Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve

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Na árvore do cosmo somos pingentes de luz e vida.

Dia das Mulheres
⁠“Somos fortes, empoderadas, belas e extraordinárias, sempre em busca de um mundo melhor. Somos mulheres abençoadas, guiadas pela fé. Parabéns a todas as mulheres, parabéns a nós, celebrando o nosso dia, que é todos os dias!”

⁠Todos os dias somos nutridos de muitos sentimentos
Sejam bons ou ruins
Todos os dias alimentamos alguém da mesma forma
Você nutre ou é nutrido ?
Deposita nela o que deseja receber
Ou só o mínimo para manter ?
Transborda sinceridade
E exonera a falsidade
Ou não existe reciprocidade ?
Você nutre ou é nutrido ?
Transborda ou carece ?
No fim, tudo é o que parece
Alimentamos um sentimento
Bom ou ruim ele floresce
Nos consome , amadurece
E um dia simplesmente ...
Espera que ele cesse.

⁠ Todos temos "fantasmas" em nossas vidas, somos constantemente assombrados pelo medo, passado e pessoas.

nos somos transitorio nessa vida, mais eternos no espirito

Quem somos nós? A imagem que sustentamos diante dos outros, construída com cuidado, coerência e esforço, ou aquilo que irrompe quando o controle falha, com um gesto, um pensamento, uma reação que rapidamente tentamos esconder? Talvez essa divisão já revele o conflito central: viver entre o que mostramos e o que tememos revelar. Onde há essa cisão, há tensão contínua, e essa tensão consome energia que poderia ser usada para simplesmente perceber.



Em público, ajustamos a voz, o discurso, o comportamento. Em silêncio, observamos outra coisa se mover. Às vezes contraditória, às vezes desconfortável. Não brigamos contra isso porque seja errado, mas porque ameaça a imagem que aprendemos a proteger. O problema não é a imperfeição do que surge, mas o medo de ser visto sem a armadura. Assim, passamos a vida defendendo uma ideia de nós mesmos.



Então surge a pergunta moral: é melhor ser justo e parecer injusto, ou ser injusto e parecer justo? Enquanto essa escolha existir, já estamos presos à aparência. A justiça verdadeira não precisa de plateia, assim como a injustiça não deixa de existir porque foi bem disfarçada. Quando a preocupação principal é como algo será percebido, o ato deixa de ser claro. Ele passa a ser estratégico.



Buscar equilíbrio entre essas posições talvez seja outra armadilha. O equilíbrio pensado, calculado, escolhido, ainda pertence ao campo do esforço. E esforço implica conflito. O que acontece quando não tentamos parecer nada? Quando não há intenção de sustentar uma imagem nem de combatê-la? Talvez reste apenas o fato nu do que somos naquele instante.



E se a pergunta “quem sou eu?” não exigir resposta, mas observação? Não a observação do personagem público, nem a condenação do impulso oculto, mas a percepção direta do movimento inteiro… sem escolha. Nesse ver sem defesa, sem justificativa, pode não surgir uma definição. Mas talvez surja algo mais simples: o fim da necessidade de parecer.

Na presente dimensão, infância e juventude somos o futuro; na meia-idade somos o presente; e na velhice, ou melhor, na plena maturidade, somos o passado. Porém, inverte tudo na outra dimensão. Oba!

⁠Todos nós estamos, nunca somos nada!

Remunerados ou não, somos todos cabos eleitorais de nossos candidatos preferidos em campanhas... Mas durante os mandatos dos eleitos podemos deixar de ser apenas cabos, para nos tornarmos vassouras dispostas a varrê-los do poder, quando necessário.

MAL CONTRA O MAL

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Somos meros recrutas de forças insanas;
que se doam por nada e se acreditam nobres;
gastam pobres verdades que nunca têm troco,
mas insistem no erro dessa escravidão...
Temos voz reprimida que a caverna engole,
não dá eco, reflexo nem esperança,
só a dança do engodo numa canção muda
que não toca os ouvidos dos donos da terra...
É assim quando somos pregões dos poderes;
coroamos heróis que se auto nomeiam
e recheiam de sombras toda boa fé...
Serão sempre frustradas as nossas apostas
ou as armas expostas com que nos perdemos
alistados na guerra do mal contra o mal...

Somos a luxuria em uma apologia..


Somos servos do capitalismo...


Somos cegos por vaidade não sabemos o tamanho da floresta negra...


Tudo é um ultraje ate amanhã por convivência sempre haverá um percentual absurdo de realismo...


Somos escravos da coisificação...
Historicamente o questionadores são insensatos, cegos e turbulentos.
Os criadores são criados por suas criaturas ...


Escravos do conhecimento carregam o fardo da ignorância e a descriminalização...


Discursos são condenados pois o lup das verdades tem a base em mentiras coletivas... e sombras sao as sobras de ideais frustrado da corrupção moral...

⁠A dispersão é o entorpecente do momento. Somos reflexos de fragmentos suscitados por meros instantes.

Somos apenas passageiros neste vasto planeta Terra, e é nosso dever cuidar dele com amor e respeito, preservando sua beleza e harmonia para as gerações futuras.

⁠“Somos feitos de instantes que não voltam, mas fenecem eternos na memória que escolhe recordar com parcimônia.”
©JoaoCarreiraPoeta.




Campinas, 29/11/2025.

⁠Reflexão da moeda:

De um lado temos a face, que significa quem somos e de outro lado um número, que significa o valor que temos.

Acredito que nós seres humanos somos concebidos com valor imensurável mas com o passar dos anos vamos precificando. E aí que entra o outro lado da moeda, a face.

Nossa personalidade vai se moldando com o tempo, e vários fatores nos fazem quem somos. Nossa vida é uma mescla de erros e acertos e por mais que cometamos erros sucessivos em certas oportunidades, nunca devemos esquecer quem somos.

Vai chegar um dia que seu valor ou sua índole vai ser colocada a prova.

Quer um conselho: Não abaixe a cabeça e continue a lutar, assim como a moeda, você é forte e dificilmente alguém vai te destruir.

Enfermagem...
somos o remédio que o sistema esqueceu de valorizar, mas seguimos firmes, de jalecos e almas cansadas...porque aprendemos a curar mesmo sem remédios.

O silêncio chega sem aviso, atravessa o corpo e nos obriga a olhar para o abismo do que somos. O “eu” é apenas um fio, tecido por memórias que se apagam e ecos que nunca nos abandonam, e o infinito não está lá longe: pulsa na respiração que falha, no coração que não cabe na caixa torácica, na mente que tenta nomear o indizível.

Entre o eu e o infinito, há apenas um instante de lucidez. Um sopro onde todas as certezas desmoronam, onde a consciência se abre como pétala que não se fecha, onde o universo, finalmente, se revela dentro de nós. E quando passa, o eu retorna diferente: mais leve, mais profundo, mais inteiro.

— Douglas Duarte de Almeida

⁠Somos tão egoístas com nós mesmos, que chegamos ao ponto de amar o que nos mata.

⁠Há quem ouse a falar que somos libertos, e eu tenho de crer nessa fantasia.
Mas essa liberdade só me é convicta com prazer e ousadia.

⁠⁠Ora,
quanta desfeita!
Não pedimos para nascer e somos obrigados a morrer.