Somos Frutos de uma Geracao
O mundo sobrenatural é sem duvidas muito desorganizado, porque para eu ter nascido nessa geraçao (anos90), alguma coisa bem errada aconteceu.
Celular
Meu mundo está no celular.
Sou a geração da INTERNET.
Meu mundo é virtual....
Não tenho tempo pra ninguém.
Vivo conectado nessa rede.
Meus amigos estão na minha máquina.
Não há mais bate-papo no bar.
Amigos no Facebook, tenho aos montes.
Não perco tempo nos parques...
Vivo vinte e quatro horas ligado!
Meu planeta é digital... Mágico!
Meu aparelho é minha vida.
Não vivo sem o meu E-mail,
Meu Bluetooth, Meu Instagram,
Meu Twitter e meu WhatsApp.
Sem essa mídia não sou ninguém.
Minha família está toda conectada.
Conversamos pelo celular...
Em casa, não tem mais aquela mesa
de almoço ou de jantar...
Ninguém tem mais tempo!!!
Faço parte dessa massa dominada.
Sou a "galera" da informatização.
Meu mundo globalizado, real, é virtual.
Sou a Nação dessa megalomania,
Sou a geração dessa nova ordem social.
Geração distante
"Um geração que se preocupa demais com as vitrines, um dia esquecerão as promessas".
Que sejamos a nova geração, aquela a qual, quebrará os padrões de pobreza mental espiritual e física!
O Lambebotismo
Geração comprometida com o aparência, vida fácil, esquemas e queimar o próximo para se dar bem perante ao chefe.
Os dia que corem o profissionalismo, o zelo e ética que se marimba...
O espírito de O Lambebotismo virou um sistema, nos hospitais, repartições publicas, na politica, nas forças de defesa, onde tudo vale para si dar bem.
O lambe-botas ri consigo, cria agitação, parece teu grande amigo e no final do dia vai ao chefe queima-te ainda troca tudo.
Mais digo vos quando as botas de chefe acabar de tantas lambidelas caíras com ele também, por isso mais val ser profissional, mostre oque vales de verdade, quando o chefe for e tu continuas o mesmo profissional de sempre .
Como não conseguimos multiplicar pães e peixes, saciemos a fome de fé dessa nossa geração com o nosso exemplo de resignação, perseverança e solidariedade, e tudo o mais faremos acontecer!
João Batista ficou trinta anos no deserto com Deus e seis meses pregando. A geração de hoje quer ficar seis meses com Deus e trinta anos pregando, por isso temos uma geração líquida.
Se Jesus voltasse pra geração do secúlo vinte e um, os teólogos das escatologias da vida, diria para ele: Jesus volta para o céu, porque ainda não se cumpriu as profecias legais para o senhor voltar.
Diga às crianças
Nós [contaremos] para a geração que virá os louvores do Senhor. - Salmo 78: 4
Imagine uma noite no antigo Israel. O trabalho do dia está terminado, a refeição está terminada e a família está reunida em torno de uma pequena fogueira que afasta o frio da noite e lança um brilho suave em seus rostos. É hora da história.
Pai e avô se revezam em relação aos filhos os "louvores do Senhor" (Sl 78: 4). Eles falam da jornada de Abraão. Eles falam de Isaac. Suas vozes ganham vida quando contam sobre o velho Jacob. Eles se lembram de Moisés e Josué e Elias e do grande rei Davi. Eles contam a história de sua própria família. E todo o tempo eles concentram sua atenção nas obras poderosas de Deus em favor de Seu povo.
É assim que os homens judeus cumprem sua responsabilidade de contar a próxima geração sobre o Senhor. Eles haviam sido informados por seus pais, que haviam sido informados por seus pais.
Nossos filhos precisam saber sobre Deus. Eles precisam aprender conosco sobre Seu amor, Sua fidelidade e Sua graça. Eles precisam nos ouvir sobre os tempos em que Ele entrou em nossas vidas para proteger e prover.
Então junte seus filhos e filhas e netos. Relate a eles como Deus trabalhou em sua vida. Cumpra sua responsabilidade e diga às crianças.
Sugestões de Ação
Reserve um tempo hoje para contar a seus filhos ou netos como você conheceu a Cristo como seu Salvador pessoal. Diga-lhes como Deus respondeu a uma oração específica.
Um pai piedoso é o melhor guia de uma criança para Deus. David C. Egner
Crianças e Discípulos
Como o movimento vaivém de um relógio, cada nova geração reage como um pêndulo aos “pecados dos seus antecessores”. Por mais gratos que sejamos pelos bens que herdamos, estamos prontos a “corrigir” as falhas que enxergamos em nossos pais.
Parece-me que isto está ocorrendo pela maneira como uma geração emergente enxerga a salvação e o crescimento espiritual.
Muitos jovens seguidores de Jesus acreditam que, no passado, dava-se muita atenção em ajudar outros a “serem salvos” através da decisão de receber a Cristo como Salvador. Nos dias de hoje, uma jovem e crescente comunidade espiritual prefere pensar em tornar-se um discípulo de Cristo. Ao invés de focar-se no livramento de um futuro julgamento, esta geração emergente vê a necessidade de submissão de todas as áreas da vida à influência e controle de Jesus como Senhor.
A nova perspectiva é importante. Muitos jovens evangélicos atuais cresceram em igrejas que não enfatizavam “discipulado” e “vida no reino”. Esses jovens reagem contra uma geração que se preocupava mais em ajudar outros a prepararem-se para a eternidade, do que em atender as necessidades de suas vizinhanças.
