Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Sucesso é saber valorizar as coisas boas que temos na vida e nos adaptar àquilo que foge ao nosso planejamento.
A dissociação mental são fragmentos de milésimos ou horas de um inapropriado sã.
Aquilo que nos torna pequenos e quase imperceptíveis, não jos torna invisível, mais sim, nos da brecha para lembrarmos que de algum lugar nossa rota mental saiu.
Buscamos a nós mesmos.
A vida não interfere na cronometragem da alma, senão culpar a consciência por aquilo que deixou de ser feito em benefício do próprio coração.
Mude aquilo que não tem mais vitalidade e se transforme pela renovação mental positiva, ativa e produtiva com habilidade, criatividade e responsabilidade.
Papo desagradável é tudo aquilo que qualquer pessoa fala o que não convém à paz, à santificação, ao crescimento e à edificação da alma do próximo.
“Crescer sem orientação não é amadurecer —
é aprender sozinho aquilo que deveria ser ensinado.” Michelle Morais
Meu Deus...
Põe para longe de mim tudo aquilo que envenena a minha alma.
Aproxima de mim tudo aquilo que eleva e abençoa.
Amem.
_____________FranXimenes
16/06/2013
Na vida, tudo carrega um propósito, mesmo aquilo que parece parado ou sem sentido. Até um relógio que não anda mais ainda cumpre sua função: duas vezes ao dia, ele marca a hora certa. Talvez o valor não esteja no movimento constante, mas no significado que existe até nas pausas.
Em Dobro, a Troco de Nada
Costumo dizer que desejo em dobro tudo aquilo que desejam para mim.
Alguns recebem a frase como gentileza.
Outros ficam em silêncio, desconfortáveis, como se tivessem sido chamados a prestar contas.
Talvez porque desejar em dobro seja leve quando a intenção é boa,
mas pesado quando carrega inveja, julgamento ou maldade disfarçada.
E a verdade é que, muitas vezes, as pessoas sentem inveja a troco de nada.
O outro não fez mal, não prejudicou, não passou por cima de ninguém.
Ainda assim, a tal “alma divina” decide que não foi com a cara de alguém.
É nesse ponto que a pergunta surge, inevitável:
em quem, afinal, está o defeito?
O mal nem sempre nasce de uma agressão direta.
Às vezes ele nasce do incômodo que o outro causa só por existir,
por seguir o próprio caminho,
por não pedir permissão para ser quem é.
Então vêm as falsidades, os prejuízos silenciosos,
os desejos ruins guardados no pensamento —
tudo a troco de nada.
Como se não bastasse, vivemos cercados de opiniões não solicitadas.
Opiniões que não querem ajudar, mas invadir.
Quando confrontadas, recebem um nome bonito:
crítica construtiva.
Na prática, é apenas a forma maquiavélica de rebaixar alguém
enquanto se finge nobre.
Quem realmente quer construir, pergunta.
Respeita.
Espera ser convidado.
O resto é vaidade moral,
é a necessidade de se sentir acima
porque não conseguiu fazer as pazes consigo mesmo.
O que muitos esquecem é que intenção também pesa.
O mal que se faz em silêncio caminha.
O que se deseja, mesmo sem palavras, encontra o caminho de volta.
Por isso a ideia do “em dobro” assusta tanto.
Ela não ameaça.
Ela apenas devolve.
No fim, a conta chega.
Não por castigo,
mas por coerência.
E quem vive desejando o mal, invadindo, julgando e diminuindo,
um dia se pergunta
por que a vida anda tão pesada
Em alguns momentos, tudo parece seguir na direção oposta àquilo que nos faz felizes. Os caminhos ficam mais estreitos e difíceis, e as adversidades se acumulam. Tem sido um período duro. Não consigo enfrentar tudo sozinho e, por vezes, nem em mim mesmo consigo confiar. Há momentos em que me sinto meu próprio inimigo.
Ainda assim, sigo com a esperança de que fiquemos bem e que consigamos superar tudo isso juntos.
Eu te amo. Desde a primeira vez que te vi e ouvi a sua história, senti que havia algo entre nós que nos aproximava, algo em comum que nos conectava.
Talvez isso seja o motivo de tanta dificuldade, juntos podemos fugir de tudo que tenta nos destruir
Temos que resistir a isso
A gente vai se machucar muito
Mas não podemos nos render e deixar O amor acabar
