So o Tempo pode Entender um grande Amor

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⁠Felicidade é uma responsabilidade que todos devem ter, independente do tempo e da razão. Que ser feliz, seja sempre a primeira opção...

⁠Que espera tola
contar as horas à espera de ti
e sentir
que o esvair do tempo e semente em vão
que bobagem é o amor
que quando dói subtrai a alma
que ironia amar
se para o todo, precisa dois
e sendo um
é apenas dor...

⁠Às vezes, perdemos tempo e energia em relacionamentos e situações que não nos acrescentam nada positivo. É importante entender que merecemos mais do que apenas migalhas emocionais, merecemos ser nutridos e respeitados em nossas relações. Devemos nos lembrar de que somos valiosos e merecedores de amor verdadeiro e sincero.

Ao reconhecer o nosso valor próprio, somos capazes de tomar atitudes corajosas e nos afastar de ambientes tóxicos. Devemos nos lembrar de que o nosso bem-estar emocional é uma prioridade, e não devemos nos submeter a situações que nos prejudicam ou nos fazem sentir inferiorizados.

Que o amor-próprio seja o nosso guia, nos orientando a escolher relacionamentos e espaços que nos façam sentir bem e nos pertençam de verdade. Que possamos ter coragem para desistir do que não nos faz bem e buscar o que realmente nos preenche.

É fundamental que cultivemos a consciência e a sensibilidade para reconhecer onde somos apreciados e valorizados de verdade. Que o amor-próprio nos conduza à verdadeira realização e nos afaste de tudo aquilo que já não nos pertence.

- Edna Andrade

"" O que me chama atenção em certas coisas é a hipocrisia do discurso, depois vem o tempo e sua implacável atuação...

Eu mudei muito com o passar do tempo! Principalmente a forma de ver o mundo e enxergar melhor a essência de cada um.
A experiência nos traz benefícios.
Gratidão!

No balanço do tempo
ao toque do vento
Assim vou vivendo
pra frente correndo

"O tempo passa
A saudade fica
e a esperança
jamais acaba.

Com o tempo descobri que as mulheres não necessitam ser entendidas, e sim amadas.

ONDE O SILÊNCIO FALA.

No tempo onde o vento sussurra teu nome,
repousa a lembrança que não dorme um véu de luz e distância,
feito de sombra e esperança.

Tuas mãos, ficaram no outono,
entre as folhas que dançam sem dono; e o mundo parece menor desde então,
porque em mim ecoa tua canção.

Há dias em que o céu me devolve teu olhar, como se o azul soubesse amar.
E eu que me rendo à dor com sorriso chamo-te em silêncio, como quem reza um aviso.

Se fores estrela, brilha em mim,
se fores vento, toca-me assim.
Mas se fores só lembrança e eternidade,
permanece... como ficou tua saudade.

Não que você

não mereça

eu te querer,

Você em pouco

tempo povoou

a minha fantasia

Elevando a minha

vaidade feminina.



Não posso ficar

onde sei que não

tenho como

emocionalmente

sustentar;

Não preciso

prever o futuro

porque sei que

entre nós tem

tudo para dar errado.



O amor pede de nós

profundos cuidados,

Da forma que você

está acostumado,

Não sou eu é que

farei impossível

para te modificar.



Não, não há nada

de errado comigo,

E nem contigo;

Apenas temos

expectativas

diferentes,

Só não quero

colocar o meu

coração mais

sob o teu perigo.

Nunca senti isso, estar tão perto e tão longe ao mesmo tempo, me sinto vazia e pela metade, temos dois braços, duas pernas, dois olhos e duas orelhas... a boca: só temos uma para falarmos menos e ouvirmos mais e nosso coração: temos um para encontrarmos o outro.

Inserida por MaiaraPepe

Não importa o tempo, a duração ou a razão que eu sempre gostei de sua companhia como se fosse a primeira vez.. . confesso q sempre quando estou ao seu lado, eu penso.."poderia ser para sempre" e tenho vontade de te prender para que jamais saísse de perto de mim, meu tempo para ao ver seus olhos e seu sorriso e meu dia se torna de um dia normal em um extraordinário dia.. .

Inserida por ferrasso

Bilhete não entregue

Sabe, minha paixão, sinto sua falta, já tem muito tempo que a gente não se vê, então estou escrevendo para matar um pouco a saudade, fico a pensar: será que está tudo bem? Eu realmente te amo bem mais do que queria, se ponha no meu lugar, só de olhar e gostar, foi assim que aconteceu, quero te mostrar que meu amor é verdadeiro, quero que saibas que vivo em um breu sem você, compreenda meu lamentar, minha querida.

Inserida por Marcos-Mark

Nem sei dizer o que é a vida.
Diferente de todos sentimentos que vivi nesse curto tempo de vida que vivo nessa minha vida errante, venho dizer que é dificil de viver,vivo em um sentimento, caminho em um destino onde não sei as regras do viver,apenas vivo por viver. Será que a vida é um sentimento?

