais íntimas, deixando-o desprotegido, nem degradá-lo com alimentação modificada geneticamente, pois estar-se-á desvalorizando e destruindo a si próprio.
Vivo na pior geração. Aquela onde a falta de educação impera. Onde o Egocentrismo, as Aparências & a Falsidade são válidas para se obter um 'status quo'. E mais do que isso, onde as pessoas só usam o nome de Deus para se promover e aparecer. E claro não se pode esquecer: aquela que pra ser 'alguém' convém inferiorizar os outros e seguir modinhas desastrosas
O POEMA DAS CRIANÇAS TRAÍDAS
Eu vim da geração das crianças traídas
Eu vim de um montão de coisas destroçadas
Eu tentei unir células e nervos mas o rebanho morreu.
Eu fui à tarefa num tempo de drama.
Eu cerzi o tambor da ternura, quebrado.
Eu fui às cidades destruídas para viver os soldados mortos.
Eu caminhei no caos com uma mensagem.
Eu fui lírico de granadas presas à respiração.
Eu visualizei as perspectivas de cada catacumba.
Eu não levei serragem aos corações dos ditadores.
Eu recolhi as lágrimas de todas as mães numa bacia de sombra.
Eu tive a função de porta-estandarte nas revoluções.
Eu amei uma menina virgem.
Eu arranquei das pocilgas um brado.
Eu amei os amigos de pés no chão.
Eu fui a criança sem ciranda.
Eu acreditei numa igualdade total.
Eu não fui canção mas grito de dor.
Eu tive por linguagem materna, roçar de bombas, baionetas.
Eu fechei-me numa redoma para abrir meu coração triste.
Eu fui a metamorfose de Deus.
Eu vasculhei nos lixos para redescobrir a pureza.
Eu desci ao centro da terra para colher o girassol que morava no eixo.
Eu descobri que são incontáveis os grãos do fundo do mar
mas tão raros os que sabem o caminho da pérola.
Eu tentei persistir para além e para aquém do contexto humano,
o que foi errado.
Eu procurei um avião liquidado para fazer a casa.
Eu inventei um brinquedo das molas de um tanque enferrujado.
Eu construí uma flor de arame farpado para levar na solidão.
Eu desci um balde no poço para salvar o rosto do mundo.
Eu nasci conflito para ser amálgama.
II
Eu sou a geração das crianças traídas.
Eu tenho várias psicoses que não me invalidam.
Eu sou do automóvel a duzentos quilômetros por hora
com o vento a bater-me na cara
na disputa da última loucura que adolesceu.
Eu sou o anti-mundo à medida que se procura o não-existir.
Eu faço de tudo a fonte para alimentar a não-limitação.
Eu sei que não posso afastar o corpo que não transcende
mas sei que posso fazer dele a catapulta para sublimar-me.
Meu coração é um prisma.
Eu sou o que constrói porque é mais difícil.
Eu sou o que não é contra mas o que impõe.
Eu sou o que quando destrói, destrói com ternura
e quando arranca, arranca até a raiz
e põe a semente no lugar.
Eu sou o grande delta dos antros
Os amigos mais autênticos são as águas que me acorrem.
Eu sou o que está com você, solitário.
Quando evito a entrega, restrinjo-me.
Quando laboro a superfície é para exaurir-me.
Quando exploro o profundo é para encontrar-me.
Quando estribo braços e pernas na praça sobre o não alterável
É para andar a galope sobre a não-liberdade.
III
Sem bandeira que indique morte qualquer,
avanço das caliças.
Sem porto fixo à espera, nem lar de maternas mãos
ou rua de reencontro.
Ostento meus adeuses.
Sem credo a não ser à humanidade dos que me amam e desamam,
anuncio a catarse numa sintaxe de construção.
Eu escreverei para um universo de concessões.
Eu saberei que a morte não é esterco,
mas infinda capacidade de colher no chão menor adubado,
que poderei sorvê-la como à laranja que esqueceu de madurar,
que serei alimento para o verme primeiro da madrugada,
que a vida é a faca que se incorpora em forma de espasmo,
que tudo será diferente, que tudo será diferente, tão diferente...
Eu quero um plano de vida para conviver.
Eu ostentarei minha loucura erudita.
Eu manterei meu ódio a todos os cetros, cifras, tiranos e exércitos.
Eu manterei meu ódio à toda arrogante mediocridade dos covardes.
Eu manterei meu ódio à hecatombe de pseudo-amor entre os homens.
Eu manterei meu ódio aos fabricantes das neuroses de paz.
Eu direi coisas sem nexo em cada crepúsculo de lua nova.
Eu denunciarei todas as fraudes de nossa sobrevivência.
Eu estarei na vanguarda para conferir esplendores.
Eu me abastardarei da espécie humana.
Eu farei exceções a todos os que souberam amar.
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