So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce
Era necessário que a coroa de espinhos fosse colocada sobre sua cabeça?
Nenhum dos ladrões que com ele foram crucificados recebeu esse ornamento.
Mas a Ele — JESUS — era preciso humilhar, expor, desfigurar.
Colocaram-no diante dos seus, não como mártir, mas como artífice de uma conspiração.
Queriam que o vissem como autor e executor de um levante contra os poderosos.
E assim, sob o peso da dor e do escárnio, coroaram o inocente com o símbolo da culpa alheia.
Eis-me rodeado por rebanhos de imbecis, onde até minha respiração lhes parece um ultraje! A verdade os fere, dizem, como se fosse uma afronta intolerável, um desrespeito, como se a realidade devesse se curvar à sua mediocridade. Esses tolos não suportam qualquer verdade mais alta que seus umbigos! Exigem que o mundo se arraste ao nível de sua insignificância, como se a grandeza devesse pedir licença para existir. Não suportam a clareza, preferem viver na ignorância, onde até a mais simples franqueza se torna um insulto.
Devo morder minha língua ante a estupidez triunfante? Que espécie de verdade morreria de vergonha por ferir almas raquíticas? Não! Se vossas almas se esfacelam ao toque da verdade, não é minha língua que deve sangrar — são vossas certezas que merecem apodrecer!
Surto de alforria
Estamos surtando -
Mas não.
Não é um surto psicótico.
Estamos em um surto contra nós mesmos.
Contra a vida.
Contra todas aquelas coisas e verdades que nos obrigamos a engolir diariamente.
A loucura brota da mesma vertente da sanidade.
Duas faces de uma mesma moeda.
A depender das circunstâncias:
veremos apenas uma delas como verdade absoluta durante uma vida inteira.
E do que tanto digo sem dizer?
Por ora, anuncio o descrédito por si mesmo.
Ou, a loucura de acreditar.
Falo do ódio a si próprio.
Ou, da loucura de, talvez, ousar se amar.
Quero proclamar minha loucura
com a aventura de dar-me alforria.
Denunciar minha sanidade,
de ter me mantido em cativeiro,
privando-me da exposição,
do julgamento,
do apedrejamento em praça pública.
Estou surtando.
Ou, sendo curada por minha loucura.
"A ÚNICA PESSOA LIVRE É AQUELA QUE CONTROLA A SUA VIDA". Ademar de Borba. Principalmente às finanças. Motivo de muitos atritos.
"Pessoas velhas estão no médico toda semana, carros velhos na oficina. Duas atividades rentáveis para quem se dedique a elas. E nunca faltarão clientes"
Ninguém Viu" – por Wallace de Oliveira Silva
Ninguém viu quando chorei no silêncio,
nem quando segurei o grito com um sorriso.
Fui forte pra todos, menos pra mim.
E ainda assim… ninguém notou.
Fui abrigo pra quem só sabia partir.
Estendi a mão pra quem já vinha armado.
Falei de paz, recebi guerra.
E ainda assim… eu fiquei.
Me chamam de ingênuo,
mas não sabem o quanto eu sangrei
pra continuar Não sabem quantas vezes eu me perdi
pra não perder o outro.
Cresci onde amor era luxo,
mas eu dava de graça.
Sonhei onde era proibido,
e mesmo assim… continuei sonhando.
Não é fraqueza querer ver o bem no outro.
É coragem.
Coragem de ser luz,
mesmo quando só te entregam escuridão.
De Pé Por Dentro" – por Wallace de Oliveira Silva
Tô cansado, mas sigo.
Com a alma rasgada, mas o olhar firme.
Ninguém vê o que eu escondo —
só sentem falta quando eu me calo.
Já levantei gente enquanto eu caía.
Já fiz sorrir quem nem sabia meu nome.
E mesmo assim, continuo doando
um pouco de mim em cada gesto.
Tenho mil cicatrizes,
mas nenhuma me fez virar o que eu jurei não ser.
Não jogo sujo,
não piso pra subir,
não aponto o dedo pra quem já tá no chão.
Já entendi que nem todo mundo vai me querer bem.
Mas isso não muda quem eu sou.
Porque quem é luz,
brilha mesmo em meio ao abandono.
E eu sigo aqui:
de pé por fora,
mesmo quando tudo desaba por dentro.
A abstração tem o poder de gerar isolamento mental — e, desse estado, nasce a relativização entre a importância da ação e o ócio. Como consequência, instala-se a omissão diante das próprias obrigações.
A abstração também pode ser um exercício de intimidade com Deus.
Abstrair-se com Ele é uma devoção prática — um mergulho na relação pessoal, livre das distrações do mundo.
As conveniências do mundo se moldam a um emaranhado de escolhas confusas, com efeitos paralisantes, que recusam o Caminho Estreito — Jesus Cristo — para trilhar o caminho largo do pecado, que conduz à estagnação, à destruição e à separação de Deus.
A gente vai aprendendo com os sentimentos dos outros — nas alegrias, descobrimos a beleza da partilha; nas dores, aprendemos a compaixão. Cada emoção alheia é uma oportunidade de crescer em humanidade e amor cristão.
Quero fixar meu olhar nos movimentos do vento, que sopra onde quer e revela, em seu percurso, fenômenos da terra e prodígios dos céus — sinais de Deus presentes no mover do ar.
Quando as narrativas se tornam intérpretes da verdade, a mentira ganha espaço, obscurecendo a realidade e distorcendo o que de fato acontece.
Mateus 7.13-14 – A Porta Estreita e a Porta Larga.
A régua de medir da hipocrisia é, ironicamente, desmedida...
E quando as narrativas se tornam intérpretes da verdade, a mentira ganha espaço, obscurecendo a realidade e distorcendo o que de fato acontece - espaço aberto para a estrada larga do mal.
E assim... As conveniências do mundo se moldam a um emaranhado de escolhas confusas, com efeitos paralisantes, que recusam o Caminho Estreito — Jesus Cristo — para trilhar o caminho largo do pecado, que conduz à estagnação, à destruição e à separação de Deus.
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