Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
toda nossa vida fazemos escolhas, algumas boas outras nao mas tudo sempre vai levar a um lugar no nosso destino a morte, pois ela tambem faz parte de nossa vida, mas entao qual sera o sentido de viver?
Tudo depende da escolha que fazemos,
porém se deixar que os outros tomem
conta de sua vida você dará a oportunidade
de ser palhaça ou fantoche de alguém
aprenda a ser você mesma diante de suas escolhas, não deixe as pessoas dominarem você!
Cada ação de bondade que fazemos temos uma recompensa. as vezes não notamos, e a recompensa passa como uma coisa normal.
Mais para toda Colheita existe a plantação
do nada viemos
do nada.
chegamos ao nada
do nada.
estamos no nada
do nada.
e nada fazemos
nada.
por nada vivemos
por nada.
nada nada nada
nadando
em mares de nadas
nada até lá
mais nada
mas nada.
As atitudes que tomamos,do por que fazemos valem mas que nossos atos,ou nossos sacrifícios valem mais que nossos discursos.
PALAVRAS BONITAS não movem o coração de DEUS se o que desejamos e fazemos não o pôe no centro da Sua vondade para conosco.
errantes
fazemos nossas escolhas
no gramado estendido
deste solstício de inverno
tudo mais falha:
germinar é difícil
mais difícil permanecer intacto
Fazemos guerras sob a testemunha dos nossos próprios olhos, criando mundos onde só o ego alcança; criando deuses institucionalizados e os templos dissolutos com cercados de pavor... o amor doado ao amado é de um falso altruísmo; o olhar ao necessitado voa a jato e à superfície...
A nossa história é um livro pronto!
Então, tudo que fazemos ou falamos,
DEUS sabe de tudo: PASSADO, PRESENTE & FUTURO!
Muito do que fazemos na vida -- às vezes, tudo -- é compensação de alguma tristeza que tivemos na infância ou na adolescência. No meu caso, sei exatamente que tristeza foi essa. Quando, no início da adolescência, comecei a me interessar por literatura, teatro, música clássica, história, filosofia, psicologia, teologia, entendi que tinha descoberto um tesouro infinitamente valioso, o alívio quase imediato da maioria dos padecimentos humanos. Qual não foi a minha surpresa ao perceber que em geral as pessoas não apenas eram desprovidas de qualquer interesse por essas coisas, como tinham até um certo orgulho da sua indolência mental, acreditando piamente que acabariam por vencer todas as dificuldades da vida pela simples repetição dos automatismos rotineiros que lhes davam um sentimento de segurança na mesma medida em que, a longo prazo, garantiam o seu fracasso.
Muitas dessas pessoas não escondiam o desprezo que sentiam pelas minhas preocupações, que elas diziam estratosféricas, e não raro o desprezo se manifestava como arrogância, agressividade e exclusão ostensiva. Aos poucos fui descobrindo que isso não acontecia só no meu ambiente social, mas era uma praga endêmica, uma constante da vída brasileira. Os melhores, os mais conscientes e mais sensíveis eram sistematicamente boicotados e escorraçados, jogados para o fundo de uma existência obscura e deprimente pela santa aliança da mediocridade com a arrogância, da inépcia com a vaidade, da indolência com o carreirismo.
Eu SEMPRE soube que um dia teria de fazer algo contra isso.
O professor já foi autoridade em sala de aula, um profissional de respeito, mas agora fazemos o que dá, o que é possível ou nos deixam fazer. Somos regulados por denúncias de populares comuns a algozes de plantão, só porque têm filho na escola e não confiam na escola. Então descontam em alguém. E os noticiários cobrem tudo.
Muitas vezes o que fazemos é tão mesquinho, só pensamos no momento, no hoje, no agora! Mas, esquecemos que haverá o amanhã; e temos sim que pensar no futuro porque: nos alegraremos com os nossos bem feitos, ou nos amargaremos com os nossos mal feitos. Pr Erivaldo Lucena.
