So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce
Enquanto o mundo vocifera a exigência de força, a Fé sussurra a coragem paradoxal de se render ao pedido de ajuda.
O maior cárcere é a mente que insiste em viver no passado, enquanto o corpo é forçado a habitar o presente.
A beleza do amanhã mora nas tarefas invisíveis de hoje. Enquanto espero milagre, faço as coisas pequenas com exatidão. Lavo pratos, escrevo bilhetes, rego vasos sem testemunhas. Pequenos atos acumulam-se e, sem barulho, erguem futuro. E o amanhã, quando chega, parece menos miragem e mais casa.
Amar é cantar uma ópera sem ensaio, deixar o peito reger a orquestra, enquanto o destino escreve, em lágrimas, o último acorde.
Enquanto a razão grita as impossibilidades e a lógica nos aprisiona no medo do fracasso, a voz da fé sussurra uma promessa de que somos mais que vencedores em Cristo. O coração encontra sua paz verdadeira ao escolher render-se ao conhecimento de que existe um Deus que cuida de cada detalhe, desde o fio de cabelo que cai até a tempestade que se levanta, nada escapa ao Seu olhar amoroso. Eu me recuso a olhar para as circunstâncias que me cercam, pois a minha esperança está firmada na palavra que não falha e na promessa que se cumprirá no tempo exato, pois Ele é fiel para realizar o que prometeu.
O povo segue alienado pela mídia. Enquanto isso o futuro da nação sendo corrompido pela indiferença e incompetência do mercado de trabalho disfarçado de teatro e discurso.
Um monte de gente fingindo e outras olhando, enquanto isso, quantas trabalhando?
Já perdeu a graça transformar amor e justiça em fanatismo e cobiça.
"A maior ironia da condição humana é morrer de sede enquanto esperamos pela chuva de amanhã, ignorando o copo de água que já está em nossas mãos."
O que é correto no Brasil está sendo ignorado, enquanto o que é incorreto é aceitável. O que está ocorrendo com nossa nação?
Pensador
Foi uma pena...
Enquanto a observava, imaginei uma vida inteira juntos lá na frente,
Foi uma pena descobrir que ela era cega nesta direção,
Mesmo sem receber o equivalente em troca o romântico se entrega completamente acreditando que não vai sofrer.
Ame e honre a sua mãe enquanto ainda a tem, pois saudade nenhuma será motivo suficiente para trazê-la de volta.
Enquanto muitos fogem do toque que salva, outros fingem bravura nos toques que ferem.
Novembro Azul começou num sábado, e meu amigo já sofre por ter que esperar até segunda pra se cuidar.
Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.
Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.
O tropeço, para esses, não é punição: é convite.
Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.
A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.
Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.
Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.
Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.
O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.
Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.
A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.
Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.
Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.
No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.
E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.
Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.
Possuímos ouvidos que captam o mundo e alma que sente o invisível; mas enquanto o som físico é imposição, o som sagrado é convite: só quem acredita desperta os sensores para ouvir o que o silêncio tem a dizer
A mídia é uma grande ilusionista que ilude o povo enquanto ele é roubado dos seus direitos, das suas condições, da sua vida.
Enquanto houver vida no planeta, solidão é uma ilusão criada pela própria mente.
O que faz sentir-se só é só o próprio abandono de si mesmo.
Os bancos controlam o poder, substituindo as antigas monarquias. Enquanto mantiverem esse domínio, a miséria não terá fim. Os banqueiros e grandes empresários preferem a desigualdade, pois ela garante sua riqueza e o sustento de uma classe trabalhadora submissa. Eles manipulam os políticos para servir aos seus próprios interesses, enquanto a política se transforma em um jogo de aparências. A verdadeira solução para a pobreza não virá enquanto os bancos continuarem controlando o sistema econômico e as decisões políticas.
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Poemas que falam quem eu sou
- Frases de motivação: palavras para encontrar o incentivo que você precisa
- Poemas Quem Sou Eu
- Você é especial para mim: frases que tocam o coração
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
