Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
De que vale ter voz
se só quando não falo é que me entendem?
De que vale acordar
se o que vivo é menos do que o que sonhei?
(VERSOS DO MENINO QUE FAZIA VERSOS)
Não há nada de especial nesta arte. Tome as coisas como elas são. Soque quando tiver de socar. Chute quando tiver de chutar.
O meu coração é nômade, a minha alma é cigana, cada um vai pro seu lado e quando me dou por mim, descubro: estou perdida.
Talvez me ache em seus olhos, ou quem sabe, me ache, no espelho. Mas esse achar físico não me contenta não me satisfaz, nem me encanta.
Quero com todo o gosto do mundo me perder e me encontrar sempre que preciso. Quero descobrir o infinito que habita em mim não quero ser incógnita pra ninguém. Quero a equação simplificada. Se não entendo, deleto, se não gosto, apago, se precisar, multiplico.
Mas de qualquer forma: descubro, me refaço e edito.
Publico o que me faz grande e o que me derruba.
Não tenho medo de descobrir o segredo.
Quando você percebe o silêncio, instala-se imediatamente uma calma alerta no seu interior. Você está presente. Nesses momentos você se liberta de milhares de anos de condicionamento humano e coletivo.
Amor de verdade é quando não se existe sem alguém, e se prefere morrer a ficar longe. O mundo inteiro some e nada mais importa além daquela pessoa ali.
Realidade não me impressiona. Eu só acredito em intoxicação, em êxtase, e quando vida ordinária me algemar, eu escapo, de uma maneira ou de outra. Nenhum muro mais.
Quando penso na pequena duração da minha vida, absorvida na eternidade anterior, no pequeno espaço que ocupa, fundido na imensidade dos espaços que ignora e que me ignoram, aterro-me e me assombro de ver-me aqui e não alhures, pois não há razão alguma para que esteja aqui e não alhures, agora e não em outro qualquer momento. Quem me colocou nessas condições? Por ordem e obra e necessidade de quem me foram designados esse lugar e esse momento? Memoria hospitis unius diei praetereuntis. (A lembrança de hóspede de um dia que passa. Sabedoria, V, 15.)
Ante a cegueira e a miséria do homem, diante do universo mudo, do homem sem luz, abandonado a si mesmo e como que perdido nesse rincão do universo, sem consciência de quem o colocou aí, nem do que veio fazer, nem do que lhe acontecerá depois da morte, ante o homem incapaz de qualquer conhecimento, invade-me o terror e sinto-me como alguém que levassem, durante o sono, para uma ilha deserta, e espantosa, e aí despertasse ignorante de seu paradeiro e impossibilitado de evadir-se. E maravilho-me de que não se desespere alguém ante tão miserável estado. Vejo outras pessoas ao meu lado, aparentemente iguais; pergunto-lhes se se acham mais instruídas que eu, e me respondem pela negativa; no entanto, esses miseráveis extraviados se apegam aos prazeres que encontram em torno de si. Quanto a mim, não consigo afeiçoar-me a tais objetos e, considerando que no que vejo há mais aparência do que outra coisa, procuro descobrir se Deus não deixou algum sinal próprio.
O silêncio eterno desses espaços infinitos me apavora. Quantos reinos nos ignoram!
Por que são limitados meu conhecimento, minha estatura, a duração de minha vida a cem anos e não a mil? Que motivos levaram a natureza a fazer-me assim, a escolher esse número em lugar de outro qualquer, desde que na infinidade dos números não há razões para tal preferência, nem nada que seja preferível a nada?
Falar de amor é fácil e ao mesmo tempo muito difícil;
quando ele é falso, palavra nenhuma convence, mas se é verdadeiro, basta um olhar...
Eu nunca disse que te amo, mas meus olhos sempre me traem!
Minha mensagem de formatura
Lembro-me das histórias que ouvia quando era pequena e não entendia qual o sentido delas, hoje percebi que cada uma tem um significado e delas retirei alguns aprendizados para a minha vida. Chapeuzinho Vermelho disse que a estrada é longa e deserta; com a Bela Adormecida aprendi que quem dorme demais não vê a vida passar; a Cinderela me ensinou a não desistir dos meus sonhos, pois eles não caberiam em mais ninguém, como um sapatinho de cristal; a Branca de Neve me ensinou que se tenho amigos, jamais estarei sozinha; e finalmente com a Bela entendi que enfrentarei feras na vida, mas que isso não me impeça de realizar o meu final feliz.
Apaixonar-se
É tão bonito a forma como descobrimos quando estamos apaixonados. Perto da pessoa, as horas tornam-se segundos, e um suspiro perdido é razão de desespero. Longe da pessoa ocorre o contrário, os segundos tornam-se horas e cada suspiro perdido torna-se motivo de saudade. Ou isso será amor? Uma coisa é certa: Nessa vida, apaixone-se, desapaixone-se, e apaixone-se novamente, porque o mundo não pára, e a cada momento que passa a vida te dá uma chance nova de encontrar a frequencia de um novo coração, por isso jamais deixe de sorrir; em algum momento, teu sorriso será o sorriso de alguém.
Quando nasci era tão feio que minha mãe perguntou ao meu pai: "Ele não é um tesouro?" E meu pai respondeu: "É sim, vamos enterrar!"
Quando penso em você dou um sorriso. E, preciso dizer, queria muito que você estivesse aqui. Não há um dia sequer que eu não pense em você.
Amo a pessoa mais maravilhosa desse mundo. E esse amor é recíproco. Quando encontramos alguém especial devemos agarrar como se agarrássemos o ar do qual dependemos para viver. É por isso que estou sempre com você. É por isso que te amo tanto!
Quando os convido a ser santos, peço que não se conformem em ser de segunda linha, mas que aspirem a um “horizonte maior. Não se conformem em ser medíocres.
“Se um Homem não for visto durante três dias, os amigos devem observá-lo atentamente quando regressar, para verem que mudanças se deram nele durante esse período.”
Por muito pequena que seja uma mudança, todos os dias mudamos um bocado.
Por isso está atento a todas as mudanças em teu redor, que por muito pequenas que sejam, ELAS estão sempre presentes.
Para alcançar o sucesso e sermos felizes, temos de melhorar constantemente a qualidade de vida, de crescer e de nos expandirmos sempre.
Quando as almas de despem da vaidade excessiva, resplandece a sua grande luz espiritual.
Foi quando ficamos mais tempo em silêncio e continuamos a conversar, felizes, aquele conforto todo para a alma sem necessidade de palavra, que eu entendi com mais nitidez a beleza do que existia entre nós.
Quando estamos conscientes, profundamente em contato com o momento presente, nossa compreensão do que está acontecendo se aprofunda, e começamos a ser preenchidos com aceitação, alegria, paz e amor.