Na verdade, no entanto, os pais e avós dos jovens evangélicos de hoje estavam reagindo ao liberalismo e ao evangelho social da geração que lhes era antecedente. Seus esforços para esclarecer a necessidade de uma fé pessoal em Cristo e de crescimento na esperança da promessa do Seu retorno, os tornaram desconfiados por qualquer preocupação social ou ambiental.
Agora, novamente, o pêndulo está oscilando em outra direção. Em reação àqueles que veem a salvação como uma decisão de fé do tipo “uma vez salvo sempre salvo”, muitos jovens evangélicos discutem sobre o significado de trazer as necessidades de nossos vizinhos a Jesus. Ao invés de enfatizarem uma “decisão” de receber a Cristo, falam de um processo e jornada de fé que desvia nosso olhar do futuro para o presente; ao comprometimento com a cultura, não com a separação, e de ser salvo para a eternidade com o objetivo de trazer algo do eterno à terra.
À medida que são feitas as correções necessárias, é importante não perdermos algumas distinções muito claras que as prévias gerações já tinham alcançado.
Qualificações para os Discípulos — Jesus deixou bem claro que Ele pedia aos Seus seguidores que fizessem mais do que simplesmente decidir crer que Ele era o tão esperado Messias e Filho de Deus. Ele disse: “O discípulo não está acima do seu mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu mestre” (Lucas 6:40).
Ele disse, “E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo. Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?”(Lucas 14:27-28)
Seguir Jesus envolve mais do que simplesmente apreciar as maravilhas do Seu perdão. Segui-lo nos desafia a colocar Cristo, Seu corpo, e Sua missão acima de todos os nossos compromissos naturais com o lar, trabalho e felicidade.
Esta chamada ao discipulado representa o nosso objetivo em sermos à imagem de Cristo, ao permitirmos que o nosso maior desejo seja juntarmo-nos a Jesus em Sua oração: “dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua” (Lucas 22:42). Este é o tipo de fé que nos capacita a seguir Jesus em nosso próprio momento e em nosso ambiente de convivência. No entanto, não é este o compromisso radical que nos faz nascer na família de Deus.
O que é necessário para nascer em Sua família — Por mais importante que possa ser o crescimento à semelhança de Jesus, as Escrituras também nos falam sobre a importância de primeiro tomarmos a decisão de confiar nele como Senhor e Salvador. Vemos isto acontecer com um dos ladrões que foi crucificado ao lado de Cristo. Ele não teve tempo para tornar-se um discípulo. O melhor que poderia fazer naquele momento era reconhecer sua própria culpa, voltar-se para Jesus, e dizer, “Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:42-43).
Há também o prostrado pecador, que no templo orou dizendo: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” E Jesus disse que este homem “desceu justificado para sua casa” (ele foi declarado justo aos olhos de Deus, Lucas 18:13-14). Há também o carcereiro de Filipo que clamou a Paulo e Silas, “Senhores, que devo fazer para que seja salvo?” e eles responderam: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo” (Atos 16:30-31).
Muitos outros textos acrescentam que: “sem mérito”, e somente “pela fé” nas provisões de Deus para a nossa salvação podemos nascer “na família de Deus” (João 3:16; 5:24; Romanos 4:5; Efésios 2:8-9; 1 João 5:13).
A resposta é por: ambos/e — A salvação pessoal é o alicerce para a nossa fé espiritual e posicionamentos. Somente ao encontrarmos o perdão, a identidade “em Cristo”, podemos encontrar o sentido de segurança e paz que nossos corações almejam.
No entanto, de acordo com o Novo Testamento, o nosso nascimento na família de Deus é o início —, e não o objetivo final de nossa fé.
Tão importante quanto era para a geração anterior esclarecer a decisão sobre a fé salvadora e a esperança de um reino vindouro, a nova geração está correta ao enfatizar as diversas consequências que estão envolvidas em ser discípulo e seguidor de Jesus nos dias atuais.
Paulo não escreveu somente sobre a salvação pela fé, mas também sobre a necessidade de um comportamento que seja: “a fim de ornarem, em todas as coisas, a doutrina de Deus, nosso Salvador” (Tito 2:10). Desta maneira, muitos jovens evangélicos estão tornando visível a sua fé em Jesus. Através de suas preocupações por justiça social e reconciliação racial, demonstram que ouviram o que Jesus falou sobre o Bom Samaritano. Em suas preocupações com o meio ambiente, muitos estão demonstrando que ainda creem que “este é o mundo de nosso Pai”.
Mais uma vez, o desafio será recolocar o pêndulo no centro e pular fora no momento em que as decisões pessoais que envolvem salvação e uma vida de constante aprendizado e atitudes de discipulado estiverem em saudável equilíbrio.
Pai celestial, por favor, ajuda-nos a descobrir o que significa viver como um cidadão dos céus — enquanto demonstrarmos a nossa preocupação e cuidado com nossa geração, assim como o Senhor demonstrou pela geração do Seu tempo aqui neste mundo. Mart DeHaan
A grande muleta da solidão da geração do século XXI é o telemóvel, passamos mais tempo nas redes sociais do que estar com amigos e a família.
A geração atual pode ser descrita com a frase '' Corpo Sarado '' '' mentalidade vazia e medíocre '' ; incansável em ridicularizar os que não se encaixam aos seus padrões de
'' beleza'' doentios e desumanos.
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