Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Somos ainda
meros consumidores de efeitos
sempre carregados
de evidências boas ou más...
Embora pouco ou nada debruçando
sobre suas causas e razões
que - sobretudo pouco digeridas - nos
escancaram, incomodam, amiúdam.
Assim como, em tempos
de melhor compreensão e certezas,
nos conduzem a melhores escolhas
e princípios!
... pior solidão
é a que nos distancia
de nós mesmos...
De tudo somos; de tudo
que lutando já conquistamos;
e não poucas vezes nos
esquecemos!
... somos
frequentemente tolerados
por nossos erros, divaga
o sempre cáustico Nietzsche;
embora, brutalmente julgados por
nossas distintas virtudes...
E porquê?
... não somos
personagens acidentais
subordinados a prazos de validade;
somos seres infinitos, pois assim
nos concebeuo Criador...
Algo que, na prática, amplifica
nosso tempo e condições
de reparo, melhorias e
autoiluminação!
... o mais fundo
de tudo que somos e sentimos,
vive à flor da nossa própria pele;
embora carecente de uma peculiar
e epidérmica sensibilidade, a qual,
indiferentes, vezes arrogantes,
teimamos em
ignorar!
... no quesito
'desaforos à vida', não
somos muito diferentes dos
nossos respeitáveis ancestrais...
Tão somente espichamos
nosso cardápio de
opções!
... o aperfeiçoamento
é o custo a ser pago por ser
quem somos - nele, toda finalidade
e gratidão por estarmos vivos - e,
não como algo que você deve
ocupar-se em seu tempo
livre!
... quanto
mais sabemos, menos sabemos,
diz a filosofia do espírito - logo,
não somosmeros reféns de questões
e regras que nos limitam - mas
dotados todos de um senso expansivo
que por nós mesmos reconhecido,
evidencia nosso entusiasmo
e robustez como seres
capazes!
... somos
ainda, exageradamente
passivos ao que julgamos
desconhecido - sobretudo, em
relação à questões que persistimos
em censurar no outro; ou calados,
insistimos em ignorar
em nós!
... no fundo,
somos tanto as vítimas
quanto os irascíveis algozes
dos nossos próprios infortúnios - e
conviver com tão factuais extremos
presosa nossa interioridade, nos permite
uma justa prospecção daquilo que nos
constrange e, quando libertos,
dos valores que nos
pacificam!
A terra treme e não é o chão, sou eu. Cada rachadura no solo parece ecoar uma falha em mim, somos feitos da mesma matéria instável.
Somos cordas… E a vida, um martelo de piano. A cada golpe, dor, doença, preconceito, vamos desafinando… Minhas forças se esvaem, minhas emoções tremem em dissonâncias. Ainda assim… insisto em vibrar, tentando harmonia
onde só há fúria.
Somos fortes, corajosos, resilientes, mas, às vezes, precisamos que alguém
nos aponte essas virtudes, porque nem sempre conseguimos vê-las em nós mesmos. É no olhar do outro, no gesto de cuidado, que redescobrimos nossa luz apagada, o poder que, às vezes, esquecemos ter.
Valorize quem deseja o seu bem.
No fim das contas somos todos falhos.
Perdoe e recomece, apenas imponha os limites necessários para uma vida saudável.
Cuidado para não jogar fora uma história por uma aventura, preste atenção...
Emoções são passageiras, teus valores não.
Ser exemplo é isso irmão... Ter padrão de dignidade comportamental para não ser injusto com o sentimento do outro.
Invista no que é nobre para a consciência e para suas emoções, não se importe em impressionar os outros.
No fim, ninguém liga e daqui a 100 anos ninguém vai lembrar de mimimi e tecnologia ultrapassada. Assim como os avós abandonados e trocados por smartphones.
Sim, é assim que eles se sentem... Era a vez deles de ser avô (e ele entende isso do jeito dele) EMPATIA!
Transforme sua vida em algo positivo e ajude alguém a fazer o mesmo.
É difícil as vezes, mas nunca desista o tempo não para, sempre siga o caminho do que te faz feliz.
Só você pode fazer isso, mais ninguém.
Vai um degrau de cada vez.
Para as vezes e descansa, curte a vista em um passeio de bicicleta em alguma orla aí do Brasil, ouvindo um som que te faça feliz e garanta que sua companhia esteja feliz também.
Vamos em frente irmão.
O propósito coletivo do homem é a evolução?
Somos humanos, inquestionavelmente soberanos? Ou do sistema que criamos nos enganamos?
Fantasiados de crenças, adoecidos pelo ego; Subjetivamos, ferimos, matamos...
Tudo perdeu a graça, fomos a lua, mas enfraquecemos nossa raça?
Por que nos escravizamos pelo valor inventado em um papel? Se na morte não levamos nada, nem nosso anel...
Racionalidade é ser mais forte do que falácias subjetivas, se unir por um propósito, não fazer reverência a quem não se inclina.
Somos descendentes de sobreviventes de catástrofes. Ancestrais treinaram adaptação, cooperação, inovação, linguagem e memória. Essas habilidades moldaram nossa cognição genética.
Somos fruto de uma feroz seleção natural e temos grande influência na compreensão do tempo relativo às nossas posses.
Estamos evoluindo ai no seu bairro?
Somos recortes psicosociais muito diversos e vivemos em uma sociedade egoísta, alienante e exploratória que potencializa a indiferença e deixa de lado o afeto e a empatia.
