Sistema
Falha no sistema!
Tudo está certo aparentemente errado, fora do lugar , desconfigurado.
A maquina substitui a alma que mesmo cheia de bug, roda melhor o SO.
Programação feita em linguagem imprópria para menores.
A rede está cheia de vírus impedindo o envio dos pacotes de esperança.
Memória Ram volátil, armazenando nossas emoções ou não?
Processador de dados marcados, sem resposta ao cálculo de nosso prazer.
A placa mãe já está relapsa e não conecta mais seus filhos.
E o usuário do sistema não é certificado e nem mesmo possui conhecimentos básicos.
Procura-se um analista de dados?
Enfermagem...
somos o remédio que o sistema esqueceu de valorizar, mas seguimos firmes, de jalecos e almas cansadas...porque aprendemos a curar mesmo sem remédios.
A democracia é um sistema quase perfeito. Para sê-lo, falta apenas o povo esperar o dia das eleições para escolher seus representantes e não fazê-lo antes.
Não se qualifica o sistema democrático, sem melhorar a qualidade da gestão.
E um cultura inovadora não pode prescindir dos postulados essênciais da boa governança.
Os que apenas repetem o passado não inventam novos futuros.
Ela é resistente ao sistema, não se corrompe, não segue o esquema
Ela é absoluta, não recebe ordens
Ela faz o que ela quer näo deve nada a ninguém.
Se o sistema educacional está falido, se o sistema de segurança pública também é falido, se todos os outros sistemas estão falidos, e se os nossos representantes políticos são absolutamente incapazes de solucioná‐los; então armemo-nos e lutemos, mas lutemos sobretudo.
Se você se adapta a um mundo doente só pra se promover, você não venceu o sistema, você virou sintoma.
Para Hart, o Direito constitui um sistema de regras que não se limita apenas às normas que impõem deveres (as chamadas regras primárias), mas também inclui regras secundárias — normas que conferem poderes, como o poder de criar, modificar, reconhecer e aplicar as regras primárias. Esse modelo explica porque sociedades juridicamente organizadas distinguem-se de meros conjuntos de normas sociais ou costumes: apenas quando se articulam regras secundárias que estruturam, legitimam e racionalizam a normatividade é que se pode falar em um sistema jurídico plenamente desenvolvido.
Mas o sistema não quer que você entenda isso. Porque o dia que o pobre entender que pode ser livre, ele não vai mais se contentar em ser escravo.
Somos diariamente traídos pela mídia, pelo Estado, pelas empresas e pelo sistema educacional, que impõem uma vida de falsas satisfações. Vivemos uma rotina vazia, focada em contas e convenções, sem encontrar verdadeiro significado. O medo nos prende a uma falsa segurança, enquanto a busca por liberdade é vista como risco. Enxergar a realidade é o primeiro passo para perceber que o que nos é imposto como "normal" está errado. A sociedade nos acorrenta a uma vida sem propósito, cheia de ilusões que nos afastam da verdadeira mudança. Viver cercado por tanta “segurança” é o mesmo que perder a própria liberdade.
"A base do sistema tem sido sempre a mesma: manter as pessoas na ignorância, no medo e em guerra entre elas mesmas."
“O Brasil já possuía um sistema jurídico sofisticado de armazenagem desde 1903, e inteligentemente o manteve intacto até o presente momento!”
Sistema
Não pense!
Não sorria!
Não viva!
Apenas trabalhe!
Não sonhe!
Não tome iniciativa!
Não veja!
Apenas obedeça!
Não conquiste!
Não sinta orgulho!
Não pare!
Apenas coma da minha mão.
O meu nome é sistema, sobrenome sociedade e capitalismo.
Dê graças a Deus que você não faz mais parte desse sistema! É libertador deixar de ser apenas mais um "Maria vai com as outras" em um meio onde a opinião própria é vista como rebeldia. O cenário atual mostra um exército de pessoas que abdicaram da própria inteligência para viver apenas do que o pastor dita no altar, transformando a fé em uma coleira invisível.
Essa ausência de pensamento crítico transborda para a vida pública. É nítido como muitos entregam sua consciência política nas mãos de lideranças, votando cegamente em quem o pastor manda, como se a urna fosse uma extensão do dízimo. Além disso, chega um ponto em que a lógica grita mais alto: é difícil levar a sério, em pleno século XXI, um livro que narra serpentes falantes enquanto se ignora a realidade científica e social à nossa volta.
A hipocrisia nesse meio não é apenas um detalhe, é a base da estrutura, e ela se manifesta de formas cruéis:
O "Amor" Condicional: Pregam um amor ao próximo que tem prazo de validade. Na prática, destilam ódio e intolerância contra qualquer um que fuja dos seus padrões rígidos, seja por orientação sexual, escolhas de vida ou por professar uma fé diferente.
O Jejum de Coerência: Possuem olhos de águia para condenar os pecados alheios, mas tornam-se cegos e "passam o pano" quando seus pastores são flagrados em esquemas de corrupção, lavagem de dinheiro ou escândalos morais.
A Exploração da Fé: Através da Teologia da Prosperidade, vendem Deus como se fosse um corretor de investimentos. Tiram o pouco de quem nada tem para sustentar o luxo faraônico de líderes que vivem como reis, sob o pretexto de uma "bênção" que nunca chega para o fiel.
A Bíblia como Conveniência: Usam o livro sagrado como um cardápio. Escolhem leis levíticas arcaicas para julgar e excluir o próximo, mas ignoram solenemente os pilares da humildade, da partilha e do "não julgueis" que deveriam, em teoria, ser a base de sua crença.
Sair desse ciclo não é perder a fé, é ganhar a própria liberdade de pensar.