Inserida por Marcos-Mark

Apaixonada por duas pessoas ao mesmo tempo,por mim e por ele

Inserida por biapeace

Velocidade é a bola da vez. Não sei bem se é isso, mas não tenho mais tempo para errar. Há alguns meses, numa mesa-redonda em Belo Horizonte, o professor Eugênio Trivinho (PUC-Santos) falava em "dromoaptidão". Nunca mais me esqueci. Ele fala difícil, a platéia de estudantes de graduação em Comunicação ainda não sabia o que fazer com aquelas palavras. Muita gente riu baixinho, pensou logo no dicionário. "Dromoaptidão" era um conceito que Trivinho desdobrava ali para aquela "galera". E era mais ou menos a aptidão que nós (e os próximos habitantes desta Terra) devemos ter para lidar com a velocidade.

Além do professor de Santos, capítulos de livro trazem pesquisas sobre o tal do "tempo real" e a perseguição de um intervalo cada vez menor entre os fatos, os fatos e as idéias, os fatos e os textos, os fatos e o jornalismo. Uma correria que aparece na vida de todo mundo das mais variadas formas. Gerações que se sucedem e ficam sem o que fazer cada vez mais cedo.

A geração dos meus professores universitários fazia doutorado aos 45-50 anos. A minha geração é de doutores antes dos 30 ou pouquíssimo depois. Inventou-se, para dar conta disso e manter a "linha de corte", o pós-doutorado. E deste se pode ter um, mas é pouco. Há jovens estudiosos com cartelas de dois, três ou quatro, antes dos 40 anos, uns dentro e outros fora do país.

Vou pelo mesmo caminho, mas não sem me perguntar: para quê estou correndo tanto? Onde vou parar? Para quem quero falar o que eu aprendo? Turmas cada vez menores? Poucos indivíduos que querem fazer carreira na ciência? Embora haja vasta comissão de ressentidos que vão mal na profissão ou que apenas repetem a crítica infundada àqueles que fazem da pesquisa a profissão (muitas vezes a vida), é nisso que este país se fia, com o pouco que ele é, para atravessar camadas e camadas de ignorância reverberada até por quem estuda.

Em todas as grandes universidades deste país (não estou falando de faculdades), há equipes grandes de pessoas de variado nível de formação questionando, examinando, estudando e propondo o que se faz do lado de fora daquelas cercas. Em qualquer região do Brasil, pessoas dedicadas ao conhecimento (e não apenas à informação replicada, muitas vezes mal replicada) fazem seminários para ver o que é possível para melhorar isto ou aquilo.

Fico observando aquelas equipes da Engenharia de Materiais. Eles têm de pensar em tudo, no presente e no futuro, e de fato alteram as perspectivas do que acontece dentro de nossas casas. Ou aquela turma de jaleco branco que acaba de passar por ali. São biólogos e vão almoçar. Um pouco mais cedo, estavam discutindo alguma coisa sobre meio ambiente. Os cientistas da Computação estão ali trancados resolvendo o que fazer com a pesquisa de um tal ex-aluno de doutorado que inventou algo muito importante para isto ou aquilo. E a turma da Faculdade de Educação entregou hoje cedo as matrizes que direcionarão o ensino de Matemática nos próximos anos, se os professores deixarem.

E para quê corro tanto? Para ver a banda passar. Para chegar na frente. Para que minha vida aconteça à minha revelia. Para que meu filho tenha um futuro bacana. Para ter grana. Para aprender coisas que pouca gente sabe. Para contribuir. Posso dizer tanta coisa para me justificar, mas prefiro ficar cansada. No final, estaremos todos vizinhos nas mesmas covas. Para quê correr?

Uma moça me contava, há duas semanas, a experiência de morar no exterior. Não em Londres ou em Nova York, mas em Moçambique. Antes disso, fez um estágio no interior da Amazônia e depois concorreu a uma vaga na África. Lá, não tinha quase onde morar. Pegou malária duas vezes. Depois de três anos, resolveu voltar para o Brasil porque ficou grávida. Não fosse isso e teria curtido mais a missão. Dizia ela: "Aprendi muito com esses povos. Lá você dizia ao cara para pensar no futuro, guardar a comida, conservar o peixe e ele dizia: para quê?". Quando ela argumentava: "Para você ter um dia melhor amanhã". O africano dizia: "Mas aí eu posso ter um dia melhor hoje". Caça, pesca, coleta. Isso mesmo, vida de quem está, não será. E se for, melhor.

Ela dizia isso e sugeria a alunos de Letras que concorressem a vagas oferecidas por agências nacionais de fomento para viagens ao exterior. Não para Milão ou para Lisboa, mas para Moçambique ou para qualquer outro canto do mundo onde não haja uma vida, no fundo, muito parecida com esta. Ela dizia isso e refletia: correr para quê?

