So Passou pela Vida Nao Viveu
A vida não nos dá apenas experiências; ela nos entrega lições, porque tudo o que se vive, se aprende, e tudo o que se aprende, nos transforma.
Não importa o quanto você ame alguém, não importa se daria a vida por esse amor... A reciprocidade não vai haver por causa disso.
“O verdadeiro tesouro da vida não está em bens externos, mas no desenvolvimento interior conquistado pelo esforço contínuo. Por meio do trabalho perseverante e do cultivo de uma habilidade, a pessoa alcança autonomia, dignidade e independência, tornando-se menos dependente das circunstâncias do mundo. Essa capacidade desenvolvida com disciplina e constância passa a ser um patrimônio interno permanente, que ninguém pode tirar.”
A beleza da vida é encontrar um propósito de viver além do mateiral, o mundo não é o que imaginamos, aprenda a olhar em volta você vai se surpreender.
Quem cuida da sua própria vida, não tem tempo para cuidar da vida dos outros!!!
PS: Arrume o que fazer, cuide mais da sua vida, coisa feia BISBILHOTAR a vida alheia!!!
Na minha vida toda, o que mais me preocupei foi não dar trabalho para outras pessoas, como pais, irmãos, cunhados (das) etc...!!!
Mas tem pessoas que levam a vida como vai vai, se lixando se depois vai sobrar para os outros as encrencas que se meteu!!!
Aí vem pedir ajuda com aquela arrogância, como se todos tem que arcar com suas IRRESPONSABILIDADES!!!
Estou morrendo
meu mundo está perdendo a cor
minha vida já não tem sabor
apenas… apenas dor
eu não sei o que fazer
nem ao menos dizer
o que está acontecendo comigo
de 2024 pra cá, apenas angústia, tristeza e…
solidão
sinto meu ser derreter dentro de mim
nada é permanente, tudo passa, tudo se perde
eu perco tudo, todos… o tempo todo
já não sei mais como lidar
só me resta chorar e esperar
esperar tudo isso acabar e a felicidade finalmente me reencontrar
Se você não tem a capacidade de conquistar seus sonhos! Não seja um obstáculo na vida de alguém! e não destrua os sonhos dela. não sejas uma pedra no caminho de alguém
Nessa vida vamos embora
Mas o amor não morre
Vc faz parte do meu amor
Um dia continuaremos o amor na eternidade!!
Um dia de sol
Um dia de chuva
O nosso amor ao sol
E debaixo da chuva
Eu vim da Escuridão, conheci o fundo do poço e não foi por escolha minha ,foi porque a vida foi madrasta para comigo ..
Têm dias que tb choro ,que tb sofro e a alma Sangra ,mas não coloco meu fardo nas costas de ninguém..
Sou a melhor pessoa do Mundo para quem me merece ,e para não me tornar a Pior pessoa protego minha indetidade me afastado de quem me fere !
Aprendi que o desapego e a Solidão me são muito mais favoráveis!
Mary Gonçallves
Viver no agora, não é reduzir a vida ao instante, mas aceitar que é somente no instante que a vida pode ser transformada.
É um acto de reconciliação com a própria alma e com o tempo.
A vida de uma mulher não é disputa
“Ele desferiu os tiros na frente da criança. Ela presenciou a mãe sendo quase morta, tornando esse crime ainda mais cruel.”
— Evelyn Lucy Alves da Luz, sobrevivente de tentativa de feminicídio
O feminicídio não é apenas um crime — é o reflexo de uma cultura que ainda normaliza possessividade, controle e violência. Cada mulher assassinada carrega sonhos interrompidos, histórias não contadas, afetos que jamais se realizarão. Cada ato de agressão é um lembrete silencioso de que a sociedade falha quando desrespeita a humanidade feminina.
Olho para trás e vejo histórias que ecoam até hoje: mulheres perseguidas nas caças às bruxas na Europa, escravizadas e abusadas nas Américas, violentadas nos horrores do Holocausto, e lutadoras como as sufragistas britânicas, presas e maltratadas por simplesmente querer existir em igualdade. E, ainda hoje, jovens vítimas de feminicídio em cidades que fingem não ver.
Nós, mulheres, precisamos nos enxergar e nos reconhecer nesse mundo que insiste em medir valor pelo poder que outros exercem sobre nós. Homens precisam olhar para si mesmos. Violência não surge do nada. Ela cresce em olhares que julgam, palavras que diminuem, comportamentos que confundem amor com posse. Ignorar isso é compactuar. Cada silêncio, cada justificativa, cada minimização alimenta padrões que podem levar à tragédia.
