Sombras do teu Sorriso
Mais um soneto inútil,
Outra película estúpida,
Difundindo teu veneno,
Consciência podre a nos intoxicar.
Produzia insegurança nas fêmeas,
Que orbitavam ao teu redor
E neste entorno abstraía-se
De qualquer fixação alheia.
Plumas Farpadas em teu Cacharrel
Das plumas farpadas
Que nos enovelam,
De arames felpudos,
Que a nós se revelam.
Colisões hipotéticas,
Relevando brandas alucinações.
Plumas farpadas
Em teu cacharrel,
Nosso absurdo
Nos abençoa.
Plumas farpadas
Em teu cacharrel,
Nossa insensatez
Nos impulsiona.
Bem-vindos mantras furiosos,
Aplicados com inexperiência,
Humilde e precária obstinação.
Aos solavancos
Realizo teus caprichos.
Pingentes moldados
Em cartolina,
Um lenço estampado
Em latim,
Se faz enigmático
E insignificante,
Perante o ardente
E extravagante cacharrel.
Plumas farpadas
Em teu cacharrel,
Nosso absurdo
Nos abençoa.
Plumas farpadas
Em teu cacharrel,
Nossa insensatez
Nos impulsiona.
Plumas farpadas
Em teu cacharrel,
Nosso absurdo
Nos abençoa.
Plumas farpadas
Em teu cacharrel,
Nossa insensatez
Nos impulsiona.
Santuário Teu
Perambulando cordial impertinência,
Vagando rumo à religiosidade,
Fulminado pela vã clarividência,
Templo de heresias frívolas e infiéis.
Nessa nossa sonhadora inocência,
Ignoramos romantismo, iluminismo e breu,
Escuridões ingênuas, raciocínio infantil,
Absolutismo nosso em santuário teu.
Vinde a mim motivação findável,
Não se encerre garoada de chuviscos,
Seja audacioso quando ácido banhar-te,
Em riscos permanentes seremos menos cruéis.
Dê trela e torne-os teus atrelados,
Os outros tantos hão de enternecer,
A única disposição incurável,
É a trouxa infalível da transformação.
Nessa nossa sonhadora inocência,
Ignoramos romantismo, iluminismo e breu,
Penumbras bucólicas, raciocínio infantil,
Absolutismo nosso em santuário teu.
Teu toque transmitindo imunidade,
Alterou palpáveis bases medicinais,
Aprovada em plena unanimidade,
Trouxe-nos o epicentro dos vendavais.
Ex-pediente
Insuportável calor,
Mormaço infernal.
Um cordão avermelhado
Cingia teu pescoço.
Mantinha-se deslizante,
Na aflição apavorante
De que alguém entrasse.
Não fazia nada de errado,
Era nem tão bom
Em coisa nenhuma.
Tolamente cumpria sua função.
Atmosfera densa,
Produzindo superiores
Oprimindo subordinados;
Colegas delatando,
Colegas delatados.
Cadeia alimentar empresarial,
Subsistindo a plenos sacrifícios.
Desequilíbrio profissional,
Rondando os indivíduos,
Que compunham aquele
Inacertável grupo
De péssimas pessoas.
tua força me fortalece
e de fato me fortifica,
teu ímpeto impulsiona
este mero Hospedeiro da Arte.
Shunaidy
e Shernobyl
tua força me fortalece
e de fato me fortifica,
teu ímpeto impulsiona
este mero Hospedeiro da Arte.
nasceste para arder
como energia solar,
que aquece avassaladora,
todo um sistema, sozinha.
apesar das
intempéries todas,
apesar de todas
adversidades,
você resiste, tu resides,
revoluciona, persiste, se opõe
e transforma o espaço
aparentemente imutável,
na gama infinita
de tons arco-irísticos,
colore tudo, se coloriza,
embeleza o todo,
Resgata o Mundo.
gêmea minha,
Amada de Aquário,
Admirável Imagem Certeira,
Arteira teimosa, traduzida e levada.
Cotidélanis Tchutchulines,
de: Shernobyl,
Paracoti Cotoia,
feliz idade Shunaidy.
