Sinto falta do meu Passado

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Mania de você

Meu bem, você me dá água na boca
Vestindo fantasias, tirando a roupa
Molhada de suor de tanto a gente se beijar
De tanto imaginar loucuras

A gente faz amor por telepatia
No chão, no mar, na Lua, na melodia...
Mania de você, de tanto a gente se beijar,
De tanto imaginar loucuras...

Nada melhor do que não fazer nada
Só pra deitar e rolar com você...
Nada melhor do que não fazer nada
Só pra deitar e rolar com você...

Eu queria que você soubesse, meu amor, que sou dessas loucas. Dessas loucas que vai te chamar de meu amor, mesmo você estando na minha vida há apenas uma semana. Dessas loucas que vai querer te matar só de pensar que, talvez, daqui cinco anos, você me troque pela Claudinha, uma menina mais nova e sem as minhas manias insuportáveis que você ainda não conhece.

E quem disse que eu gosto de você? Eu gosto do meu quarto, do meu computador, gosto de ver filmes, as vezes gosto de ler, posso até dizer que gosto de estudar. É, eu gosto de tudo isso, mas você? Ah, você EU AMO.

Quando tudo parece perfeito…surges tu!
E a perfeição contempla-te.
E o meu mundo passa,
com a força de um gigante,
a girar, inevitavelmente,
em torno e ti.

Sou-te…
És-me…

Eu atribuo o meu sucesso a isto: eu nunca desisto ou dou alguma desculpa.

Florence Nightingale
"The Gigantic Book of Teachers' Wisdom", Frank McCourt e Erin Gruwell, 2007

As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor, rocha minha e redentor meu!

Quando o Meu Amor Vem Ter Comigo

quando o meu amor vem ter comigo é
um pouco como música,um
pouco mais como uma cor curvando-se(por exemplo
laranja)
contra o silêncio,ou a escuridão....

a vinda do meu amor emite
um maravilhoso odor no meu pensamento,

devias ver quando a encontro
como a minha menor pulsação se torna menos.
E então toda a beleza dela é um torno

cujos quietos lábios me assassinam subitamente,

mas do meu cadáver a ferramenta o sorriso dela faz algo
subitamente luminoso e preciso

—e então somos Eu e Ela....

o que é isso que o realejo toca

Não nasci malvada... me tornei malvada depois que você fez florescer o meu pior.

Com o meu Skate eu peregrino pela cidade sem me preocupar em dar passos que possam me machucar, apenas deixo minha paixão me guiar.

Me deixem ficar aqui apenas
sozinha no meu quarto
a contemplar as folhas secas do outono
que se amontoam pelo chão
levadas e trazidas pelo vento...
Deixem-me ouvir o som das nuvens
e admirar suas formas negras...
Deixem-me suspirar pela vida
que reflete no meu ser
assim, penso nas horas
que não posso mais perder
e nas que eu perdi...

Meu coração está disparado. Meu corpo está viciado. Nessa louca adrenalina que me faz arrepiar.

Meu irmão tem a sua espada e eu tenho a minha mente.

George R. R. Martin
A Guerra dos Tronos

Imobilize meu corpo, domine minha alma...

Que o meu louvor seja como um louvor suave aos ouvidos de Deus.

Eu te amo tanto, não me vejo longe de você!
Você é o meu porto seguro, meu guia, meu tudo!
Se você não estivesse aqui do meu lado não sei o que seria de mim hoje!
Esse amor que fortalece, que enfrenta tudo e todos, esse amor que eu nunca quero que acabe, sabe, né, você é não é perfeito, mas são os teus defeitos que te tornam único e especial.

Eu sou quem eu deveria amar nesse mundo
Esse meu eu brilhante, minha alma preciosa
Eu finalmente percebi isso, então eu me amo
Apesar de não ser perfeito, sou tão belo
Eu sou quem eu deveria amar

Ainda que eu ande arriscando meu pelego, não me mixo!
Tu estás comigo: tchê!
Salmos 23:4

“Don’t cry for me…” Me desculpa não sou perfeita, não controlo meu coração, e as lágrimas caem sem a minha permissão

Eu adoro a minha pele negra, e o meu cabelo rústico. Eu até acho o cabelo de negro mais educado do que o cabelo de branco. Porque o cabelo de preto onde põe, fica. É obediente. E o cabelo de branco, é só dar um movimento na cabeça ele já sai do lugar. É indisciplinado. Se é que existem reencarnações, eu quero voltar sempre preta.

Carolina Maria de Jesus
Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 2014.

Podem esquecer meu nome, mas nunca esquecerão meus códigos.