Som

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Dentre todas sinfonias de mozart,
As canções do baco,
E a nossa última ligação,
Meu som favorito ainda é a tua respiração.
...

⁠O bailar…
O som da sua respiração…
Que me tocava a alma
O toque musical encantava-me
O encanto despertava emoções
De te sentir em uma simples melodia
Te ouvir você a perder-se completamente em mim
O silêncio se manifestou
Na melodia da paixão,
Suavemente você,conseguiu me seduzir
Na mais linda canção

⁠A noite reviro meus pensamentos a prucura de você, dentro de mim, bem no fundo, um som ecoa pelos confins do desconhecido, no meu sub consciente. E um grito de socorro, que me estremece o corpo e causa uma estranha sensação. Mesmo depois de tanto tempo você ainda reside tão viva dentro mim. Meu coração palpita agitado a cada nova lembrança. Seus lábios doce e
provocativo, nos meus pensamento, me provoca um longo suspiro. Logo um outro som, mais desta vez não vem da minha mente, mais sim do coração que diz ; Olhe para si , veja com clareza esse incomo , é saudade concerteza . Volto a contar carneirinhos na esperança de distraír meus pensamento. Lá se vai mais uma bela noite, só me resta assistir o alvorecer. Boa noite.

⁠O dia vestiu-se de luto,
e transformou-se em noite. A uma luz na próxima curva lá ouve-se o som da natureza que chora despedindo-se de um dia que morre. A noite avança com um frio penetrante o sono se aproxima lentamente, o silêncio é apenas um curto e surdo intervalo que habita entre duas batidas do coração. Me sento para escrever um poema mais como transmitir sentimentos a um poema, se as pessoas esqueceram o que é amar. Tem noites que olho em minha volta é vejo, como uma pequena casa fica imensa em momentos de solidão. Ainda me resta você meu travesseiro dos sonhos e fiel confidente . Boa noite.

Eu vou contigo no som da sua voz ...
por esse motivo resolvi não mais te escutar.

Se um dia puder, me desculpe!

São 4h da madrugada
e o som do nada,
se ecoa dentro de mim.

As vezes as lagrimas que ocultei dentro de mim gritam, mas gritam tão alto que não ouço nem o som da minha própria voz...

...... Ele .......
Meu coração não só sentiu euforia ao som da musica naquele dia de festa;
Ele tambem festejou ao te conhecer, pulsou mais forte, te escolheu, foi inesperado.
Confusão na rua e na sua cabeça, afinal de contas, cheguei pra bagunçar e com toda certeza, TE AMAR.
Era pra ser apenas um momento, porem, marcou!
E não somente o dia, mas claramente o coração;
Sentir seu toque, seu cheiro, você por inteiro, não me preenche, e sim ME TRANSBORDA!
O sentimento é reciproco e verdadeiro.

⁠Tentamos matar um ao outro, lutamos contra carniçais e nos beijamos muito. Tenho certeza de que somos casados em algumas culturas.

O som do riso e o som da dúvida me motivam.

🎹 Pela Palestina 🇵🇹🙏🇵🇸

Yeah...
Isso aqui é som de rua, som de resistência,
Sem filtro, sem mídia, só consciência.
Pela Palestina… escuta.

Na faixa de Gaza o sol nasce vermelho,
Não é pintura — é sangue no espelho.
Criança sem teto, mãe sem descanso,
Enquanto o mundo finge que é só mais um caso.

Mídia cega, censura o que sente,
Chama invasão de “defesa do Ocidente”.
Mas quem é o terrorista no mapa?
O que atira ou o que apaga a nossa fala?

Bombas caem, mas a fé não desaba,
Mesmo sem água, o povo não se cala.
Pedra contra tanque — coragem que inspira,
Resistir é verbo, não mentira.

[Refrão]

Pela Palestina, pelo direito de existir,
Paz não vem de quem manda explodir.
Não é guerra santa, é lucro e poder,
Mas nenhum muro vai nos deter.

Pela Palestina, o grito ecoa,
Entre ruínas nasce a pessoa boa.
Se calar é se pôr do lado errado,
Liberdade não é crime nem pecado.

ONU fala, mas quem escuta o povo?
As resoluções viram pó de novo.
Ocidente diz “democracia”,
Mas patrocina genocídio todo dia.

A história é contada por quem vence,
Mas a verdade tá no olhar de quem sente.
Terras roubadas, lares quebrados,
E os inocentes viram números contados.

Não é religião, é dominação,
É racismo com farda e permissão.
Mas cada mártir vira semente,
E o grito ecoa eternamente.

[Refrão]

Pela Palestina, pelo direito de existir,
Paz não vem de quem manda explodir.
Não é guerra santa, é lucro e poder,
Mas nenhum muro vai nos deter.

Pela Palestina, o grito ecoa,
Entre ruínas nasce a pessoa boa.
Se calar é se pôr do lado errado,
Liberdade não é crime nem pecado.

Enquanto tiver um microfone ligado,
Enquanto a verdade for censurada,
Enquanto houver um povo ocupado,
Vai ter voz, vai ter batida, vai ter palavra.

Isso é pelo povo, pela criança,
Pela esperança que ainda dança.
Boombap consciente, rima que não se apaga,
Paz com justiça — essa é a saga.

Pela Palestina.




