Sombras do teu Sorriso
E o coração diz
voa.
A razão responde: se apaixonar nessa altura
dos acontecimentos nossos planos vão para o ralo!
..
Iceberg...
E que me importa a opinião dessa gente?
Se, são gente, ou apenas gente.
Sei que são frias...
Mas deve ser pelo calor das nossas almas...
Se derretem com o nosso "Ser",
nosso "sentir"
Nosso saber!
Se derretem...
Se enfraquecem com nosso calor,
nosso amor!
Somos mais quentes, mais ardentes,
mais nobres vivemos intensamente,
eles não sabem desfrutar nem degustar o sabor...
Eles nem percebem?
..
Com o tempo, tudo muda de figura..
A ficha cai no seu lugar..
Enquanto isso, caminhe em direção ao seu objetivo,
e não desista,
aprecie a beleza do lugar,
cante, sorria da confusão
armada..
Viva seus momentos e entenda
que tudo acontece por uma razão!
.
Onde andará, minha pobre alma sem ti...
Perdida no vazio da solidão,
Procurando uma porta, num beco sem saída...
Apertando o meu pobre coração..
Quero te ver,
Quero olhar nos teus olhos...
Quero sentir teu peito,
Quero sentir teu cheiro,
Quero eu preciso do teu abraço...
Eu preciso ouvir você dizer...
Quero você.
Procurávamos um ao outro, sem saber que
andávamos próximos de nos encontrar!
E não esqueça
que por algum tempo,
os triunfadores foram perdedores!!
A diferença é que
quando perderam
não se deram por vencidos!!
Sonia Solange da Silveira.....@ssolsevilha
diretos reservados
E, mais uma vez eu digo: Engana-te se achas que preciso de alguém para escrever, não é preciso viver um amor para sonhá-lo...
..
Não daria certo nunca...
porque você se preocupou com o que os outros,
iriam pensar.. e o que iriam dizer!!
..
E irão te perguntar muitas coisas querendo saber por onde andaste!
Irão te confundir com mentiras,
Terás que ser forte,
Irão te humilhar,
Terás que ser paciênte..
Irão te julgar..
Terás que ser persistente,
Irão te caluniar,
terás que ser inteligente
Irão te condenar
terás que ter coragem..
Serão muitos os curiosos..
Que,
Irão querer tirar a tua pele...
terás que fingir que esqueceu..
Irão rir e falar de você pelas tuas costas..
Terás que sorrir com eles..
E irão perguntar,
como conseguiu se superar e perdoar a todos os que te enganaram?
E você responde: Ouvi dizer que você estava precisando de um professor!
..
Quanto a mim,
Eu é que decido,
se vou
ou se fico,
Mas de uma coisa eu tenho certeza,
NUNCA DESISTO!!
..
Eu entendo mas não compreendo
o que acontece.
Entendo que teus beijos nunca serão meus.
Não quero compreender...
Porque nossos olhares se cruzaram.
A culpa foi da lua,
será?
Bendita noite de lua cheia.
Malditos delírios.
Eu e meus desvios.
Às vezes penso em dar-te meu eterno desprezo.
Apagar-te da minha memória..
Mas quanto mais tento,
mais me afundo nesse poço de saudade!
A alma não quer esquecer,
eu tento.
Olha, meu amor eu tentei o esquecer!
Então o que você quer que eu faça.
Não posso transplantar esse coração!
..
Hoje tudo pode mudar!
Se voce quiser, comece agora.
Dê uma direção ao vento
Não o deixe ultrapassar o tempo.
Não dê tempo ao tempo,
Não tenha tempo,
Seja velóz.
Deixe a folha cair.
E, comece a agir.
Chegou a hora de virar mais uma
página!
Mudar a direção.
Chegou a hora da transformação.
Tudo tem seu tempo
seu ciclo.
Chegou a hora de cumprir o seu papel!
..
Sabia que sua dada de validade ja tinha vencido...
quando te vi, ouvi sua voz e....
meu coração não acelerou nem quis sair pra fora do peito..!!
..
MORTO POR UM ABORTO
(Esta poema é produto de uma ficção que traz à tona o veemente repudio do próprio feto, contra UM CRIME CHAMADO ABORTO.)
Mãe! Eu consigo e você comigo,
Poderíamos viver juntos por muito tempo
Se não fosse esse seu inescrupuloso intento,
Prestes a decretar minha não-vinda.
Esse intento que desenfeita a beleza feminina
De dois corpos num só.
Que desvenda o mal que você apronta,
Ao ilustrar na tela do desrespeito à vida
Ao apresentar a aparição dos contras
E o desenrolar da eliminação dos prós.
Mãe! Eu que queria ser o fruto de sua existência.
A rósea flor da sua façanha,
Regada com o choro da criança que viria,
Sou, no entanto, um botão pisoteado num canto.
SOU UMA CRIATURA sendo abatida, sem clemência.
SOU UM SER sendo assassinado nas entranhas,
Sob os mandos e desmandos
Da frieza, da perversidade, da covardia.
Mãe, como é pecaminoso esse seu delito!
Emolduras um quadro com falso desenho.
Colas um cartaz com rasurados manuscritos,
Ocultando, no ventre, a falência de seu juízo,
Ao agredir-me, às escondidas, com golpes doloridos,
Certificando-se, assim, que não mais tenho
O vigor que possuí outrora.
O calor materno daquela ocasião...
Nos minutos daquelas horas.
Mãe, eu me perco na escuridão desse desafeto
E, pouco a pouco, desfalecendo,
Sou um feto doado à dor e à agonia.
...Me remexo, me enfraqueço.
Desfaço-me nesse embaraço
Que tanto me judia.
Que me tinge com o corante da violência.
Que me queima com o fogo do sofrimento,
Levando-me a saborear
A ceia das conseqüências,
Como o mais recomendável dos alimentos.
Mulher!
Você é simplesmente mulher, adiante,
Porém, jamais pura ou sublime.
Você não é mais digna
Da minha admiração que se finda,
Ao ser impiedosamente detonada, explodida,
Pela exterminadora sem-vergonhice do seu crime.
Você, pra mim, vale menos que uma moeda,
Pois a gestante que se preza não pratica isso:
Não ignora a semente de sua vida,
Pondo-lhe um maltratante sumiço.
Mulher, conclui-se o seu insensato desejo!
Sei que, prematuramente, sairei.
Que sua barriga logo... logo eu a deixarei,
Para entre os seres vivos não permanecer.
Para não dar e nem receber
Sequer um... um único beijo.
Agora, mulher!
Agora... agora tudo está para ser desfeito.
Se o arrependimento a fizer voltar atrás,
Não será possível dar um jeito,
Porque já é tarde demais.
Porque eu já presencio a morte
Vindo ao meu encalço, ao meu encontro,
E, daqui a alguns segundos,
Ela fará com que eu esteja morto.
Morto por sua conduta contrária.
Morto por seu aborto.
Por essa injustiça cruel e voluntária,
Que me traz o ponto final
De um total desconforto.
Adeus,
Mulher que não quis dar-me ao mundo.
Adeus,
Mulher que não quis ser a minha mãe.
Adeus...
É o meu irremediável fim... ADEUS!
