So o Tempo pode Entender um grande Amor
A vida não cessa e a morte é um jogo escuro de ilusões. Fechar os olhos do corpo não decide os nossos destinos. É preciso navegar no próprio drama ou na própria comédia... Uma existência é um ato, um corpo, uma veste, um século, um dia. E a morte... A morte é um sopro renovador. Mas não vou sofrer com a ideia da eternidade, é sempre tempo de recomeçar!
Te peço perdão
Uma chance
Um beijo
Fica mais um pouco
Mais um dia
Muito pouco
Mais uma noite
Ainda é pouco
Vem pra sempre
Fica muito
Parasita hoje. Um coitado amanhã. Corrida hoje. Vitória amanhã.
É inevitável, mas bem ou mal a gente sempre acaba esperando algo dos outros. Nem que seja um obrigado.
É melhor passar a sua vida lutando por um legado do que passar a vida de modo comum e banal, sem construir a sua autenticidade singular!
Não deu certo com a minha mãe, né. Mas isso é tão comum, já reparou? Eu tive um monte de colegas com pais separados. Mas, felizmente, poucos com o pai ausente. Às vezes, quando vou jantar fora e vejo o pai sozinho com as crianças, tenho vontade de ir lá perguntar o que fez ele ficar. Assim como queria te perguntar, um dia, o que te fez ir.
Este país não precisa de um rei que não se importa se o mundo virará cinzas ou não, mas de um rei que queira impedir isso.
(Jang Uk)
O medo é como um portão velho com cadeado quebrado. Se você der um pequeno empurrão, ele se abre e você segue adiante...
Um velho cruza a soleira
De botas longas
De barbas longas,
De ouro
O brilho do seu colar
Na laje fria
Onde quarava sua camisa
E seu alforje de caçador.
Oh! meu velho e invisível Avôhai!
Oh! meu velho e indizível, Avôhai!
Neblina turva e brilhante
Em meu cérebro coágulos de sol
A manita matutina
E que transparente
cortina ao meu redor
Se eu disser
Que é meio sabido
Você diz que é meio pior
E pior do que planeta
Quando perde o girassol.
É o terço de brilhantes
Nos dedos de minha vó
E nunca mais
Eu tive medo da porteira
Nem também da companheira
Que nunca dormia só.
Uh! Uh!... Avôhai!
Uh! Uh!... Avôhai!
Um brejo cruza a poeira
De fato existe
Num tom mais leve
Na palidez desse pessoal.
Pares de olhos tão profundos
Que amargam as pessoas
Que fitar
Mas que bebem sua vida
Sua alma, na altura
Que mandar
São os olhos,
são as asas,
cabelos de Avôhai.
Na pedra de turmalina
E no terreiro da usina
Eu me criei
Voava de madrugada
e na cratera condenado
Eu me calei
E se eu calei
Foi de tristeza
Você cala por calar
E calado vai ficando
Só fala quando eu mandar.
Rebuscando a consciência
com medo de viajar
Até o meio
Da cabeça do cometa
Girando na carrapeta
Num jogo de improvisar.
Entrecortando
Eu sigo
Sempre a linha reta
Eu tenho a palavra certa
pra doutor não reclamar.
Uh! Uh!... Avôhai!
Uh! Uh!... Avôhai!
Não podemos perder a fé, temos que manter ela viva dentro de nós. Pois um ser humano sem fé é o mesmo que não ter vida!
Não posso abaixar a cabeça agora, pois tenho uma estrada a seguir, um novo rumo a tomar, agora recomeçar novamente do "0", na vida aprendemos que lagrimas rolam em nossos rostos, as vezes lagrimas de alegrias por momentos que não voltarão, mais as vezes lagrimas de sangue, pela dor, e sofrimento, mais enfim, não restam palavras no momento, não restam mais lagrimas, resta apenas, a Fé que amanhã vou conseguir acordar vivo e de cabeça erguida.
Rezei pedindo que o anjo
Mais puro
Te levasse o meu beijo
Um jeito inseguro
De te desejar boa noite
Mais quero sonhar com você...
De amores mortos não posso viver...
Olho nos seus olhos azuis
De imensidão tão profunda
Sei que o que pode me salvar...
Seu sorriso me fez entender
Que eu ainda posso viver...
Obrigado luz dos meus olhos
Mesmo eu não podendo te amar
Guardarei você num lugar especial....
O que restou do meu coração
Prometo que você nele estará
Entropia é uma integral curvilínea. É o índice de desordem de um Sistema, a marca registrada da atividade política. [...] Os segmentos da sociedade debatem-se em paroxismos espasmódicos.
