Sobreviver
“Certa vez, disseram-me que eu teria apenas 5% de chance de sobreviver e que, caso vencesse a morte, não voltaria a falar nem a andar. Sobrevivi. Falo. Ando. Por isso, minha gratidão a Deus não nasceu do que me contaram; nasceu do que vivi. Há experiências depois das quais a fé deixa de ser apenas crença e passa a ser memória.”
Bibelô do mal
(1Evaristo)
A odisseia diária do CLT
Teimosia constante em sobreviver
Análoga as maiores batalhas
Sem reconhecimento de quem lhe paga.
O famigerado banco de horas
Que do nada se evapora
E não existe ou se crie CPI
Que esclareça onde foi se diluir.
Das mazelas do CLT
Tem ainda o bibelô do mal
Que no mesmo sistema prisional,
Na mesma setença a sobreviver
Entrega o mais leve que possa ser
Achando que o que faz é normal.
feradapoesia.blogspot.com
Não existe o melhor emprego, existe somente o que você faz pra sobreviver, no final tudo fica aqui !!!
Eu não passo passo além de uma pessoa clonada pela vida que tenta sobreviver num mundo que lhe quer no chão
No instinto de sobreviver, o veneno se desfaz em silêncio, críticas tornam-se pó,
julgamentos se perdem no vento. E o ser, ainda de pé, atravessa a provação intacto.
A vida é como estar em um barco em alto mar, sem remos, sem motor, âncora e sem água... Sobreviver só depende de você.
Lembre-se: Sobreviver é o primeiro triunfo, acreditar é o segundo, e vencer será a sua bandeira para sempre.
Amar foi bonito enquanto durou,
mas sobreviver depois exige outra coragem. Porque lembrar dói mais do que perder, e esquecer parece uma forma de traição. Ainda assim, sigo, ferido, lento, verdadeiro, aprendendo que viver também é resistir à própria saudade.
Sobreviver me ensinou mais do que viver. Porque viver é leve quando tudo está em ordem. Mas sobreviver exige luz onde há escuro, fé onde já não sobra certeza, e coragem onde a alma já teria desistido.
Aprendi a sobreviver em terrenos áridos, onde o afeto era escasso e o silêncio, regra. Hoje, mesmo diante do amor, a leveza ainda me causa estranhamento, como se meu corpo tivesse desaprendido o descanso.
Descobri que sobreviver é, muitas vezes, carregar o peso silencioso de continuar existindo quando tudo dentro de nós já desmoronou em cansaço, quando a alma pede repouso, mas a vida insiste em permanecer acesa mesmo entre os escombros.
Aprendi que a dor não pede licença para existir; ela entra, rearranja a casa e, se eu sobreviver, ainda me obriga a agradecer pela mobília que restou.
Há pessoas que morrem apenas uma vez. Outras precisam sobreviver ao próprio funeral todos os dias, sem que ninguém perceba.
