Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Somos anjos, que mesmo a imagem da criação...
...erramos!
Porem o que seriamos sem erros???
Apenas uma imagem...
Por isso erre, o quanto puder...Mas aprenda com estes,pois ai sim estaremos perto da Criação...
A vida é mesmo engraçada. Somos amigos de uma pessoa, tentamos ser leais e fiéis. Uma coisinha acontece e a amizade acaba por besteira. Pedimos desculpas e não somos perdoados. Amigos perdoam, amigos brigam, cometem erros com os outros. Verdadeiros amigos aceitam as diferenças.
Se somos IGUAIS não é o bastante.
Se somos DIFERENTES também não.
Mas uma coisa é certa. Sou DIFERENTE, mas também sou IGUAL.
Sou DIFERENTE de muitos que só querem fugir dos próprios problemas, por medo de dar errado.
Mas também sou IGUAL aos poucos. Sou daqueles poucos que tem a coragem de se arriscar, mesmo quando o mundo me diz que não sou capaz.
Ser DIFERENTE ou IGUAL, nunca será o bastante para alguém, mas será o suficiente ser quem você é para aquele que te quer bem.
Lenilson Xavier (lexgrafia – 27/07/2017)
Se pararmos de nos definir por quem não somos e começarmos a nos definir por quem somos, podemos ser mais livres.
Fomos, durante muito tempo, embalados com a história de que somos a humanidade. Enquanto isso – enquanto seu lobo não vem – fomos nos alienando desse organismo de que somos parte, a Terra, e passamos a pensar que ele é uma coisa e nós, outra: a Terra e a humanidade. Eu não percebo onde tem alguma coisa que não seja natureza. Tudo é natureza. O cosmos é natureza. Tudo que eu consigo pensar é natureza.
A Maior barreira que podemos encontrar somos nós mesmos, apenas nós podemos nos impedir de chegar a vitória
Como seres humanos, não somos capazes de ter a visão completa das coisas.
Mas o Senhor tem essa capacidade, e Ele está fazendo a obra á sua maneira e no seu tempo.
FAZER POESIA
(Fábio André Malko)
Ao compor um poema somos livres
Pra reclamar da vida e do sofrimento
Esconder as angústias mais críveis
Embaixo da máscara do talento
O poeta cria, dá vida às insatisfações
Não se preocupa nem com o perigo
Dá cor as suas musas e emoções
Enfrenta suas dores sem sentido
Pode até mesmo ser outra pessoa
Fingir que sente o que não sente
Apaixonar-se assim, bem à toa
Ascender numa chama reluzente
Sonha muito quem faz poesia
Mas ele cria, jamais mente
Vive em dobro sua nostalgia
E toca o coração da gente
Lemos livros para descobrir quem somos. O que outras pessoas, reais ou imaginárias, fazem, pensam e sentem… esse é um guia essencial para a nossa compreensão de quem somos e de quem podemos nos tornar.
Borboleta
Sim, somos iguais ás borboletas...
em nosso sonho ambicioso,
voamos alto, soberanos
e nos colorimos
com as cores naturais
das rosas silvestres.
Sim, somos iguais ás borboletas...
sumários, frágeis, indefesos e passivos.
Mas, como as borboletas,
passamos pelas crisálidas da vida;
e, um dia, já fomos
devoradoras lagartas.
Sim, somos iguais ás borboletas!
Na vida, todos somos professores e alunos ao mesmo tempo , enquanto a uns ensinamos, com outros aprendemos, e se formos humildes em ambos os casos viveremos experiências maravilhosas. Sandra Costa.
Se somos sábios, não tenhamos confiança alguma em nós mesmos e coloquemos confiança no poder preservador de Deus.
Dos muitos homens que sou, e nós somos,
não podemos nos assentar em apenas um.
Eles estão perdidos para mim dentro das capas das roupas,
eles tomaram o rumo de outra cidade.
Quando tudo parece estar bem
para que eu me mostre como um homem inteligente,
o louco que eu mantinha encerrado em minha pessoa toma minha
fala e ocupa minha boca.
Em outras ocasiões, quando estou perdido
entre pessoas distintas
e chamo meu eu corajoso
um covarde completamente desconhecido vem sacudir meu pobre
esqueleto
com mil pequenas reservas
Quando uma casa digna explode em chamas,
ao invés do bombeiro que eu chamo,
irrompe em cena um incendiário
E ele sou eu. Não há nada que eu possa fazer.
O que posso fazer para escolher a mim mesmo?
Como posso me compor?
Todos os livros que li
idealizam figuras de heróis brilhantes.
Sempre cheios de auto-confiança.
Eu morro de inveja deles e;
em filmes em que balas voam ao vento,
Sinto inveja dos cowboys,
Admiro até os cavalos.
Mas quando eu chamo meu eu corajoso,
lá vem meu velho ser preguiçoso,
e assim, nunca sei quem eu sou,
ou quantos eu sou, ou quem estará sendo.
Eu gostaria de ser capaz de tocar um sino
e chamar meu ser real, o verdadeiro eu,
pois se eu realmente preciso do meu ser próprio,
não posso deixá-lo desaparecer.
Quando estou escrevendo, estou longe
quando retorno, já me fui.
Eu gostaria de ver a mesma coisa acontecer
a outras pessoas como ocorre comigo,
para ver se tantos são como eu,
e quantos deles sentem-se da mesma forma consigo mesmos.
Quando este problema for totalmente explorado
vou me treinar tão bem nessas coisas que
quando eu tentar explicar meus problemas,
falarei não de um ser, mas de uma geografia.
Consumismo
Hoje somos apenas modelos
Vitrines ambulantes
Que apenas servem para
Divulgar marcas novas
Apenas influenciando
O consumo irresponsável
Chega até a ser lamentável
À que ponto chegamos?
E como nos enganamos
Achando que o dinheiro é tudo
Onde está a sanidade do mundo?
Acho que à perdemos
Junto com o nosso orgulho
De ser quem somos
Pessoas de bem
Que com as pessoas se importam
E não com o dinheiro que ela têm!
Nós humanos não somos diferentes dos macacos, eles pisoteiam todos os invasores até que todos sejam eliminados.
Somos seres insignificantes iguais aos que menosprezamos. Nascemos, crescemos, vivemos e morremos, só não sabemos o por quê! Depois isso aqui passa e nada fica, é como se nunca tivéssemos existido. Daqui cem anos toda a nossa geração já era, tudo o que conhecemos da forma como conhecemos transformado em pó, nossas histórias, nossas lembranças, nossos amigos e amores. A nossa existência é algo frágil, celebremos das melhores maneiras o tempo que aqui nós temos, pois ao contrário da nossa existência limitada, nossa insignificância é algo sem fim.
Um vazio pulsante é o que somos,
vivendo na ilusão da solidez.
Matéria são vazios que colidem.
As formas são momentos do vazio.
Tudo é mudança.
Mas, o que dirige
a universal mudança do vazio?