Não quero viver da coleta. Não sou caçadora e nem estou preparada para o "carpe diem" dos filmes americanos ou dos poemas árcades, mas bem que eu queria um descanso. Não este descanso falso dos finais de semana que começam no sábado à noite. Não a pseudoparada dos que dormem de dia. Ou a noite exausta de quem trabalha sem parar. É isso o que se tem feito. Eu queria o descanso de viver este dia do moçambicano sertanejo. De quem não conhece, simplesmente não sabe o que é, o celular, a televisão, a caixa de e-mails ou a luz elétrica. Impossível.

Faz tempo que a velocidade vem mudando de jeito. Não por conta da internet, que esta é apenas a etapa que nos soa mais fresquinha. Desde o telégrafo, o trem a vapor, o telefone. Desde que a distância pareceu ser relativa. Desde que os burricos que atravessavam montanhas pararam de trabalhar. O tempo vem sendo manipulado. As pessoas vêm delegando suas reflexões e seus desejos a outras. Se gostam ou não, se querem ou não, se são ou não, tanto faz. Terá sido tudo uma imensa onda de práticas meio espontâneas.

Sem ler sobre o assunto, mesmo sem freqüentar aulas de "Análise do Discurso", seja de que linha for, é possível parar para ouvir os ecos de tudo o que se diz. Aqui, neste Digestivo, é possível ler uns textos que ecoam outros; tantos que expressam bonitamente a conversa do boteco, com mais elaboração, é claro; outros tantos que conversam entre si e nem sabem. O que importa é saber o quanto estamos presos a uma rede invisível de sentidos que já vêm meio prontos. Uma teia de relações que já chegam feitas. Uma onda transparente de significados que carrega os ditos e os não-ditos. Sem ter como escapar. Os dizeres estão sempre presos a outros, mesmo que não se saiba se alguém já disse aquilo antes. E principalmente por isso.

Pensar deveria ser a coisa mais importante de tudo. Da vida em família, da escola, da convivência. Saber pensar deveria ser a habilidade mais almejada de todas. Antes de saber envergar roupinha de marca ou saber inglês, antes de conhecer música ou ler Machado de Assis. Antes de ser "do contra" ou de apoiar a "situação". Pensar deveria ser obrigatório. Não sei pensar. Não aprendi direito. Antes que eu consiga (porque eu até tento, há quem nem isso...), vêm logo essas redes de sentidos me carregando. Que antídoto há para isso? Pensar de novo, ler mais, conhecer os textos (falados, inclusive) que já rolaram nesta correnteza e tentar ao menos me localizar. Saber que ecos tem minha voz. Pensar de novo e assistir aos efeitos do que eu disser.

Em 2002 eu tinha um blog. Ele era até conhecido. Fazia resenhas e entrevistas com escritores. Depois me cansei dele. Hoje tenho preguiça dos blogs, assim como de outras coisas e pessoas. Lá no meu blog era assim: eu mal pensava e já havia escrito. Muitas vezes funcionava. Mas isso não tem a menor importância para mim mais. No blog, no site, na mesa de bar, a velocidade eclipsa uma série de coisas mais importantes. Muito do que se escreve é de uma irresponsabilidade exemplar. O Digestivo já foi texto de prova de vestibular várias vezes. Imagine-se o que isso ecoa nas práticas de muitos lugares? Parece bobagem? Não é. Muito do que se toma como verdade é irrefletido, bobo, superficial, reelaborado, tolo, restrito, mas se quem escreve só faz escrever sem pensar, imagine-se o que fazem os que apenas lêem, e lêem mal?

A velocidade com que as coisas podem ser feitas e ditas tem trazido à luz o que deveria ficar guardado em tonéis de carvalho. Há produtos da cultura que jamais, esteja a tecnologia como estiver, sairão dos barris antes do tempo. Ainda bem.

Inserida por Scutasu

Sabe, já tentei desistir de você milhões de vezes, mais ao mesmo tempo que você me faz muito mal, você me deixa tão bem. Quantas vezes pensei em cair fora, e não olhar pra trás, mais você sempre grita espere, por favor não vá. Eu não sei o que acontece comigo cara, que eu me deixo levar, mas quem muito brinca um dia perde, fica a dica tá ?

Inserida por KarenAlves2

No momento em que aquilo que sinto é pleno, a eternidade acontece... O tempo e o lugar deixam de existir, quando tudo o que há é só você e sua entrega integral e absoluta àquilo que vivencia. Ame...e conhecerás o eterno.

Inserida por Sterlina

Me lembro das redaçoes do tempo de escola, eu fazia porque mandavam, hoje eu escrevo por prazer, pra mostrar o que sinto, o que penso e o que faço.

Inserida por FelipeNost

O tempo passa e as coisas mudam.

Inserida por FelipeNost