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Somos Frutos de uma Geracao

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Não perca tempo tentando calar os falsos e ingratos; eles serão calados pelos seus frutos...

Eu não espanto os pássaros da árvore que me deu frutos amargos.

As sementes da vida,outrora plantadas, germinarão, crescerão e darão frutos,cuidado na hora de plantar , porque na hora da colheita não haverá engano, você colherá o que plantou.

Os homens são como árvores. Ao se casarem dão flores, ao terem seus filhos dão frutos, e cabe a ele cuidar dos frutos para ficarem doces e não azedos. O seu grande fertilizante deve ser o amor.

Pelos frutos conhecereis.

Os galhos mais altos das árvores são os mais fracos, é onde os frutos mais lindos crescem e, geralmente são reservados para àqueles que sabem voar.

"A árvore não prova a doçura dos próprios frutos,
o rio não bebe suas próprias ondas,
e as nuvens não despejam água sobre si mesmas:
a força dos bons deve ser usada para benefício de todos."

A cidadania se constrói com a convivência, cabe a educação despertar os seus frutos.

“Jesus disse: conhece-se a árvore boa ou má, pelos frutos.” Cada um dá aquilo que têm, não podemos esperar maçãs, de um limoeiro, assim como o monge não esperou carinho do escorpião.

Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções. Alguns perseguem a felicidade, outros a criam…

A sabedoria é regada pelo silêncio e seus frutos são colhidos pela sensatez.

ELOGIO DO BEM

Amigo, faze o bem: esse prazer dispensa a maior recompensa.

— Aqueles frutos saborosos que o teu vizinho colhe, às vezes, a cantar, custaram, com certeza, os trabalhos penosos de alguém que já sabia que nunca, em sua vida, os colheria...
Mas nem por isso mesmo os deixou de plantar.

As árvores mais antigas dão os frutos mais doces

“A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces.”

⁠Semeie amor pela vida, para que no futuro colham lindos frutos !!