Como dizia a pedagoga e educadora Maria Montessori, “A primeira tarefa da educação é ajudar a vida a se desenvolver em todo o seu potencial”. Educar é, portanto, também confrontar nossas próprias sombras e reconhecer o que toleramos dentro de nós e na sociedade.
A psicologia nos ensina que comportamentos violentos muitas vezes nascem de traumas, inseguranças e padrões aprendidos desde cedo. A psicanálise aprofunda essa compreensão. Como afirmou Anna Freud, “O ego precisa aprender a distinguir entre desejo e realidade”, lembrando que reconhecer nossos impulsos, frustrações e desejos é essencial para não projetá-los no outro.
E como destacou Karen Horney, pioneira da psicanálise feminista:
“A cultura que reprime e desvaloriza o feminino cria conflitos internos que refletem violência no mundo exterior.”
Negar essas forças internas não as elimina; apenas transfere o conflito para fora, e quem sofre é sempre o mais vulnerável.
A biologia reforça essa perspectiva: somos seres sociais, moldados para empatia e cooperação. Como disse Jane Goodall, etóloga e bióloga:
“O cuidado, a observação e o respeito pelas relações sociais nos mostram o quanto a compaixão é essencial para a sobrevivência.”
A neurocientista May-Britt Moser, ganhadora do Nobel, lembra que nossos circuitos cerebrais estão profundamente conectados com o mundo ao nosso redor — um alicerce biológico da empatia que nos liga às outras pessoas e nos alerta sobre o impacto de nossos atos.
E a filósofa feminista Carol Gilligan nos desafia:
“A ética do cuidado amplia a compreensão humana, conectando responsabilidade e relação ao invés de dominação e divisão.”
O feminicídio não começa no ato final; ele nasce no cotidiano — na cultura que ensina homens a dominar, na indiferença que permite que pequenas agressões passem despercebidas, na normalização de atitudes que desrespeitam e diminuem mulheres. Cada escolha de respeito é um passo em direção à humanidade; cada escolha de silêncio é um passo para o crime.
A grandeza não está em dominar, mas em proteger.
Não está em justificar, mas em questionar.
Não está em controlar, mas em compreender.
O limite da humanidade não está na violência cometida, mas na complacência que permitimos.
O feminicídio não é um problema apenas das mulheres. É um problema de todos. Cada gesto de cuidado, cada ação consciente, cada palavra que ensina respeito é resistência. Cada indiferença é cumplicidade.
O ser humano se expande quando escolhe observar, escutar e respeitar.
Se retrai quando ignora o impacto de suas ações.
Avança quando enfrenta suas próprias sombras.
Transcende quando integra consciência, instinto e emoção.
Cada escolha que fazemos — silenciosa ou visível — constrói o mundo que teremos amanhã. Cada um de nós carrega a responsabilidade de agir antes que seja tarde. Respeito, cuidado e empatia não são apenas escolhas éticas; são expressão da nossa própria humanidade.
A vida de uma mulher é valiosa, e a responsabilidade de preservá-la é de todos nós. Não há justificativa, não há indiferença possível. O limite da humanidade é a empatia que deixamos de praticar.
E então percebemos — quando a rotina parece normal, quando o mundo finge não ouvir — que a verdadeira pergunta não é se agimos para proteger, mas quanto da nossa indiferença diária estamos dispostas a carregar sem perceber, e que talvez, um dia, o preço dessa inação seja inevitável.
O silêncio, que parecia tão confortável, se torna incômodo.
O olhar que desviamos, se torna pesado.
E a consciência, que evitamos confrontar, permanece ali, insistente e viva, lembrando que cada gesto ignorado tem consequências que não podemos mais apagar.
Verso final:
“Cada olhar que desviamos, cada silêncio que aceitamos, constrói um mundo que já carrega a dor que poderíamos ter impedido. A grandeza humana não está em dominar ou calar, mas em reconhecer, cuidar e agir — pois é nas escolhas diárias, pequenas e silenciosas, que se mede se seremos verdadeiramente humanos ou cúmplices da indiferença.”
O ontem é página virada! E como num bom livro que não se vive uma mesma história duas vezes, na vida devemos olhar sempre adiante. Pois olhando para trás o mínimo que pode nos acontecer é tropeçarmos.
Sem programação, a vida é um caos de incertezas e dúvidas, onde não conseguimos enxergar uma saída no futuro. Essa escuridão nos empurra sempre para um passado de momentos felizes ou de momentos de sofrimento
Às vezes, a felicidade está escondida nos detalhes da vida. Mesmo quando não a vemos claramente, ela está lá, pronta para nos surpreender. Mantenha o coração aberto, pois o melhor ainda pode estar por vir.
Vale a pena tentar, sim. Mas nunca vale a pena humilhar quem ainda não chegou lá — a vida dá voltas.
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