So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce

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Quando eu tiver vontade... passarei na floricultura e me presentes dei com as Rosas mais perfumadas... sentarei na Beira da praia e sentirei o carinho do rosto no meu vento... caminharei na areia e contarei a mim todos os meus segredos e darei as mais alegres risadas... direi a mim mesma como foi difícil me entregar a realidade mas que no fundo no fundo eu sempre sonhei com a felicidade... E que bom que eu nunca deixei de sonhar...

-Boa noite galera!! :*

Quando eu sentar no meu cantinho... buscando silêncio chorando baixinho... não se preocupe... foi quando decidi que as lágrimas podiam lavar minha alma e limpar meu caminho...

Quando eu me encontrei no amor... tive que perder meus sonhos... partir... carregando no peito apenas a tristeza por não poder ficar...

Não é não sei amar... porque não sei dosar... sou intensa... E quando não posso ser eu mesma... retenho como quem deixa na prateleira de mercado aquilo que não pode pagar...

QUEM SABE UM DIA
por Sezar Kosta


Eu gostaria, quem sabe um dia…
voltar a conversar com Deus sem medo,
como as crianças falam com o vento,
sem teologia, sem desconfiança,
com aquela fé que não pesa,
apenas pousa.


Eu gostaria, quem sabe um dia…
lembrar o nome das coisas simples,
o cheiro do pão, o silêncio da tarde,
a pureza que o tempo levou
como quem leva água nas mãos
e não percebe a perda.


Eu gostaria, quem sabe um dia…
desaprender a dureza do mundo,
essa engrenagem que mastiga sonhos,
que troca almas por algoritmos,
que vende esperança em prestações
e chama lucro de milagre.


Eu gostaria, quem sabe um dia…
entender por que os homens
esquecem tão rápido o essencial —
o abraço que salva, a escuta que cura,
a compaixão que devolve fôlego
a quem já respirava só por hábito.


Eu gostaria, quem sabe um dia…
reencontrar a verdade divina
no avesso da vida moderna,
onde tudo brilha, mas nada ilumina,
onde todos falam, mas ninguém confessa
o tamanho do próprio vazio.


Eu gostaria, quem sabe um dia…
aprender a amar com lucidez,
sem a ilusão dos mártires cansados,
sem o peso dos cínicos orgulhosos —
apenas amar,
como quem reconhece no outro
a última chance de redenção do mundo.


E se esse dia não vier,
que ao menos eu continue procurando,
mesmo entre ruínas, tumultos e telas,
um rastro de inocência que sobreviva,
um sopro de Deus que ainda resista,
uma luz pequena — mas honesta —
onde eu possa repousar a alma
e enfim dizer baixinho:
“eu me lembro.”

Talvez se eu tivesse cuidado
mais das flores...
Não colheria tanto teus espinhos.

Talvez se eu tivesse regado mais
as nossas noites de amor ...
Não teria colhido tantos desalinhos.

Talvez se eu tivesse construído nossos
sonhos em manhãs duradouras...
Não veria nossos castelos em areias
desmoronarem assim tão frios.
Talvez ...

Ou talvez as flores eram mesmo os teus espinhos
As noites de luar eram mesmo as tuas indiferenças
O teu amor era mesmo um castelo de areia ...
Talvez...

O que sei é que tudo Acabou!
Fim !

És proibido
e por isso foges de mim ... Eu sei .
Mas também sei
Que tu foste e continuas sendo
o sonho mais bonito
que um dia pousou aqui
Ah,bem aqui
No profundo de mim .

Eu já te contei
que hoje, quando fechei os olhos ,
bebi o teu cheiro ?

Eu queria ser livre, mas sou prisioneiro dos meus sentimentos.

09-11-18

Sem destino!
Eu queria poder sair por aí, sem destino.
Sem olhar no retrovisor, não quero ver o que ficou pra trás.
Eu queria um cérebro sem lembranças e um coração sem dor.
Eu queria chorar todas as lágrimas de uma vez só.
Eu só não queria amar de novo.

13/11/2018

É acredito em Anjos
Eu sinto um enorme prazer em
senti-los e imaginá-los .
Agora mesmo , nesse exato momento ,
um Anjo lindo pousou bem aqui
em pensamento .

Eu sempre acordo confusão
Mas adormeço com minh'alma
em Paz e meus Pés no chão!

“Eu prefiro ser quem eu realmente sou, do que alguém que jamais fui.”

