Sinto o Vento na Janela
Lá onde brilha o sol, sobre o mar
Onde passa o vento forte
Na “varandinha” debaixo de um terraço antigo
Onde os dois escolheram para se amar.
Abraço-a, após vê-la chorar
Consolo-a, após ela se entregar
Pego o violão e começo a tocar
Aquela canção que faz tudo se bisar
Quero-te com tanta intensidade
Tão somente, para sentir o sangue queimar em minhas veias
Em si, derretestes, em meu colo
Logo após [...] imediatamente, é que sinto tanta reciprocidade.
Daqueles olhos que escapara uma gota
Naqueles olhos, cor de mel
Volto a olhar no fundo dos olhos da “lindinha”
Pra sentir algo tão mais alto que o céu.
Como o rastro de uma hélice
Poder-se um, “transformar-lhe-se” no outro
Tão perto e verdadeiro, eles se observam
Suprindo-se, veramente, como merecem.
Esqueço-me das palavras, posso até confundir meus pensamentos
Mas depois que a descobri
Em tempo algum, confundirei meus sentimentos.
Recomeço a canção pra donzela
Na veracidade, já me sinto feliz
Pois sei da “estória” até fim
Então, unicamente, direi o nome dela.
Prazer!
Miss, POLLYANNA ❤️
Mais um dia que passou sem emoções, caminhando na direção que o vento leva, descalço e sem blusa olhando para as estrelas no céu, imaginando que o infinito e só uma distância entre meu pensamento é o pensamento de outra pessoa, tentando acreditar que existe um propósito em meio a loucura da mente, exausto de caminhar para diferente direções, buscando o que não existe.
Sob a neblina,
atrás da colina,
sopra o vento,
tornando-se ventania.
Logo o sol se anunciará.
Mas poderia ser chuvisco, chuva, temporal.
Pouco importa...
Tanto faz ser um dia de sol ou de chuva. Nada mudaria.
O encanto está em quem sabe aproveitar o dia.
O encanto está em quem sabe ver além da colina.
O encanto está em quem sabe viver cada dia.
Como se despertasse de um coma profundo.
Como se, de alguma maneira, perdesse a cegueira.
Como se reencontrasse a beleza escondida nas profundezas do próprio ser.
Quero saúde e quero tempo,
E sentir a força do vento,
Que me ajude o que quero ver,
Antes que possa morrer.
Quero sentir muita alegria,
Quer de noite quer de dia,
Saber que os filhos estão bem,
Assim sou feliz também.
Quero rir e quero brincar,
Com a minha criança ficar,
Para que ela seja recordada,
E nunca de mim afastada.
Quero ser sempre assim,
Desde o princípio até ao fim,
Sou aquilo de que fui capaz,
E não quero voltar atrás.
O mar, o vento e o pensamento, são os indomáveis do tempo; os dois primeiros são eternos e o outro é limitado.
O que eu não sei
Eu busco o conhecimento
Eu tento
Ou invento
Deixo-me levar pelo vento
Roda-se o catavento
E se eu cansar
Eu sento
E alimento
Minh'alma sonhadora
E meu coração sedento
De amor
Pela luz eu me oriento
Busco flores
Na rosa-dos-ventos
E por aí eu vou
Feliz da vida
Com o que eu aprendi
Com as dores do momento!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
Singeleza da vida
Borboleta pousou
Girassol sorriu
Passarinho cantou
O vento desistiu
A poesia gritou
Os olhos abriu
A paz reinou
O sonho surgiu
A menina vibrou
O sol se abriu
O poeta declamou
E a lua o seguiu
A música acalmou
A lua resmungou
As estrelas sorriram
A menina dormiu
O poeta descansou
E a noite, findou...
