Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Aprendendo a Viver
Num piscar de olhos a vida passa
Tem gente que enxerga, mas não vê
E ainda acha que ela é ingrata
O segredo é aprender a viver
Veja bem, a vida está passando e você aí
Não consegue ver que ela sorri pra ti
Que anda lamentando com vontade de chorar
E vive procurando, mas não sabe encontrar
Amor, paixão e carinho
Agora vou dizer, você precisa me escutar
A solidão que tens vai te ensinar
Sejas feliz sozinho!
O que a gente vê da vida é a vida passar e, se deixar, não aproveitamos a jornada. O final é factual, mas não apreciar as estações, os altos e baixos, os inícios e os finais é deixar de apreciar a própria natureza se manifestando.
"Você olha pro mar e só vê tempestade.
Sente a alma com amargura acorrentado ao passado
que um dia feliz já passou.
E sua liberdade é a sua labuta que confunde com amor.
Qual é o seu ano da sorte nesta vida?"
No cabo de guerra de quem está certo e de quem está errado, vê-se a fragilidade humana de vencer a si mesmo. No fim todos se perdem!
Num mundo no qual o natural é ser artificial e a realidade é fictícia, a verdade nem sempre é verdadeira!
Deus vê o caráter de todos; eu vejo o de todos, exceto o meu.
"Você vê burros com frequência? Aconselho você a sair desse pasto e começar a procurar por águias." Mas se não conseguir, tente se acostumar.
O pobre não se vê como pobre, o rico não se vê como rico, mas o pobre vê o rico e o rico vê o pobre, como no inferno, o inferno só é visto pelos anjos, os demônios acham o inferno um paraíso, os demônios não queimam no inferno, mas os anjos queimam, por isso que os demônios querem arrastar os anjos para o inferno.
Os demônios não sofrem no inferno, mas é uma tortura colocá-los no céu.
Como o espantalho e o manequim que vivem em paz sem se comparar.
Posso não presenciar a maturação da semente, mas só a possibilidade de vê-la crescer consigo vislumbrar uma nova chance de chegar ao céu.
É a partir das provações da carne que um mestre se vê humano, mas é com a elevação do espírito que ele encontra sua luz.
São Jorge da Capadócia,
sozinho derrotaste o dragão,
Peço do fundo do coração
que de uma vez por todas
ajude a terminar com a ocupação
nos Territórios Palestinos,
para que o povo desfrute da pacificação.
Como quem de cima
do seu próprio cavalo,
enxerga o chão sagrado
que o abriga e sustenta,
Vê tudo com clareza,
incluindo a vil vileza,
Com toda a sutileza,
espírito de galpão e tropa
e chimarrão na mão.
Não nego a herança filial
do vento pampeiro
que ninguém controla,
De Sul a Sul balança
o ipê-roxo-de-sete-folhas
em preparação,
em maio, para a sagração
da absoluta floração.
Das raízes ao coração,
fincadas as origens
com apego a este chão,
Carrego alma briosa
de Sepé Tiaraju, que não
permite que a História
sofra mais alteração.
A herança de qualquer povo
ninguém retira,
independente de quem ali guia,
porque, gostando ou não,
quem manda passa, e o povo fica.
No Médio Vale do Itajaí,
Borboleta é poema
no coração do jardim,
Do jeito que me vê
sou exatamente assim.
