Sinto falta do meu Passado
Não era você, simplesmente a peça de um canal de instrução, desfalcado pela falta do saber temporal, existênte, mas, pouco percebido.
Pela falta do viver e pelo trabalho em contínuo, dados pela sabedoria em reger, teus espaços no agora já podes perceber, dás alegrias que chegam por você.
A falta do que fazer era temporal e sua fazedura dissolve pedras in-naturas pelas alegrias não absurdas.
Sabiam ainda está vago, será pela falta dos porquês, ainda trabalham, sem o saber das necessidades dos zelos em elos.
Julgo é pela falta do que necessita fazer e não pelo fazimento desgovernado das faltas de imperatriz.
Correm-se em campos buscando quimeras, quem me dera é falta dos delta, tocáveis receios dos libras, destraves conclusões sutura, pois afinas extasies das criações.
Inveja é uma necessidade de evolução, energia dos ratos que insistem ser seu o lugar, notas de faltas angular, camuflando pegadas, comendo migalhas ultra-passadas pelo tempo.
Você sou eu quando sorrimos, prá ser mesmo estando longe, e, o ódio é o amor, sem falta do fortalecer, sejamos livres, então, por motivos também sem razão.
Rimas são pra dar espaços a falsa manografia manipulada, pela falta de competência, mas, pra defender o quê de natural quando ninguém aguenta, bagagens que não inventa, guardas em compreenda.
A completude é do arquitetar às lembranças imaturas e, grandiosas, repressadas pela falta de um, cadê vossa guia, te acorda e te ensina sem triste movimento assolar, pra não fomentar tristes despedidas.
Alguns povos ainda não chegaram aqui e, isso, não é falta de intenção, nem pode ser tensão, basta uma simples citação, dos quês de que, nem tudo termina em conclusão.
Toda dificuldade é a falta de realização dos terceiros, fazendo o que não querias, abre alas pra fazerem o que querem, ou, o que podem em precisos.
Se torna bronzina pela falta de saída e, ou, pela composição mal resolvida, desde que a proposta não escolha terceiros, sem visão, já que ação ninguém esconde da verdadeira lida.
