So Passou pela Vida Nao Viveu

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E eu desejo...que em tudo que você por a mão dê certo, fique, transforme-se naquilo que você mais almeja, que seja positivo, que tenha a cor da tua alma, que tenha a luz do teu espírito, que tenha a força do teu querer.

Flávia Abib

Observe com carinho onde foi o erro. Refaça sua caminhada. Resolva nunca mais passar por isso. Sua vida, sua escolha. Ninguém pode se intrometer nisso.

Que você leve luz por onde for, que você seja LUZ. Que você seja acolhido quando precisar, que você seja colo que ACOLHE. Que os sorrisos que você encontrar pelos seus caminhos transformem seus dias, que você TRANSFORME de maneira positiva a vida de outros.

Flávia Abib

Você tem força necessária para enfrentar qualquer luta, batalha, desafio. Essa força está em seu coração, abra-o e deixe o amor agir!

Flávia Abib

Ficar vivendo na ilusão ou de ilusão seja do que for, é jogar tempo de VIDA fora! O iludido praticamente se anula por algo que pode ou não ser real, e ali passa todo seu tempo alimentando o que NÃO existe, ou está distorcido pela ilusão. VIVA, faça, aconteça... Ilusão é perca de tempo, é enganar-se, é mentir para si mesmo.

Flávia Abib

Incessantemente... a vida nos leva à transformações internas.

Flávia Abib

⁠As coisas da vida
me fazem crer
que o melhor caminho
é o que te dá paz
e te faz feliz!

⁠Uma emoção desmedida,
um desejo inegável
e uma certeza no coração:
DEVEMOS APROVEITAR A VIDA E OS MOMENTOS,
PORQUE A DESPEDIDA
É INEVITÁVEL!

⁠Resolvi seguir sorrindo...
seja como for, irei em frente.
Pedras pelo caminho
posso encontrar,
mas nas mãos de Deusquero ficar.
Assim, poderei me sentir protegida
e me abrigar
desse grande enigmaque é a vida!

⁠Hoje,
E sempre,
Dançante eu vou.
Agradecida estou,
Feliz por estar nesta estrada,
Chamada VIDA!

⁠O que sei e
o que conheço
é tão pouco...
ainda há muito
o que aprender,
mas continuo
confiando no processo...
A VIDA!

⁠O tempo está passando...
O tic-tac do relógio
faz a mente questionar...
será que nos perderemos
ou nos encontraremos pela vida?

⁠Num piscar de olhos
você vê o tempo passar
a vida correr
sem pedir licença
sem te esperar...
e assim, o relógio continua
com suas batidas ininterruptas

⁠Quero aproveitar o tempo,
sem me preocupar
com as horas que passam...
Eu quero me perder
no doce balanço da vida!

⁠A gratidão é a razão
de se levar a vida
como um presente de Deus.

⁠E por falar em vida...
APROVEITE-A!
E por falar em amor...
PERMITA-SE!
E por falar em você...
CUIDE-SE!
AME-SE!
VIVA!

⁠Há dias de calmaria
e outros, de turbulência!
A vida é assim...
são várias as suas facetas!

⁠Um novo dia...
um novo sonho...
uma nova vida...
e a fé,
sempre desmedida!

⁠Inspire-se

com a vida,
com a lida
na ida
e na vinda.

⁠A Árvore Invisível

No meio da floresta, onde o verde se espalha em incontáveis tons de vida, há uma árvore morta. Seu tronco retorcido e seco ergue-se como um esqueleto, desprovido de folhas, de seiva, de movimento. Os pássaros não pousam em seus galhos; os insetos não a rodeiam; até o vento parece desviar-se dela, como se sua presença fosse um incômodo.
Ela já foi grande, já sustentou ninhos, já balançou sob o peso de frutos. Agora, é apenas um vulto silencioso, uma sombra esquecida no meio do esplendor alheio. Os olhos dos passantes deslizam sobre ela, sem fixar-se, sem reconhecer sua existência. Afinal, quem se importa com o que já não floresce?
Assim também é a velhice humana. Há um momento em que as folhas caem — a vitalidade, o vigor, a utilidade aparente — e, de repente, o mundo parece desviar o olhar. O idoso, outrora centro de histórias e sustento, torna-se uma figura quieta nos cantos da casa, nos bancos das praças, nos quartos de asilos. Suas rugas são como as rachaduras no tronco da árvore seca: marcas de tempestades sobrevividas, de anos que não foram gentis, mas que ninguém mais se dá ao trabalho de ler.
A floresta segue verde, impiedosamente bela. A vida dos outros segue, impiedosamente alegre. E a árvore morta permanece, invisível, até o dia em que o vento mais forte a derrubar, e então, talvez, alguém note sua ausência — mas não sua existência.

Assim como tantos velhos, que só são lembrados quando já se foram.