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 27/08/2020 às 23:30 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
não me importo que o vestido
suba com o vento
até certo centímetro da perna
lembro-te que já disseste todos os fins
das coisas
aceito até os pardais
que chocam em contramão com
Bóreas
aceno às mulheres
nas varandas
e digo-lhes:
prendam bem a roupa no arame
ladrões há muitos
o meu vestido é uma bandeira:
agita sem rasgar
sem fronteira sem hino
recorta os flancos e funde nos joelhos
uma profunda melodia:
o mar na areia
mas não sou cacique
e o vento não me fala
não há um gesto de tréguas
e ainda tento
ainda penso agarrá-lo entre os dedos
ainda o procuro na gota de silêncio maior
vento, vem
vento, fica
mas só o meu vestido se espanta
e dança
contra a minha vontade
Queria ser como os pássaros...
Voar para onde o vento me levar...
Pousar quando quiser...
Morrer quando a hora chegar!.
Salva-me, Senhor!
Suave é ainda o vento
Pouco se agiganta, ou nada;
Já me encontro desestabilizada.
Tão pequena a minha fé!
Dividido o coração,
Um perfeito campo de batalha!
Instável ser,
Misto de luzes e sombra,
Dos dEle os meus olhos desvio,
Já me afogo nalgum drama.
Num pensamento, meu grito O alcança
Pronta, Sua mão salvadora a minha toma:
_ Por que vacilaste?
Feliz e envergonhada exclamo:
_ Ainda sou uma criança!
Acalmada pela certeza de Sua presença
Alegre e confiante segue minha existência.
Lembro-me uma vez mais de que
As preocupações posso entregar-Lhe.
É mesmo Ele quem sabe
do meu caminho cada detalhe!
Os Estados Unidos da América e a China continuam de vento em popa na inovação da inteligência artificial, mas a Europa com a sua obsessão burocrática em catadupa e de tudo regular e proibir na prática imperial toda a inovação e acabou por ser ultrapassada pelos acontecimentos.
Na corrida à inteligência artificial, toda a gente sabe que a América inventa, a China copia e a Europa regula, vendo apenas o capital.
As mudanças serão tão dramáticas que as questões humanas como as conhecemos chegarão ao fim. Instituições que damos como adquiridas, como os governos, os países e as leis não sobreviverão no seu estado atual. Mesmo a ética será diferente como a superação de valores humanos considerados hoje essenciais, incluindo a santidade da vida humana, a liberdade de escolha, a busca da felicidade.
Pela leitura de um livro que nunca me falta para ler, enriqueci mais o meu conhecimento e a pouco e pouco, vou acumulando, mas nunca saberei tudo, apenas uma ínfima parte que nem se vê a olho desarmado.
Passe adiante o teu conhecimento e pensamentos, não deixe como o vento que cai ao esquecimento, simplesmente o concretize escrevendo e se imortalizando perante o tempo.
Está muito escuro ainda
As folhas rolam pelo asfalto
Parece chuva
Mas é só o vento
Ouço um gemido bem longe
De um gatinho enamorado
O som abafado de uma música
Estou só, novamente
O frio castiga meu corpo e minha alma
Gosto desse castigo
Quero sofrer
Para que seja maior que a saudade que sinto de você
Choro
Muito
Minhas lágrimas, caem na agenda
Onde escrevo e borram meus escritos
Nem precisaria escrever, sei de cor o que sinto
Não entendo porque choro!!!!
Você só foi até ali.......
Mas esse logo ali é tão ruim
Me castiga
Não somos acostumados a ficar longe
Contínuo ouvindo o som dos carros, buzinas, vozes bem bem distante
Uns sussurros
A mente fica cheia, vazia
Resolvo andar pela casa
É pior
Vejo seu copo, que ainda não lavei
Seu roupão no banheiro
Seus sapatos esparramados pelo quarto
E eu te ensino tanto a guarda-los
Parece tudo em desordem
No dia a dia
Mas agora nesse momento
É saudade
É madrugada
Motos arranham o asfalto
Na loucura da pressa
O frio e vento
Assoviam para as árvores
Canções cruéis
E elas suportam
O frio congela a água
Que o fogo aquece
Sinto cheiro de café
Pura imaginação
São 3:36
Nesse momento
O Silêncio
Se faz silêncio
Escrevo invocando o sono
Ele não responde
Peço com carinho
Deixa eu dormir
Preciso dessa recarga
Sonhos venham
Embalem meu sono
