Sinto falta do meu Passado
Se eu leio um livro e ele torna o meu corpo tão frio que fogo nenhum poderia esquentá-lo, sei que isso é poesia.
Meu bem, o mundo inteiro está naquela estrada ali em frente, tome um refrigerante, coma um cachorro quente. Sim, já é outra viagem, e o meu coração selvagem tem essa pressa de viver.
Meu coração fora tomado de angústia e desespero. Dentro de mim, sentia um inferno, que nada podia aplacar.
Me ajuda a te amar
Meu medo de me magoar
Exala sensatez
Acalma meus grilos
Justifica minha surdez
Um desarrazoado em te ouvir
De não cuidar do meu ego
Abalado por não te sentir
Ao menos te vi
Temor de te ter
Erguendo minha sobrancelha
Atenuando receios
Magoando minha psiké
Apequenando meu espírito
Recebendo tudo no meu leito
Me ajuda a te amar
Universo é espaço livre, um buraco de escuridão.
Meu pés em terra firme e a mente em outra dimensão.
Mergulharei fundo nesse imenso mar da desilusão para recuperar minhas riquezas: meu amor-próprio, minha autoestima, meu caminhar, meu agir, meu coração. Tudo aquilo que um dia eu perdi por amor.
Às vezes eu tenho medo do meu coração, de sua constante fome por seja lá o que ele queira.
Quando sou sua vida, a submissão é a expressão mais natural do meu caráter e da minha natureza, e será a expressão mais natural de sua nova natureza dentro dos relacionamentos.
Hoje em dia não me preocupo mais com o que os outros pensam a meu respeito e sim me preocupo muito com o que eu penso a meu respeito. Sinceridade em primeiro lugar comigo mesma, com meus sentimentos, com minhas opiniões, com meus credos, com o meu Deus. Aprendi que nessa vida não se pode delegar a ninguém a responsabilidade da nossa felicidade e paz interior.
Eu sonho minha pintura, e então eu pinto o meu sonho. Os pescadores sabem que o mar é perigoso e a tormenta, terrível. Mas este conhecimento não os impede de fazer-se ao mar. Grandes realizações não são feitas por impulso, mas por uma soma de pequenas realizações.
O meu nirvana
No alheamento da obscura forma humana,
De que, pensando, me desencarcero,
Foi que eu, num grito de emoção, sincero
Encontrei, afinal, o meu Nirvana!
Nessa manumissão schopenhauereana,
Onde a Vida do humano aspeto fero
Se desarraiga, eu, feito força, impero
Na imanência da Idéia Soberana!
Destruída a sensação que oriunda fora
Do tato — ínfima antena aferidora
Destas tegumentárias mãos plebéias —
Gozo o prazer, que os anos não carcomem,
De haver trocado a minha forma de homem
Pela imortalidade das Idéias!
Às vezes, meu silêncio fala por si. Prefiro ficar quieta do que explicar os meus problemas a pessoas que não se importam.
Melhor te dar o meu silêncio do que te magoar com a minha sinceridade, já que não a tolera e a interpreta mal.
Eu, do fundo do meu coração, tenho um orgulho absurdo de ser quem eu sou.
Não vou dizer que é fácil, e que nunca deu vontade de desistir, mas vale muito mais a pena continuar.
