So aquilo que Nao nos Pertence e que nos Completa
Às vezes …
Agilson Cerqueira
… É só um dia!
(Des) articulações, travamentos,
Sem lamentações!
Grito sem eco,
Dor instigante!
Lágrimas que rolam,
Os sentimentos extrapolam!
Lágrimas que não rolam,
Fontes secas!
Coração em descompasso,
Descontrole do pulsar!
Respiração diafragmática,
Desequilíbrio!
O cérebro como termorregulador
físico-emocional:
Sol, suor, calor, frio…!
Olhar fixo, pensamentos,
Tudo em silêncio!
Respiração controlada,
Vida!
A busca das virtudes exige coragem constante; só avançamos nelas quando enfrentamos o nosso eu de ontem.
Me perguntaram se ela era só minha amiga.
Eu disse que sim.
Depois me perguntaram se ela era a minha vida.
Eu disse que não…
Mas se um dia ela precisar que eu dê a minha vida por ela, pode ter certeza: eu dou.
Porque algumas pessoas não são apenas parte da nossa vida,são o motivo de ela ter sentido.
E às vezes, o que sentimos vai além do simples "amor" …
é algo que simplesmente não precisa de explicação.
Isso te faz lembrar de alguém?
Juntos numa só palavra
Numa só verdade.
Todos vamos celebrar
Olhos brilham com vontade
Choro vai embora…
Cante para festejar
De Peito aberto...
E então abriu o peito
E só havia amor.
Sentiu se triste,
Pois se percebia
Diferente, não igual
Ao resto da humanidade..
O mundo só é injusto, para covardes e para aqueles que tem medo de lutar, pelo certo!
E lutar por aquilo que acreditamos, não é uma questão de rebeldia, e sim de protesto, em fazer a diferença com o nosso posicionamento, em um mundo que o errado se tornou certo, enfim...
O que devia escrever,
Nem me lembro
Só vejo a rosa que abriga
A caveira que repousa
Vejo a chama da unidade
A energia que complementa
Não julga. Sem fuga. Fico.
Quero ficar…
A caveira, prova que lutamos
A rosa, certeza que vencemos.
Glória plena! Viva o general.
Viva a loucura nobre
É rica a chegada,
Com amoras posso festejar
Pêras me esperam
Sem partir, pra sempre ficar..
Alegoria de uma caverna vazia
Pássaros mortos em seus ninhos
Na pluma que o coração trazia
Fecharam-se livros sem vizinhos
Rio aborrecido e minguante
Curva em suas pedras a majestade
Desse ribeiro fosco sem idade
Saiu galopando o rocinante.
Odor fresco num vazio. Todo instante pensado.
Não ande, corra.
Aprove a navalha que deslizou na pele.
Diga que é o pescoço que ela deve cortar. (Júlio Raizer
Desprezo a ignorância dos imberbes que se auto-proclamaram senhores do universo.
Só se for um universo de diamantes de vidro, de soluços intelectuais e cultura saboreada numa refeição digna de uma hiena.
No universo deles eu cago e vomito palavrões.
Beleza presente..
Já me deparei várias
vezes com a beleza,
mas só hoje ela se
apresentou de verdade.
