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So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce

Cerca de 637402 frases e pensamentos: So Enquanto eu Respirar Vou me Lembrar de Voce

Ao dar uma olhadinha na árvore das minhas amizades percebi que uma em especial nunca deveria ter estado lá, pois de tão podre que era, nem precisei sacudi-la, ela mesma caiu!

Inserida por soraiaandrade

Homem que a gente ama, sempre vira príncipe na nossa cabeça.

Inserida por LadySchramm

ALMANDARILHA

A Paz é o alimento da Liberdade ou vice-versa?

Liberdade é o segredo da Felicidade!

É bom quando Razão comunica-se com Emoção!

Perpétuo é uma palavra para vida inteira!

O Coração funciona um tempo sem os demais órgãos, já o contrário não faz-se!

O Amor não depende da Razão!

Tua Esperança é minha Alegria!

Teste a força da Palavra desejando o bem para o Próximo!

Minha Vida tem o tamanho de tua Razão!

O Amor só faz sentido somando!

Inserida por TIOCRIS15999

DIRIGIR E FACÍL, DIFICIL E TER RESPONSABILIDADE.

Inserida por Giovanni2548

NO DIA QUE CHOVER MULHER, QUERO UMA GOTEIRA NA MINHA CAMA.

Inserida por Giovanni2548

MULHER É COMO HORÓSCOPO, A GENTE SEMPRE DÁ UMA OLHADINHA.

Inserida por Giovanni2548

O valor das coisas não está no preço, nem no artefato exterior das embalagens, está na importância e não no excesso de embrulho.

Inserida por thaiannevenancio

Improvisar é uma arte, viver faz parte.

Inserida por thaiannevenancio

O que dá medo é o medo que dá.

Inserida por thaiannevenancio

É preciso não ser fraco com os fortes, nem forte com os fracos, opte por ser honesto.

Inserida por thaiannevenancio

Oportunidades existem, mas nem todas valem a pena.

Inserida por thaiannevenancio

Em Portugal o dia é lindo e perfeito para o Carnaval. É sambar à chuvinha e ficar em pele de galinha!

Inserida por JoaoDantasdeMelo

Quem tem boca, fala o que quer. Quem tem ouvido ouve, mas quem tem inteligência sabe o que levar em consideração e o que não deve relevar.

Inserida por Batistafreitas

Todos estamos grávidos daquele que deveríamos ser.

Inserida por diogenespdearaujo

QUEM É BICHO? (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Aprender dos meus semelhantes
e deixar os bichos pra lá,
porém, falar cansa
e invejo o irracional.
Por que a língua é lança,
de palavras pior que metal,
expostas, você, ela alcança,
e decreta um previsível astral.
Onde quem não aprende, se cansa.
Onde quem aprende da dança,
do corte que fere e não sangra,
da língua não mansa, metal.
No tempo, feridas se fecham
cicatrizes no tempo se formam,
e deformam a conduta,
pra defender-se do mal.
Que pode ser em silencio.
Que pode ser agressivo.
Da reação outrora ferido.
Ferindo ou sendo letal.
Os animais não falam,
invejo seu extinto,
que na verdade lhe digo,
que são irracionais racionais.

Inserida por clarique07

NADA (Autor: Henrique R. de Oliveira).
Vela no barco, mar, leme
sem vento pra direção, reme
porque de todo mal que teme
nadar num naufrágio, contra,
a onda que volta e te encontra
na exaustão dos braços os mesmos
apontam
a faixa do litoral a frente
neste naufragio, mar, sem leme
nas adversidades que não teme
depois sorrir da fase escura
com o dorso, praia, lua cheia
tomando banho de areia.

Inserida por clarique07

ME FIZ TE ACONTECER (AUTOR: Henrique R. de Oliveira).
...ver-te acontecer
ver-te, ver
da mente pra fora,
fazer
de cada outrora
agora ser
sonho embora
bem vindo o ter.
onde imaginar
foi querer
e praticar
o fazer
onde o tudo que quis
foi o doer
e o conseguir,
adormecer,
ficando indolor
com o merecer
nas doses dos passos
com o verbo crer
e no tempo
o fato viver
as coisas do pensamento
concretizando você.

