Frases sobre nós
Há somente uma que nós separa de quem somos, e isso de fato somos nós mesmos
Eu espero não ser alguém diferente porque cresci mas por conseguir ter mais maturidade em algumas situações.
Eu acho que escolhas não te tornam um novo alguém, mas escolhas boas podem te fazer um alguém melhor.
O tempo não cura feridas se você não aprender a ter maturidade conforme ele anda.
A vida não é um jogo de um dia após o outro a vida se não levada a sério, no final não significou nada. Você será só mais uma estatística no contador da morte.
Mudar não é renascer é saber quem você realmente é
"Nós somos meros apresentadores de uma peça teatral que é a Vida, se não soubermos apresentá-la, não seremos aplaudidos de pé."
Quando temos problemas, podemos escolher resolver ou fugir deles.
Mas quando o problema somos nós, não tem como fugir, então tentamos mudar, porque é a única saída que temos.
Às vezes somos egoístas mesmo. E por vezes não percemos, mas o ser humano pensante que há em nós é capaz de se enxergar depois do erro e sempre ter a oportunidade de se consertar.
A única coisa que pode durar no eterno da vida até a morte, somos nós mesmos na ausência de outras pessoas.
-Daika
Fome
A pobreza nos tornou Africanos.
Nossa África nos tornou vítimas da colonização.
Nós somos Africanos de raíz.
A pobreza nos faz acreditar no amanhã.
Nós somos pobres Africanos, a esperança nos faz crer no amanhã.
Nós somos pobres, pôs somos africanos.
Mas tenho que lutar sim
Lutar contra essa maldita pobreza, pôs sou Africano.
Sim acreditar no amanhã não sentirei mais fome.
Sim sou Africano ter esperança me faz não sentir a pobreza.
Somos
projetos de nós mesmos,
frutos de nossas ideias,
causa e consequência
daquilo que escolhemos!
10/12/2015
Queria saber porque, todos nós somos submetidos à fases diferentes na vida... Somos submetidos à conhecer o perigo, e os malefícios de certas atitudes, para só então, em outros dias, perceber o que poderia ter feito desde o começo...
Nós seres humanos somos reflexos daquilo que recebemos. Intrinsicamente interligado da maneira que fomos educados, ensinados; se recebemos cuidado e amor, influenciando nossas aptidões em se colocar no lugar de outra pessoa ou situação, ao longo da vida.
O amanhã não pertence a nós, amor,
somos só um sopro leve perdido no tempo,
uma poeira passageira que o vento leva
e encosta, por instantes, na beira da estrada.
Somos lembranças que o mundo esquece,
rastros que a chuva apaga devagar,
ecos que se desfazem no silêncio
antes mesmo de aprender a durar.
Nada nos pertence — nem o céu que sonhamos,
nem os passos que deixamos pelo chão.
Somos visitantes deste breve instante,
almas que se tocam e seguem adiante,
levando apenas a memória
do que um dia cabia no coração.
Sem os outros somos incapazes de vencermos a nós mesmos, sem troca de Energias não há cura! Os espelhos são necessários para o reflexo e a reflexão.
Quem somos nós? A imagem que sustentamos diante dos outros, construída com cuidado, coerência e esforço, ou aquilo que irrompe quando o controle falha, com um gesto, um pensamento, uma reação que rapidamente tentamos esconder? Talvez essa divisão já revele o conflito central: viver entre o que mostramos e o que tememos revelar. Onde há essa cisão, há tensão contínua, e essa tensão consome energia que poderia ser usada para simplesmente perceber.
Em público, ajustamos a voz, o discurso, o comportamento. Em silêncio, observamos outra coisa se mover. Às vezes contraditória, às vezes desconfortável. Não brigamos contra isso porque seja errado, mas porque ameaça a imagem que aprendemos a proteger. O problema não é a imperfeição do que surge, mas o medo de ser visto sem a armadura. Assim, passamos a vida defendendo uma ideia de nós mesmos.
Então surge a pergunta moral: é melhor ser justo e parecer injusto, ou ser injusto e parecer justo? Enquanto essa escolha existir, já estamos presos à aparência. A justiça verdadeira não precisa de plateia, assim como a injustiça não deixa de existir porque foi bem disfarçada. Quando a preocupação principal é como algo será percebido, o ato deixa de ser claro. Ele passa a ser estratégico.
Buscar equilíbrio entre essas posições talvez seja outra armadilha. O equilíbrio pensado, calculado, escolhido, ainda pertence ao campo do esforço. E esforço implica conflito. O que acontece quando não tentamos parecer nada? Quando não há intenção de sustentar uma imagem nem de combatê-la? Talvez reste apenas o fato nu do que somos naquele instante.
E se a pergunta “quem sou eu?” não exigir resposta, mas observação? Não a observação do personagem público, nem a condenação do impulso oculto, mas a percepção direta do movimento inteiro… sem escolha. Nesse ver sem defesa, sem justificativa, pode não surgir uma definição. Mas talvez surja algo mais simples: o fim da necessidade de parecer.
Nós somos seres controversos. Precisamos sempre ter algo a dizer, mesmo muitas vezes não sabendo o que dizer. Defendemos muitas vezes os errados sendo certos ou certos sendo errados desde que estejam dentro do nosso critério de gosto ou não gosto. Passamos a vida mudando, recontruindo-se a cada etapa e reinventando-se para termos qualidade de vida e pq não dizer com emocional com menos impacto possível, mas muitas vezes nos envolvemos em dramas desnecessários e julgamos a reconstrução do outro.
Somos capazes de amar e odiar em um estalar de dedos. Queremos o melhor, mas esse melhor nem sempre é o melhor para nós. Somos eternos insatisfeitos que constroem e destroem em velocidades desiguais. Nem todos desejam realmente paz, mas quando ela some, desejamos nunca a ter perdido.
Somos seres controversos que se contradizem a si mesmos o tempo todo. Será que é pq dizem: "errar é humano"?
Bora ser mais leve, mais otimista, não precisamos ser bobos e trouxas, apenas tentarmos refletir o bem, fazer um esforço para só fazer o bem para que o bom e o bem venham!!!
Claudia Homem