O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
OS FRUTOS QUE REVELAM O VERDADEIRO CRISTÃO
A instrução espiritual contida no capítulo 18 de O Evangelho Segundo o Espiritismo apresenta uma das advertências morais mais penetrantes de todo o ensino cristão. A frase do Cristo, preservada no Evangelho e recordada pelo Espírito Simeão, estabelece um critério simples e profundo para reconhecer a autenticidade da vida religiosa. Não são as palavras que consagram o discípulo. São as obras.
A sentença evangélica pronunciada por Jesus Cristo, “Nem todos os que dizem Senhor Senhor entrarão no Reino dos Céus”, possui natureza profundamente ética. Ela não condena a oração nem a devoção verbal, mas denuncia o vazio espiritual de uma fé que se limita à aparência. A tradição espírita interpreta essa passagem como um chamado à coerência entre crença e conduta.
No ensino espírita, conforme estruturado por Allan Kardec, a religião verdadeira não se resume a fórmulas ou rituais exteriores. O cristianismo autêntico manifesta-se na transformação moral do indivíduo. O critério de julgamento espiritual é a prática da caridade, da justiça, da humildade e da fraternidade.
A metáfora da árvore ocupa lugar central nesse ensinamento. A árvore do cristianismo é descrita como uma árvore poderosa, destinada a cobrir a humanidade inteira com sua sombra protetora. Porém, embora a árvore seja boa, os jardineiros humanos muitas vezes a deformaram. Ao longo dos séculos, interpretações dogmáticas, interesses institucionais e disputas de poder mutilaram a simplicidade do ensinamento original.
Essa imagem possui grande força simbólica. A árvore permanece boa porque o Evangelho conserva a pureza do ensinamento do Cristo. Contudo, quando os homens tentam moldar a doutrina segundo conveniências humanas, surgem as mutilações espirituais. Cortam-se ramos de tolerância. Enfraquecem-se os frutos da caridade. Restringe-se a sombra acolhedora que deveria abrigar todos os seres humanos.
O viajante sedento que procura o fruto da esperança representa a própria humanidade. Em muitos momentos da história, homens e mulheres aproximaram-se da religião buscando consolo, orientação e sentido moral. No entanto, encontraram apenas folhas secas quando a religião foi transformada em instrumento de domínio ou exclusão.
A advertência espiritual não é dirigida apenas às instituições religiosas. Ela se dirige sobretudo à consciência individual. Cada ser humano é chamado a tornar-se jardineiro da árvore da vida.
A Doutrina Espírita afirma que o verdadeiro cristão reconhece-se por atitudes concretas. O amor ao próximo, a indulgência diante das imperfeições humanas, o esforço constante de reforma íntima e a prática da caridade constituem os frutos legítimos dessa árvore moral.
Quando o texto afirma que muitos são chamados e poucos escolhidos, não indica privilégio espiritual. O chamado é universal. Todos os espíritos recebem continuamente o convite do progresso moral. O que distingue os escolhidos é a resposta que dão a esse convite. Escolhido é aquele que decide viver segundo os princípios do bem.
A instrução espiritual também denuncia um perigo permanente na vida moral. Assim como existem monopolizadores do pão material, existem aqueles que procuram monopolizar o pão espiritual. São os que desejam guardar para si o conhecimento, o poder religioso ou a autoridade moral. Contudo, o Evangelho ensina exatamente o contrário. Os frutos da árvore da vida existem para alimentar todos.
O cristianismo genuíno não é exclusivista. Ele é essencialmente fraterno. Sua finalidade é conduzir todos os espíritos à luz da verdade e ao amadurecimento da consciência.
Por isso o apelo final da mensagem é profundamente pedagógico. É necessário abrir os ouvidos e o coração. Cultivar a árvore da vida significa preservar o ensinamento do Cristo em sua pureza original. Significa não mutilar o Evangelho com intolerância ou orgulho espiritual. Significa partilhar os frutos da esperança com todos os viajantes da existência.
O ensino permanece atual porque toca uma das questões fundamentais da experiência humana. A religião que não se traduz em amor prático transforma-se em discurso vazio. A fé que não produz frutos de bondade torna-se estéril.
Assim, a advertência do Cristo atravessa os séculos com a mesma força moral. Não basta pronunciar o nome do Senhor. É necessário viver segundo o espírito de suas palavras.
Quando as obras refletem a caridade, a justiça e a misericórdia, então a árvore do cristianismo volta a florescer. Seus frutos tornam-se novamente alimento para as almas cansadas da jornada terrestre. E sob a sua sombra benfazeja os viajantes da vida reencontram coragem para prosseguir no grande caminho da evolução espiritual.

A Deus pertence o futuro, e a mim me cabe semear boas sementes hoje, para colher bons frutos amanha!

Seja qual for o lugar onde está na vida, agradeça a Deus por isso. Se já está colhendo os frutos da luta e desfrutando da vitória, foi Deus que conduziu seus passos até aí. Mas se está atravessando tribulações, não se desanime, mantenha a fé e continue lutando. Pois apesar de agora não conseguir enxergar, o que está vivendo fará com que fique mais forte e reconheça mais facilmente todas as bênçãos que Deus tem guardadas para você.

⁠Mesmo a conversa com um amigo só produzirá bons frutos de conhecimento quando ambos pensarem apenas na questão e esquecerem que são amigos.

Friedrich Nietzsche
Humano, Demasiado Humano. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

Ninguém inveja o feio, ninguém odeia o fraco. Ninguém atira pedra em árvore que não dá frutos.

As pessoas só jogam pedras em árvores que estão dando frutos.

Quanto mais frutos, mais pedras.
Quanto mais bonito, mais inveja.
Quanto mais forte, mais ódio.
Quanto mais inteligente, mais críticas.
Quanto mais espiritual, mais perseguição.

Entendeu por que você passa pelo que passa?

Confortai-me com flores, fortalecei-me com frutos, porque desfaleço de amor.