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O mal e o bem habitam o mesmo Ser; a humanidade desperta no Criador tanto luz quanto sua própria sombra.⁠

🎹 Areia e Cinza 🇵🇹🙏🇵🇸

Som pesado, batida lenta, coração em ruínas...
Isso aqui é por quem vive entre areia e cinza.
Pela Palestina — verdade não tem legenda.

As ruas de Gaza respiram poeira,
O ar é fumaça, a alma é guerreira.
Criança cresce ouvindo sirene,
Enquanto o mundo zappa e esquece quem geme.

Tanque passa, casa cai,
O chão treme e a fé não sai.
Homem cava o irmão com a mão,
Enquanto político brinda em outra nação.

Chamam de “defesa”, mas é massacre,
Choram mães — e o planeta é covarde.
Tinta na tela, mentira pintada,
Censuram o sangue, apagam a fala.

[Refrão]

Areia e cinza — o céu não dorme,
Chove fogo, mas o povo é forte.
Eles querem terra, nós queremos vida,
Paz com justiça, não paz fingida.

Areia e cinza — o tempo chora,
Cada escombro guarda uma história.
A verdade que a mídia esconde,
Ecoa em cada verso que responde.

Um pão dividido por cinco bocas,
Mãe reza: “Deus, não leva mais outra.”
No rádio, promessas de trégua,
Mas é só mais bomba que despedaça a aldeia.

O mar tá perto, mas é prisão,
Cercado por muro, drone e canhão.
Um povo inteiro sob bloqueio,
E ainda chamam de “autodefesa do meio.”

Mas quem vai contar o que sente um pai,
Quando o filho pergunta: “Por que a paz não vem mais?”
Eles apagam nomes, mas não memórias,
E o rap carrega essas histórias.

[Refrão]

Areia e cinza — o céu não dorme,
Chove fogo, mas o povo é forte.
Eles querem terra, nós queremos vida,
Paz com justiça, não paz fingida.

Areia e cinza — o tempo chora,
Cada escombro guarda uma história.
A verdade que a mídia esconde,
Ecoa em cada verso que responde.

Isso aqui é som de alma viva,
De quem planta oliveira e colhe dor.
Mas ainda canta, ainda acredita,
Porque amor também é forma de lutar.

Gritam “livre, livre Palestina!”,
E o eco bate em muralhas frias.
Mas cada voz que insiste e vibra,
Fura o bloqueio da hipocrisia.

Não tem censura pra sentimento,
Nem bomba que pare o pensamento.
Enquanto o mundo paga pra mentir,
O rap existe pra traduzir.

Areia e cinza, mas o sol insiste,
Mesmo coberto, o horizonte resiste.
E enquanto houver um som, uma batida,
A Palestina segue… viva.




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No Reflexo da Varanda

O som das crianças sobe leve,
como lembrança antiga do riso solto —
brincam embaixo do bloco,
e cada eco é um sopro de vida.

Na TV, o jazz — Lost in Whiskey Nights —
derrete o tempo,
faz a noite respirar em notas lentas,
como se o vento também improvisasse.

A cidade lá fora pisca, infinita,
um colar de luzes que se estende
até onde o pensamento alcança.
E ali, no vidro, estou eu —
entre o reflexo e o horizonte,
entre o silêncio e o som.

Escrevo um diário que também me escreve,
palavras que nascem do jazz,
da solidão boa,
da brisa que entra pela varanda.

E percebo:
a vida também é uma canção de fundo,
tocando suave,
enquanto a cidade inteira
dança em silêncio comigo.

então o som daquela voz ficou na aurora, imaginando o ressoar e a inebriedade, o peito em colera o aperto na imaginacao do sentir

⁠Infelizmente a grande maioria ouve e segue o som glamouroso e inebriante do sino, mas não fazem ideia de qual sinagoga ele vem e o que realmente prega e influencia na vida, nem se isso aproxima ou afasta de Deus.
Só observam as flores, mas não o jardineiro.
Valdir Venturi 🌹

Num intenso senso ouço o som do silêncio e me perco em pensamento ficando no imenso. Sonho

Ao som daquela nossa musica, eu durmo pensando em ti.
- Cherry!

MÃE, AINDA TE ESCUTO
(Eliza Yaman)


Mãe, ainda escuto teu passo no chão,
No som da panela, no cheiro do lar.
Teu nome ressoa na minha canção,
E tudo que sou, aprendi ao te olhar.


Teu colo me falta, mas nunca se foi,
É ninho guardado no peito que arde.
Teu gesto me guia, teu riso me dói,
Mas é nessa dor que a ternura me invade.


Na prece que faço, teu rosto me vem,
No vento que passa, te sinto soprar.
És brisa que toca, és flor que contém
O tempo que insiste em me consolar.


E mesmo que a vida te leve de mim,
Te guardo onde o mundo não pode alcançar.
Mãe, és meu começo, meu meio, meu fim,
Saudade que canta, sem nunca calar.

Som da liberdade


O som ainda pode ser dos navios de sangue,
As páginas ainda podem guardar tristezas,
A sociedade ainda respira desigualdade,
E nem todos entenderam as mazelas da alma.


Mas existem, em cada rosto negro,
Um passado que não viveram,
Mas que trazem como marcas para o futuro.


Não, o som é da vingança e das divisões?
Não; é a mais nova das antigas
Formas de gritar às nações:


O som agora é de liberdade!




Livro: Negros 2025