Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
“Quando o pensamento humano se rende à repetição e à manipulação, deixa de ser reflexão e torna-se apenas eco — inútil como um espelho que já não mostra a verdade, mas apenas o que outros querem que se veja.”
Roberto Ikeda
"O amor floresce quando a compaixão se torna ponte, a confraternização se faz caminho, a liberdade abre asas, e o encanto nos lembra que a plenitude não está em possuir, mas em compartilhar o brilho da vida com o mundo."
Roberto Ikeda
“Quando a consciência abandona o conforto das certezas e ousa habitar o território das perguntas profundas, o pensamento deixa de ser reflexo do mundo e passa a ser força criadora dele. É nesse instante — raro e silencioso — que enxergamos não apenas o que é, mas o que pode vir a ser, e assumimos, enfim, a responsabilidade de existir com lucidez.”
Por Roberto Ikeda
"Quando semeamos bondade, o universo floresce em gratidão e devolve em abundância. Cada gesto puro ecoa como luz, e Deus, em sua infinita graça, abençoa os corações justos que caminham na paz. A vida é um campo sagrado: quem planta amor colhe eternidade, e quem espalha justiça é exaltado pela própria criação."
Roberto Ikeda
Uma democracia não morre quando perde uma eleição; morre quando perde a possibilidade de contestar o vencedor.
Quando uma Constituição depende da virtude dos governantes para ser respeitada, ela ainda não conseguiu transformar liberdade em instituição.
Provocar a atenção alheia com o vestuário e depois posar de injustiçada quando há reações é apenas uma estratégia para manipular a situação e nunca admitir o próprio papel no conflito.
Quando o Direito deixa de perguntar “é justo?” e passa a perguntar apenas “é conveniente?”, a barbárie encontra sua burocracia.
O autoritarismo começa quando o Estado passa a considerar perigoso o cidadão que conhece seus próprios direitos.
A decisão de se afastar surge quando o rapaz percebe que a atitude de chamar atenção pública atrai olhares e abordagens de muitos outros, gerando um cenário de excesso de concorrência e desconforto.
Quando a postura rígida e hostil dos docentes toma conta da sala de aula universitária, isso acaba refletindo negativamente no convívio estudantil, provocando atritos e confusões.
Quando um aluno que fala de Jesus é desrespeitado, o próprio professor falha em intervir adequadamente, permitindo que a hostilidade continue e que outros alunos aumentem as provocações contra quem professa a fé.
Quando surge um desentendimento, em vez de ajudarem a separar e acalmar a situação, esses docentes acabam alimentando a confusão e a desarmonia entre os estudantes.
Quando um aluno que fala de Jesus sofre desrespeito, o professor muitas vezes continua a desrespeitá-lo por causa de sua visão, o que incentiva os demais colegas a também provocarem brigas contra quem defende a fé em Jesus.
“Habilidades e dons só edificam quando nos dispomos a fazer o que é bom, promissor e sadio à humanidade.”