Inserida por clarique07

A saudade é uma interminável reticência no interior da alma.

Inserida por thaiannevenancio

"Nos encontros e desencontros da vida, cada ser que cruza nosso caminho passa a ser nosso próprio destino."

Inserida por AlmaDeRosas

A Cultura Evangélica Brasileira e a Elite Cultural.

O tapa que a cultura pop deu na cara da conservadora elite cultural brasileira nos anos 90, dói até hoje. Expressões como “neoliberalismo”, “sustentabilidade” e (a mais queridinha de todas) “globalização”, eram como biscoito de polvilho na boca de estadistas, intelectuais, jornalistas e outros. Já para alguns da dita “classe popular”, eram como água de piscina que entrou no ouvido. Enquanto a Europa ainda se esforçava para despachar os resquícios dos entulhos do Muro Berlim, e o Brasil vivia aquela aflição de noiva em dia de esponsais às vésperas da ECO 92, simultaneamente explodiam três bombas no território guarani: o axé, o funk e a música evangélica.
Embora os dois primeiros sejam considerados fenômenos culturais de grandes proporções e, no entanto, de baixa qualidade artística e de pouca relevância, a música evangélica não mereceu nem isso. Foi relegada ao mais sutil dos silêncios: o desprezo.
Enquanto os elitistas caiam de joelhos ante a invasão de toda sorte de lixo cultural norte-americano, músicos, técnicos, cantores e instrumentistas se especializavam buscando o aperfeiçoamento e, em consequência, a profissionalização da música gospel. E isso se dava numa conjuntura cultural totalmente desfavorável: nessa época, qualquer um virava cantor no Brasil, qualquer coisa apoiada numa simples nota era chamada de “música”, tanto que a música eletrônica sem letra passou a ser o hino de muitos jovens nas festas RAVE. Enquanto que para ser um simples cantor evangélico, mesmo um dessas igrejinhas de bairros pobres, exigiam-se mais e mais habilidades e técnicas – não bastava ter voz bonita ou ser o filho ou a filha do pastor.
A década acabou. Mas o silêncio da elite cultural não. Foi necessário que o reconhecimento viesse do estrangeiro: o Grammy latino com Aline Barros. Ainda assim não foi bastante para que a elite enxergasse aquilo que está a um palmo de seu nariz: as múltiplas qualidades da música cristã. É claro que o objetivo de tal gênero não é o reconhecimento, é louvar ao Senhor e com um só propósito: honrá-lo glorificando-o. Mas a falácia do discurso que a elite cultural apregoa aos quatro ventos de “valorização da diversidade cultural brasileira” é de fazer doer! De doer em sua própria pele.
E não é só isso. A rica contribuição linguística ao idioma de Camões atingiu a todas as classes sociais. Jargões como “irmão”, “abençoado”, “varão”, “A paz de Cristo”, “vigia” entre outras, são conhecidos até por aqueles que não creem em Deus.
Dos retiros espirituais que são perfeitas expressões de festividade e harmonia entre os participantes, às encenações de peças teatrais e à dança profética, os evangélicos dão vários exemplos de verdadeira cultura. E não é preciso citar as produções cinematográficas que, embora incipientes, com pouco público e com divulgação precária, vão pouco a pouco ganhando espaço e a admiração de muitos. A saber: meu objetivo aqui não é classificar tal cultura como boa, melhor, superior a esta ou aquela, e sim provar, baseando-me em fatos verificáveis, que é cultura também e merece ser respeitada como tal.
Não obstante, o reconhecimento seja mesmo difícil por sua inerência intrinsecamente lógica. Sim, lógica: a cultura evangélica brasileira cresce como semente plantada na rocha pura. Então, estupefata, a elite cultural brasileira questiona:
“Como pode uma semente ter germinado na rocha pura?!”

Não encontram outra resposta senão o silêncio. Eis sua postura.

Inserida por alexandredejesus