Não guardo rancor.
Rancor é carregar quem me machucou dentro de mim.
Eu prefiro algo mais silencioso: a lembrança do que aprendi.
Hoje, eu reconheço as máscaras antes do sorriso.
E já não acreditei mais em lágrima fácil.

⁠Antes de pegar num pincel, eu já pintava com palavras.

⁠Quando eu fecho os olhos, eu sinto que estou em paz comigo mesmo. Não me culpo por eu ser inteiro e de verdade. Sou um oceano profundo de sentimentos intensos! Eu seguro a sua mão sem intenção de soltá-la. Esteja preparado para o salto no abismo do meu coração! Quando eu fecho os olhos, eu sinto que posso ser recompensado pelo amor que eu dou. O universo conspira a favor de quem corre para o lado em que está o amor. O universo brinda com luz quem é luz. Quando eu fecho os olhos, eu sei que não saio perdendo! Eu ganho, afinal, o universo conspira a favor daquele que dá amor de verdade, sem exigir nada em troca.

⁠Janela
Da janela eu vejo um raio de sol, que penetra suavemente através da cortina e encobre meu quarto de luz!
Da janela, quando aberta, eu escuto o barulho dos pássaros…
Da janela, eu vejo a vida correndo lá fora.
Da janela, eu sinto a brisa beijar o meu rosto!
Eu me levanto, preparo meu café e da janela, eu rezo para que alguém venha sussurrar em meu ouvido, dizendo que ama.
Da janela, eu avisto os meus sonhos
Da janela, eu sinto a vida que é bela!

Antes de culpar o mundo pelos meus resultados, eu precisei admitir uma coisa óbvia e dura: a vida que eu tenho hoje é o reflexo exato da pessoa que eu venho escolhendo ser todos os dias.

Quando a mentira Cansa

Eu já contei muita mentira bem construída para mim mesmo. Aquelas frases que soam inteligentes, fazem sentido num café com amigos, mas não fecham a conta com a realidade do meu dia a dia. “É só uma fase.” “Está controlado.” “Eu aguento mais um tempo.” Lá no fundo eu sabia que não era verdade, mas repetir essas justificativas era mais fácil do que admitir que eu tinha medo de mudar. O problema é que o corpo não negocia com esse tipo de mentira durante muito tempo. O cansaço aumenta, a irritação cresce, a paciência desaparece. Não é azar, não é só pressão externa: é o desgaste de sustentar uma vida que já não faz sentido para aquilo que eu sei que poderia ser.


Talvez você também tenha criado essas histórias para continuar onde já não faz sentido ficar. Um relacionamento que só se mantém por hábito, um trabalho que já não te desenvolve em nada, uma rotina que te deixa num piloto automático confortável, mas sem vida. A mente é criativa para arranjar justificativas: agora não dá, não é o momento, depois eu vejo isso. Só que cada “depois” é uma escolha. E, queiramos ou não, a identidade que temos hoje é o resultado exato da soma do que aceitamos, do que ignorámos, do que adiámos e do que escolhemos manter. Não é um rótulo abstrato. É a consequência prática da forma como temos vivido.


Quando eu parei de me ouvir como vítima e comecei a olhar para mim como responsável, a pergunta deixou de ser “por que é que a minha vida está assim?” e passou a ser “que tipo de pessoa eu tenho decidido ser todos os dias?”. Não adianta só desejar mais, querer mais, sonhar mais. A questão é: eu sou o tipo de pessoa que sustenta aquilo que diz que quer? Os meus hábitos, a forma como eu gasto o meu tempo, as conversas que eu alimento, as relações que eu tolero, a maneira como eu fujo do desconforto… tudo isso revela quem eu sou hoje, não quem eu conto que sou. E dói perceber isso, mas é uma dor lúcida.


Hoje eu entendo identidade como esse espelho que não mente. Não é sobre a imagem que eu vendo, é sobre o rasto que eu deixo. Se eu quero uma vida diferente, não basta pedir por oportunidades novas, eu preciso aceitar o custo de me tornar alguém à altura daquilo que eu diz que quer construir. Enquanto eu continuar a proteger as minhas desculpas, vou continuar a proteger também os resultados que me incomodam. A virada começa quando eu assumo, sem drama mas sem fuga: a vida que tenho hoje é a versão prática da pessoa que eu venho escolhendo ser. A pergunta que fica é simples e incômoda: eu quero mesmo continuar a ser esta pessoa?