Sinto falta do meu Passado
DEPOIS DE TUDO
Talvez o problema das relações de hoje não seja a falta de conexão.
Talvez seja a falta de disposição para permanecer.
No começo, todo mundo parece saber o que quer.
Existem palavras bonitas, promessas, conversas intermináveis, fotos, desejos, planos e aquela sensação de que finalmente encontramos alguém diferente.
Até que chega a rotina.
E é aí que muita gente desiste.
Porque o beijo já não tem a mesma novidade. O abraço já não provoca a mesma ansiedade. A presença deixa de ser descoberta e passa a fazer parte do cotidiano.
Então aparece outra pessoa.
Outra conversa.
Outra emoção.
Outra “maçã”.
Mas talvez o problema nunca tenha sido a maçã.
Talvez seja a necessidade de sempre morder uma nova.
Porque pessoas não foram feitas para permanecer eternamente interessantes como uma novidade. Pessoas têm dias bons e ruins. Têm defeitos. Têm inseguranças. Têm passado.
Eu também tenho.
E não tenho vergonha disso.
Eu quero amar dando o melhor de mim. Quero ser romântico, carinhoso, intenso, companheiro e verdadeiro.
Mas existe uma coisa que eu não entrego em troca de amor:
a minha essência.
Eu posso evoluir.
Mas não quero me transformar em outra pessoa para ser escolhido.
E talvez seja justamente isso que mais dói.
Depois de tudo que a gente vive, ainda precisamos esperar para descobrir se alguém está realmente disposto a ficar.
Porque dizer “eu te amo” quando tudo é novidade é fácil.
Difícil é olhar para a mesma pessoa depois que a novidade acabou e continuar dizendo:
“Eu ainda quero você.”
É aí que começa o amor de verdade.
Não depois do primeiro beijo.
Não depois da primeira noite.
Não enquanto tudo é perfeito.
Mas depois de tudo.
Fhayom
Você não precisa se culpar porque ainda dói. Dor não é falta de perdão. É sinal de que aquilo teve importância e deixou uma marca.
_Quando a falta de oração, de Palavra e de lágrimas não dói mais,
é porque o coração não só esfriou… morreu.__
Você não sente falta da igreja porque ainda tem igrejas em abundância. Mas chegará o dia em que você procurará uma e só encontrará vento.
TRÊS VENENOS DA ALMA:
MÚSICA que não exalta a Deus.
FALTA DE FÉ.
MAU CONSELHO.
Cuidado com o que entra na alma.
Nessa terra em que a capital é movida a capital, a falta de capital é um pecado capital e condena todos à pena capital!
Tirar o sustento dos miseráveis é condená-los à morte por falta de comida e remédios. Muitos padres e pastores, ao explorarem a fé, tornam-se vilões que matam lentamente.
Orar pode ser, paradoxalmente, a maior demonstração de falta de fé! Se os planos divinos são perfeitos, pedir que deus os altere é admitir que não confiamos neles.
“Onde o amor é suficiente, quase não se percebe o Direito; onde ele falta, percebe-se por que o Direito existe.”
“O Direito não existe para ensinar os homens a amar, mas para impedir que a falta de amor destrua os direitos uns dos outros.”
Onde falta educação moral, o Direito frequentemente precisa ocupar espaços que não deveria ocupar sozinho.
Solidão não é apenas falta de companhia. Às vezes, é o raro momento em que conseguimos ouvir a nós mesmos.
Existe uma solidão que não é falta, mas espaço. É nela que descobrimos se nossa própria companhia é abrigo ou condenação.
O desejo nasce da falta; por isso, enquanto desejamos, sofremos pela ausência, e quando alcançamos o objeto desejado, frequentemente descobrimos que a satisfação era apenas temporária.
